domingo, 24 de setembro de 2023

A AÇÃO DO DEUS ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMEENTO. (P - 45)

                                                                       - NÚMEROS - 

                      

                                 Próximo a entrar em Canaã, Moisés escolheu aqueles que teriam a responsabilidade, de coordenar as divisões das terras, em Canaã. Foram eles: Eleazar o sacerdote; e Josué, filho de Num. Medida esta, para evitar disputas e a interferência maléfica do "deus" antropomórfico; entre os Israelitas. (Números, 34:2-8)  

                                 Também ficou decidido pelo Cristo de Deus, a criação da cidade dos Levitas; com as respectivas terras divididas, entre seus membros. Além da especificação do tamanho das mesmas. (Números, 35:2-8) 

                                  Não esquecendo das chamadas "cidades de refúgio." Porção de terras, destinadas ao acolhimento, daqueles que infringiram as Leis. Sendo condenados a permanecerem nestes locais - espécie de prisão agrícola - criadas seis destas cidades. 

                                   Sendo que três delas, foram construídas aquém do Jordão; e as outras, na terra de Canaã. Medida profilática! Evitando transtornos entre os Israelitas, no convívio com infratores - principalmente os fora da lei - que pela própria ação criminosa, já teriam tornado-se escravos do "deus" antropomórfico. Foi elaborado também, leis especificas de comportamento; a serem rigidamente cumpridas pelos habitantes, das referidas cidades. (Números, 35:9-34)  

                                  Moisés, acatou a sugestão dos filhos de José - para que a herança de Canaã - não fosse passada de tribo em tribo; devido aos respectivos e sucessivos casamentos. Ficando decidido: "Sejam por mulheres a quem parecer aos seus olhos, contanto que se casem na família da tribo de seu pai." (Números, 36:1-13)  

                                 Com esta medida, não se perderia - caso houvesse - casamento com estrangeiros. 

                                 

                                                - DEUTERONÔMIO - 

                           

                                    Logo no princípio deste último livro de Moisés, temos o memorável discurso de seu autor, como que, fazendo um balanço desde a saída do Egito; e ao mesmo tempo, "lavando a roupa suja" de toda a Congregação. Durante a caminhada e todas as suas agruras e acontecimentos. As revoltas, desânimos, recalcitrâncias. Principalmente, a falta de boa vontade e coragem; para pisar na cabeça da serpente do mal. Esta, sempre insistia em abocanhar-lhes o calcanhar e escravizá-los definitivamente. Como sempre fez, com aqueles que são fracos e invigilantes. 

                                    Não esqueceu Moisés, de lembrar aos Israelitas, quando chegaram no alto da montanha dos Amorreus - estes deixaram-se influenciar - pelo pai da mentira e de todas as abominações - criando medo e desânimo em toda a Congregação. Que cogitaram, no absurdo de voltar para o Egito. 

                                   O grande líder, teve a humildade em não esconder a própria dúvida! No episódio das águas de Meribá. Onde foi tirado água das pedras, para saciara sede de toda a Congregação, que murmurava contra Moisés e contra o Deus Único, defendendo o absurdo; da volta, para casa da servidão no Egito. Totalmente magnetizados, pelo "deus" antropomórfico e pai da mentira. Que tudo fazia para destruir o Programa do Cristo Galáctico para a Terra.  

                                   Finalizando sua mensagem, Moisés menciona outro disparate; sugerido pelo pai da mentira e de todas as abominações; pela fraqueza dos Israelitas, quase concretizada. Se não fosse a providencial intervenção do varão Caleb - vigilante em esmagar a cabeça da serpente do mal. Com a força e perseverança - em seguir o Deus Único - livrou toda a Congregação do pior. 

                                  Pelo fato de terem todos deixados enganar-se - pelo pai da mentira - pagaram um alto preço, à Lei do Retorno. Lei Imutável do Criador. (Deuteronômio, 1:2-46)

 

Continua.   

                        

                                     

                      

                                       

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