domingo, 5 de novembro de 2023

A AÇÃO DO DEUS ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TERESTAMENTO. (P - 81)

                                                 - LIVRO JUÍZES - 

                       

                             E, assim, o "deus" antropomórfico e pai da mentira e de todos os narcisistas e psicopatas, começou a escravizar, as almas dos israelitas. Instituindo entre eles, a crença e o culto, no chamado "deus" familiar. E, para tentar justificar esta prática - totalmente contrária ao Deus Único - de Abraão, Isaque e Jacó. Mudaram até o nome de Moisés para "Manassés"; acrescentando a letra "n". 

                           Durante até o exílio, talvez seja pela possível reforma cismática - introduzida por Jeroboão - que este tenha apoiado-se em um culto que já era praticado. Segundo a narrativa, o templo do Deus Único (Arca da Aliança) estava em um lugar chamado Silo. E, a estátua de Mica, também estava junto. (Juízes, 18:30)

                          - O CRIME DE GABAÁ - 

                         Esta narrativa bíblica, exemplifica o nível de animalidade, daqueles que uniram-se ao "deus" antropomórfico, pai da mentira e de todos os narcisistas e psicopatas. Não medindo as consequências, de seus atos abomináveis. Na localidade de Efraim, vivia um Levita, cuja concubina era originária de Belém de Judá. Esta mulher cometera infidelidade; e por isso, resolve voltar para a antiga casa, de seu pai em Belém. Seu companheiro, com saudades, decide ir a Belém - levando um servo e uma parelha de burros - na tentativa de trazer a mulher de volta.  

                        Tendo ficado três dias na casa do pai da mulher, o Levita resolveu partir após o almoço. Porém, o pai da mulher, convence o genro, a ficar mais uma noite em sua casa. E, no dia seguinte, o velho faz a mesma coisa com o genro; de maneira que o tempo foi passando; ficando o Levita, vários dias consecutivos. 

                       No sexto dia, o Levita - agora decidido a ir embora - levantou-se bem cedo, preparando tudo para partir. Depois de comer e beber, decide o Levita, que não poderia mais, adiar sua viagem. Porém, novamente foi assediado pelo sogro - e até mesmo pelo próprio servo - em desistir da partida; por já estar tarde para isso. 

                       No entanto, o Levita - agora decidido - não aceitando ambas as sugestões, partiu imediatamente. Caminharam e chegaram a uma localidade, denominada Jebus. (Jerusalém) Já era tarde, quando chegaram lá. O servo do Levita sugeriu que, ambos fossem para a cidade dos Jebuseus. Sugestão rejeitada pelo seu amo; pois não desejava pernoitar, em terras estranhas. Preferindo permanecer, em território israelita. 

                     Optando em passar a noite, em Gabaá ou Ramá. Após terem chegado em Gabaá de Benjamim, o Sol já estava se pondo. Tendo entrado no povoado, decidiram pernoitar na praça; visto que não conheciam ninguém, para pedir hospedagem. Até que um idoso, que também era estrangeiro na cidade, pois nascera em Efraim, portanto emigrante em Gabaá. Os habitantes daquela cidade, eram benjamitas. O referido ancião, convida-os para pernoitar em sua casa. Dando forragem aos burros; convidou seus hóspedes, para lavarem seus pés e alimentarem-se. Depois, foram servidos pelo bondoso anfitrião. (Juízes, 19:1-21)  

                    Tudo corria muito bem, quando um fato lamentável e terrível, aconteceu com aquele grupo pacífico e tranquilo. 

Continua. 

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