quarta-feira, 11 de setembro de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (186)

                                   - PRIMEIRO LIVRO DOS MACABEUS - 

                                

                                       ATIVIDADE DE JÔNATAS NO TEMPO DE DEMÉTRIO II. 

                                              No ano cento e sessenta e cinco a.C, Demétrio, filho de Demétrio I, chega à cidade de Creta; que era a sua pátria. Nesse interim, o rei Alexandre, ficando sabendo da chegada do filho de seu rival, ficou em alerta! Pois não sabia qual seria a atitude de seu inimigo. 

                                             Antes de morrer, rei Demétrio I - devido a sua incerta situação - mandou seus dois filhos para Creta; e assim, protegê-los de uma eventual situação de perigo. Desse modo, poderiam aguardar até que as coisas mudassem, e os perigos desaparecessem. Porque temia, que alguém usurpasse seu trono; principalmente o rei Alexandre. 

                                          Assumindo o poder, Demétrio confiou o comando de seu exército, a Apolônio - governador de Celessíria - que conseguiu organizar um grande exército, e depois acampou em um local chamado Jâmnia. Em seguida - através de seu general - Demétrio II, decidiu enviar uma carta a Jônatas - com uma ameaça disfarçada - na tentativa de intimidar o chefe dos Macabeus. 

                                       O conteúdo do documento, enviado por Demétrio II, desafiava Jônatas, a sair das montanhas e lutar - diante do exército - cujos soldados foram convocados por Demétrio II, em todas as cidades. Tomando conhecimento do conteúdo da mensagem, o Sumo sacerdote Jônatas, decide reunir dez mil homens; tendo Simão - seu irmão - juntando-se a ele com reforços. A carta do rei Demétrio II, não tinha nenhuma atitude verdadeiramente militar e estratégica? Foi mais um desafio propriamente dito. 

                                     Este personagem Apolônio, havia sido uma pessoa de confiança de Demétrio I; tendo acompanhado o rei - em sua fuga - até Roma. Pensando melhor, se Jônatas tivesse aceitado o tal desafio - descendo a montanha - para enfrentar o exército do general, abandonando sua posição estratégica, teria caído em uma armadilha. 

                                  Por isso mesmo, Jônatas não gostava de lutar em campo aberto. Era um comandante de um exército rápido e regular, que prevalecia por sua agilidade de movimentos em terrenos difíceis. Então, decidiu atacar o inimigo! Quem sabe, por achar perigoso, um exército inimigo em uma região litorânea, ou por pura antecipação. Aquela era a velha tática, da geografia de lutas, contra o exército Filisteu. 

                                Então, Jônatas desceu as montanhas e enfrentou o exército inimigo. Tendo a cavalaria de Apolônio, atacado os Macabeus, o tempo todo! Porém, os cavalos dos inimigos pagãos, ficaram cansados. 

                               Em sua Furna, preso à sua armadura, fornecida a ele por Jesus - para evitar sua desmembração molecular espiritual - que lhe causaria o fenômeno da segunda morte, por nunca ter encarnado na Terra. O "deus" antropomórfico, vibrava! Com aquela situação, que ele próprio provocara, devido a concupiscência humana. Pois era assim - que aquela criatura maligna - sempre agiu. Tendo interferido até mesmo, na mente dos escritores dos chamados "Contos de Fadas"; que de "Fadas" nada tinham. Sendo que as mesmas, somente chegam - como em um passe de "mágica"- e não de amor e fé; para auxiliar seus tutelados. 

                              Sendo que, o objetivo principal desses "contos infantis" é somente afastar as crianças, da realidade LIBERTADORA! DO EVANGELHO, DO AMOR UNIVERSAL. 

CONTINUA.  

                                     

                                              

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