- DEUTERONÔMIO -
Antes dos Israelitas atravessar o rio Jordão, Moisés continuou sua exaltação, a toda Congregação. Com objetivo de - além de alertá-los - contra o grande mal que iriam ter que enfrentar - moral, psíquico, espiritual e material - relembrou também, de citar novamente, todas as Leis e Estatutos do Deus Único. Principalmente as Dez Leis que recebeu no monte Sinai.
De acordo com a própria psicologia e mentalidade daquela época - em que o temor sobrepujava o amor e a fé - Moisés apresentava àquela gente ignorante, supersticiosa e mística, um Deus que deveria causar mais temor, que o "deus" antropomórfico.
Porém - diferente deste - o Deus único e Verdadeiro, era Misericordioso e Zeloso, para com seu povo. Algo que o pai da mentira e de todas as abominações, nunca poderia dar, porque não possuía. A sua oferta sempre fora vingança, ódio, destruição e escravização. Coisas que, ao invés de vivificar, mortificava. Estas sempre foram as únicas "heranças" do "deus antropomórfico, aos seus escravos. Herdariam somente sombras - em um abismo - onde haveria somente, dores, lágrimas e ranger de dentes.
Explicou claramente a toda congregação, a principal finalidade das Leis Imutáveis do Deus Único. Teriam, todos aqueles que, almejavam o bem estar, progresso, paz; respeitando e gravando, na mente e no coração - além de praticá-los - recitá-los constantemente. Com afinco, zelo e respeito. Não esquecendo de repassa-los aos filhos e reforçando-os nos netos. Também aos agregados da família e estrangeiros; que porventura, hospedarem em suas casas.
Sendo o Deus Único Zeloso; espera que seu povo o tenha na mente e no coração. Para que não caia sobre este povo, a sua ira; e estes fiquem desamparados, à mercê da destruição e da morte. Nas mãos do "deus" antropomórfico.
Guardarão os mandamentos e Estatutos, do Deus Verdadeiro, para que façam tudo que é bom e reto; evitando qualquer tipo de abominação, que forem contrárias as Leis do Deus Único. Por isso, a necessidade de destruir - não somente materialmente - os falsos "deuses" de pedra - dos povos que habitavam Canaã.
Principalmente e diligentemente - jamais abrigando estas abominações - nos corações, onde brilhar a Luz Vivificante do Deus Único. Aquele que os havia tirado da casa da servidão, no Egito. Guiou-os perante todos os perigos e armadilhas, do "deus" antropomórfico; e livrando-os de todas elas. Pois, os Israelitas eram o povo escolhido, para a conclusão, daquela grande empreitada.
Então, ouvindo estes Juízos, guardando-os em seus corações, o Senhor o Deus Único; também guardaria, e os amaria e os multiplicaria - como as estrelas do céu - como prometera aos seus pais. Multiplicaria inclusive, o próprio ventre da terra; abençoando-a. Para que seus frutos fossem multiplicados.
O mosto, grão, azeite, mel, leite, o rebanho do gado, carneiros, cabritos e cabras. Para que nada os faltasse, com fartura e abundância. Era realmente, uma grande e poderosa promessa. Bastaria que toda a Congregação, cumprisse o que era dever de todos. Haveria dificuldades? Claro que sim! Pois, o pai da mentira e de todas as abominações, jamais desistiria; de tentar destruir, o objetivo traçado pelo Cristo Galáctico; à conquista da Canaã prometida. (Deuteronômio, 5:2-33; 6:2-26)
Continua.
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