- DEUTERONÔMIO -
No início do livro Deuteronômio, Moisés fala sobre importantes assuntos. Primeiro falou sobre os Moabitas, Edomitas e Amonitas. Dentre estes, faz também uma referência aos Emeus - povo de alta estatura - sendo considerados gigantes - além de numerosos. Logo em seguida, falou sobre Ogue; rei de Basã. Faz uma oração - Canto de Moisés diante de Canaã - em seguida exorta os Israelitas à disciplina e obediência ao Deus Verdadeiro e as suas Leis. (Deuteronômio, 2:2-37; 3:2-29; 4:2-49)
Esta importante preleção à obediência e disciplina; visava a lembrar-lhes também do Decálogo. Isso foi muito previdente! Pois, Moisés, sabia que a partir daquele momento em que entrariam na Terra da PROMESSA, totalmente dominada pelo "deus" antropomórfico; este faria tudo, para o fracasso dos Israelitas.
Sabendo do Programa do Cristo Galáctico, referente a futura Civilização Judáico-Cristã Ocidental - havia preparado previamente - aqueles povos de Canaã. O pai da mentira, somente não esperava, com a liderança de um homem, como Moisés. Este era um Espírito totalmente desconhecido dele.
Pois, liderança é tudo! Para que um povo, tenha também, uma forte determinação. Não através do medo e opressão - como sempre fez - o "deus" antropomórfico - através de seus escravos reencarnados na Terra.
A preleção final de Moisés - antes de referir-se ao Decálogo - foi algo que deve ter deixado o "deus" antropomórfico, bastante preocupado. Disse Moisés ao povo, sobre toda a atenção - dirigida a eles - pelo Deus Único, desde a saída da casa da servidão no Egito, até as "portas" da Canaã prometida.
Fora uma promessa feita a Abraão, e cumprida, como havia dito o Deus Verdadeiro. Se fora mais difícil! Era da responsabilidade dos próprios Israelitas que - dando olhos e ouvidos - ao pai da mentira e de todas as abominações, tornando aquela jornada mais dolorosa. Muitos deles, ao desencarnarem - devido as próprias concupiscências - permaneceram em Espírito, vagando pelo deserto a procura do caminho, de volta para o Egito. E, também, não encontrava, o caminho para a Canaã prometida. Receberam o que procuraram.
Lembrou-lhes também Moisés, de todas as maravilhas! - feitas pelo Deus verdadeiro - na presença de todos eles. Como testemunhas oculares, jamais poderiam negar que, aquele Deus, que havia retirado-os, da servidão no Egito, era o Verdadeiro e Único. Grande em obras e Soberano em Justiça.
Não deixando de lembrar-lhes também, de todas as abominações; que encontrariam - entre os povos que combateriam - bem como, dos perigos, que teriam que enfrentar, mediante aos ataques diretos que sofreriam - da parte do "deus" antropomórfico e pai da mentira - através de seu poder de sedução. Principalmente as mulheres! A QUEM TUDO IRIA FAZER, para desvia-las; de seus compromissos ao Deus Único. Principalmente, como mãe - babás de Deus - e ajudadora do homem.
Principalmente porque, sendo os Israelitas, os únicos a crer, em um Deus Único, que não fazia-se representar através de estátuas de pedra - feitas por mãos humanas - iria desafiá-los e provocá-los, com toda a espécie de malícias - apelando para o ego adâmico - de todos eles. Para depois dominá-los e roubar-lhes as almas. Como faz todo tirano. Diabolicamente.
Esta seria - sem dúvida nenhuma - a mais perigosa das batalhas - que teriam que enfrentar pela frente, em Canaã. Aquela travada na psique e no Espírito; principalmente. Se não tivessem Fé; boa vontade; força de vontade; e persistir sempre no nobre e importante objetivo - a qual se propuseram realizar - e resistir ao terrível mal que enfrentariam, certamente sucumbiriam; ao "deus" antropomórfico. Como aconteceu com grande parte deles. Esta fora a razão, daquela grande e importantíssima, preleção de Moisés.
Continua.
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