- LIVRO JUÍZES -
Em dado momento da noite, bateram na porta, do velho efraimita - algumas pessoas - dizendo para que abrissem e deixasse sair, o estrangeiro que estava dentro da casa. A intenção daquelas pessoas, era a de abusar, de todos os hospedes do velho anfitrião. Mesmo diante das rogativas do efraimita - para que desistissem - daquele ato bárbaro, recusaram-se em atendê-lo. Mesmo depois que este havia oferecido, a própria filha, àquelas pessoas, totalmente dominadas, pelo magnetismo sombrio, dos emissários do "deus" antropomórfico; pai da mentira e de todos os psicopatas e narcisistas.
Então - em total desespero e covardia - o hóspede Levita, ofereceu aos ameaçadores habitantes do local, sua própria concubina. Abusaram dela a noite inteira! De madrugada, deixaram-na caída, à porta da casa do velho efraimita; totalmente sem vida. Mesmo assim, o Levita pegou sua mulher - mesmo estando morta - colocando-a no lombo do burro, partiu para o seu povoado. Chegando ao seu destino, o Levita - de posse de um facão - cortou a mulher em pedaços; depois, espalhou-os por todos os lugares possíveis. O comentário geral era que, jamais havia acontecido, algo semelhante em toda Israel, desde quando haviam saído do Egito. (Juízes, 19:22-30)
Moral da estória! Não foram estrangeiros que cometeram aquele ato de barbarismo animalesco, com aquela mulher. O Levita havia reusado a sugestão do seu servo, em pernoitar em terras dos jebuseus, pois desejava passar a noite em uma cidade israelita; que eram seus compatriotas. Foi a pior decisão que tivera na vida. Grande parte dos israelitas, nem lembravam-se mais das Leis e Estatutos, do Deus Verdadeiro. Muitos, já haviam absorvidos alguns dos costumes, dos povos que habitavam Canaã, antes de lá chegarem. Inclusive - até mesmo - algumas de suas abominações, proibidas pela Lei do Deus Único. A maioria possuía seu próprio "deus" familiar; representado por uma pequena estatueta e com um sacerdote, nomeado e investido, pelo chefe da família.
Nessa época, o "deus" antropomórfico, além de estimular esta prática, contrária a Lei do Deus Único, também havia incitado as pessoas que cometera - aquele ato abominável e animalesco - contra a concubina do Levita; assassinando-a em seguida. Isso já estava tornando-se ato contínuo, entre boa parte dos israelitas naqueles tempos sombrios. Sem a presença do Deus Vivo, na mente e nos corações dos israelitas. Porém, o Cristo de Deus, não os havia abandonado. Continuava atento e sem interferir, no livre arbítrio daquele povo.
Teriam que sorver os frutos amargos, resultantes da má semente que plantaram, ao longo do tempo. Semente esta, oferecida pelo "deus" antropomórfico - tendo sido aceita - por grande parte do povo israelita. Por descuido dos genitores - depois da conquista de Canaã - os filhos nascidos na nova terra, não tiveram a devida educação religiosa e cuidadosa instrução de vida. Sendo que, seus genitores, desvinculando-se do Deus Verdadeiro, entregaram suas almas e a própria psique, ao pai da mentira e de todas as abominações.
Adotaram - como já foi dito anteriormente - os costumes e hábitos, daqueles povos idólatras; bem como, suas perversões e abominações. Além de seus falsos "deuses" de pedra. Então, uma juventude sem norte e ideal de vida, acabou adotando aquilo que estava pronto à sua frente. Sem a capacidade de analisar e muito menos de discernir, tornando-se presas fáceis, dos mensageiros sombrios, do "deus" antropomórfico, caindo em suas armadilhas diabólicas. Como tem acontecido na Terra, através das eras, com todos os povos e nações.
No entanto, o corretivo para todos os israelitas, não tardaria a chegar; da pior maneira possível. UMA GUERRA FRATICIDA. Iriam aprender pela própria experiência.
Continua.
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