"Pois Moisés dissera: Consagrai-vos, hoje, ao Senhor; cada um contra o seu filho e contra o seu irmão, para que ELe vos conceda, hoje, benção." (Êxodo, 32:29).
Este foi o alerta de Moisés, para toda a congregação; e este aviso, fora feito antes daquele triste episódio. Embora , umas 3.000 pessoas tenham se deixado envolver diretamente, naquele festim diabólico, o restante da congregação, indiretamente concordara, a partir do momento em que se omitiram em dar apoio a Arão.
Esta consagração que Moisés se refere, é manter-se longe e resguardado, de qualquer e de todas as influências do mal. Mesmo que um membro de nossa família, pai, mãe, filhos; se afaste ou renegue a Lei de Deus, não podemos nos deixar influenciar, pelas Potestades malignas. Em primeiro lugar, o perdão de nós próprios. No futuro, depois da saturação no mal, possamos reencontrar nossos entes queridos redimidos na misericórdia de Deus.
Aqueles que se entregaram totalmente aos domínios do mal, deixando o seu "lado" sombra leva-los a praticar as mais terríveis abominações, não tinha a mínima condição, moral e psicológica, para permanecer na congregação. Moisés foi muito paciente com aquele grupo de almas infelizes, e totalmente dominadas por Espíritos diabólicos. O que aconteceu com eles, foi a Lei de Justiça.
Depois de todos aqueles acontecimentos, Moisés sobe novamente ao Monte, por ordem do Senhor; desta feita, inteiramente só. No cume do monte Sinai, o enviado do Cristo Planetário, de joelhos e com o coração oprimido pela dor, roga ao Senhor, o perdão para o seu povo. Embora sabendo Moisés que aquele povo, recém saído da casa da servidão no Egito, fosse de dura cerviz, mesmo assim, orou com toda força de seu extraordinário coração.
Faz-se então a aliança entre a congregação Israelita, e o Deus Único. Uma nova fase do Programa do Cristo Planetário tem início. Moisés recebe novamente as "Tábuas da Lei", e novos e rígidos códigos de lei, para serem cumpridos por todo povo hebreu, daquela data em diante.
"Então, disse: Eis que faço uma aliança; diante de todo seu povo; farei maravilhas que nunca se fizeram em toda terra, nem entre nação alguma, de maneira que todo este povo, em cujo meio tu estás, veja a obra do Senhor; pois coisa terrível é o que faço contigo." (Êxodo, 34:10-17).
Paulo esclarece: (Hebreus, 8:7). "Porque, se aquela primeira aliança tivesse sido sem defeito, de maneira alguma estaria sendo buscado lugar para uma segunda."
Este foi o alerta de Moisés, para toda a congregação; e este aviso, fora feito antes daquele triste episódio. Embora , umas 3.000 pessoas tenham se deixado envolver diretamente, naquele festim diabólico, o restante da congregação, indiretamente concordara, a partir do momento em que se omitiram em dar apoio a Arão.
Esta consagração que Moisés se refere, é manter-se longe e resguardado, de qualquer e de todas as influências do mal. Mesmo que um membro de nossa família, pai, mãe, filhos; se afaste ou renegue a Lei de Deus, não podemos nos deixar influenciar, pelas Potestades malignas. Em primeiro lugar, o perdão de nós próprios. No futuro, depois da saturação no mal, possamos reencontrar nossos entes queridos redimidos na misericórdia de Deus.
Aqueles que se entregaram totalmente aos domínios do mal, deixando o seu "lado" sombra leva-los a praticar as mais terríveis abominações, não tinha a mínima condição, moral e psicológica, para permanecer na congregação. Moisés foi muito paciente com aquele grupo de almas infelizes, e totalmente dominadas por Espíritos diabólicos. O que aconteceu com eles, foi a Lei de Justiça.
Depois de todos aqueles acontecimentos, Moisés sobe novamente ao Monte, por ordem do Senhor; desta feita, inteiramente só. No cume do monte Sinai, o enviado do Cristo Planetário, de joelhos e com o coração oprimido pela dor, roga ao Senhor, o perdão para o seu povo. Embora sabendo Moisés que aquele povo, recém saído da casa da servidão no Egito, fosse de dura cerviz, mesmo assim, orou com toda força de seu extraordinário coração.
Faz-se então a aliança entre a congregação Israelita, e o Deus Único. Uma nova fase do Programa do Cristo Planetário tem início. Moisés recebe novamente as "Tábuas da Lei", e novos e rígidos códigos de lei, para serem cumpridos por todo povo hebreu, daquela data em diante.
"Então, disse: Eis que faço uma aliança; diante de todo seu povo; farei maravilhas que nunca se fizeram em toda terra, nem entre nação alguma, de maneira que todo este povo, em cujo meio tu estás, veja a obra do Senhor; pois coisa terrível é o que faço contigo." (Êxodo, 34:10-17).
Paulo esclarece: (Hebreus, 8:7). "Porque, se aquela primeira aliança tivesse sido sem defeito, de maneira alguma estaria sendo buscado lugar para uma segunda."
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