terça-feira, 17 de setembro de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 187)

                            

                        - PTOLOMEU VI EM ANTIOQUIA -  

                                          O Faraó do Egito - reuniu um grande exército - com a finalidade de conquistar o império de seu rival Alexandre. Indo até a Síria, sempre com propostas de paz! - O qual era uma falácia - porque estava tentando enganar Alexandre. A população recebeu Ptolomeu com festas; pois Alexandre havia instruído a todos para que assim procedessem. 

                                  Tudo era uma tática astuciosa de Ptolomeu e então, deixar uma guarnição militar, em todos os lugares que passava, garantindo o controle. Ao chegar a um lugar denominado Azoto, foi mostrado ao Faraó todas as ruínas e os cadáveres amontoados ao longo do caminho; mortos na guerra contra Jônatas. 

                                Isso fora feito, para que o Faraó condenasse aquele genocídio. No entanto, Ptolomeu nada disse a respeito. Chegando no local chamado Jope, Ptolomeu é recebido por Jônatas com festejos; pernoitando naquele lugar. No dia seguinte, Jônatas acompanhou Ptolomeu até o rio Elêutero e depois partiu para Jerusalém. 

                              No entanto - mesmo falando de paz - Ptolomeu apodera-se de todas as cidades litorâneas até Selêucia do Mar; na tentativa de prejudicar Alexandre. Então, decide enviar ao rei Demétrio, uma proposta de aliança. Em troca, daria a Demétrio, a mão de sua filha - a mulher de Alexandre - e auxiliaria Demétrio a reinar no império, que seu pai havia fundado. 

                            Nesse intrincado jogo de poderes, idealizado pelo "deus" antropomórfico, ao provocar as concupiscências humana, as peças desse Xadrez macabro, vão movimentando-se nas personas de três aliados. Ao mesmo tempo, ESCRAVOS DO PAI DA ENGANAÇÃO. Ptolomeu, protetor de Alexandre? Este, soberano e protetor de Jônatas? E Jônatas, aliado e defensor de Alexandre e simpatizante de Ptolomeu. 

                         Ambos movendo-se e observando-se mutuamente! Bem ao gosto do "deus" antropomórfico; pai da mentira e da enganação; e senhor de todos eles. 

                        Ptolomeu, decide viajar e visitar a filha e seu genro Alexandre. Esta foi a desculpa, para uma quase ocupação e posse de tudo que era do genro; inclusive a sua esposa. Através da filha - personalidade forte e astuciosa - pensa que pode dominar o genro.

                      O grande sonho de Ptolomeu, era o domínio de toda a Síria. O poder de conquista dos antigos Lágidas (Selêucidas). Esta era a ambição do Faraó Ptolomeu. Jônatas, sempre observando a postura do Faraó, inclusive percebendo a tática do egípcio, ao deixar em cada localidade, uma guarnição militar. 

                    Detendo-se em Trípoli, Jônatas volta para Jerusalém e espera - com prudência e paciência - o desenrolar dos acontecimentos. Ele sabia que a população de Azoto, havia falado mal de sua pessoa, a Ptolomeu. Jônatas sabia também, que o Faraó havia dissimulado preocupação. Por isso estava tranquilo. 

                    Jônatas, compreendeu as intenções de Ptolomeu e por isso, não queria causar nenhum equívoco, que pudesse causar-lhe problemas mais sérios. Tudo parecia caminhar do jeito que o diabo gosta. 

CONTINUA.       

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