Após a contagem dos filhos de Israel de 20 anos em diante, também os levitas foram contados da idade de 30 anos para cima.Total: 8.580.
Outro fato importante é a lei do Nazireado. Era um voto que poderia ser feito, tanto por homem ou mulher. Foi institucionalizado e regulamentado na Torá no Livro de Números, 6:1-21. O nazireu deveria abster-se de comer certos alimentos, como carnes e bebidas fermentadas, manter-se mentalmente puro de pensamentos, jamais cortar os cabelos; e acima de tudo, seguir os mandamentos do Senhor. Jamais poderia manter contato com cadáveres, caso contrário, os dias de voto seriam considerados inválidos.
Alguns registros judaicos, dizem que a história ou origem da seita nazarita, na antiga Israel é obscura. Os registros judaicos também afirmam que, Lucas, 1:15 faz referência a este "voto." O termo "Nazareno" nada tem a ver com o Nazireado; o último membro desta seita, foi João Batista, e o mais famoso deles foi Sansão.
O simbolismo das 7 lâmpadas, faz uma referência aos "dias" da criação, que está em (Gênesis, 1:1-30, 2:1-3). (Números, 8:1-4).
Uma das principais celebrações feitas no deserto, foi a Páscoa. Para sempre ser lembrado a libertação da servidão no Egito; a longa peregrinação purificadora, e a liberdade em Canaã. (Números, 9:1-14).
Mais um fato intrigante, é a "Nuvem" que guiava os Israelitas no deserto; e que a noite se transformava em "coluna" de fogo. Em (I Coríntios, 10:2-13) temos: "Tendo sidos batizados, assim na nuvem como no mar, com respeito a Moisés. Todos eles comeram de um só manjar espiritual, e beberam da mesma fonte espiritual, porque bebiam de uma pedra espiritual que os seguia. E a pedra era Cristo..."
Magnífica explicação, esta que Paulo nos deixou. Fez um resumo de toda "peleja" moral dos Israelitas, durante 40 anos no deserto. Paulo nos mostra, as quedas morais do povo, traduzidas em abominações, blasfêmias, e outros tantos desatinos. O principal mesmo, é ter Paulo nos esclarecido que, o Bom Pastor jamais abandonou seu rebanho durante a dura travessia no deserto de sentimentos, para a Canaã da libertação.
Para muitos aquele fenômeno era apenas uma "nuvem" que causava temor; mas para os que tinham olhos de ver, era a Luz Redentora que os guiava. Leiam o texto: (I Coríntios, 10:1-13).
Outro fato importante é a lei do Nazireado. Era um voto que poderia ser feito, tanto por homem ou mulher. Foi institucionalizado e regulamentado na Torá no Livro de Números, 6:1-21. O nazireu deveria abster-se de comer certos alimentos, como carnes e bebidas fermentadas, manter-se mentalmente puro de pensamentos, jamais cortar os cabelos; e acima de tudo, seguir os mandamentos do Senhor. Jamais poderia manter contato com cadáveres, caso contrário, os dias de voto seriam considerados inválidos.
Alguns registros judaicos, dizem que a história ou origem da seita nazarita, na antiga Israel é obscura. Os registros judaicos também afirmam que, Lucas, 1:15 faz referência a este "voto." O termo "Nazareno" nada tem a ver com o Nazireado; o último membro desta seita, foi João Batista, e o mais famoso deles foi Sansão.
O simbolismo das 7 lâmpadas, faz uma referência aos "dias" da criação, que está em (Gênesis, 1:1-30, 2:1-3). (Números, 8:1-4).
Uma das principais celebrações feitas no deserto, foi a Páscoa. Para sempre ser lembrado a libertação da servidão no Egito; a longa peregrinação purificadora, e a liberdade em Canaã. (Números, 9:1-14).
Mais um fato intrigante, é a "Nuvem" que guiava os Israelitas no deserto; e que a noite se transformava em "coluna" de fogo. Em (I Coríntios, 10:2-13) temos: "Tendo sidos batizados, assim na nuvem como no mar, com respeito a Moisés. Todos eles comeram de um só manjar espiritual, e beberam da mesma fonte espiritual, porque bebiam de uma pedra espiritual que os seguia. E a pedra era Cristo..."
Magnífica explicação, esta que Paulo nos deixou. Fez um resumo de toda "peleja" moral dos Israelitas, durante 40 anos no deserto. Paulo nos mostra, as quedas morais do povo, traduzidas em abominações, blasfêmias, e outros tantos desatinos. O principal mesmo, é ter Paulo nos esclarecido que, o Bom Pastor jamais abandonou seu rebanho durante a dura travessia no deserto de sentimentos, para a Canaã da libertação.
Para muitos aquele fenômeno era apenas uma "nuvem" que causava temor; mas para os que tinham olhos de ver, era a Luz Redentora que os guiava. Leiam o texto: (I Coríntios, 10:1-13).
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