"Diná filha de Leia e Jacó, foi conhecer as filhas e filhos da terra em que acabara de chegar.
Siquém, filho de Hemor, príncipe daquela terra, viu Diná, tomou-a pela força, obrigando a jovem a se deitar com ele.
Porém Siquém, apaixonou-se por Diná; desejando casar-se com ela.
Os filhos de Jacó se revoltam com a atitude de Siquém; preparando para ele e sua gente uma armadilha." (Gênesis, 34-31).
Este jovem chamado Siquém, filho de Hemor, que era um príncipe daquela terra, chamada Siquém. Naturalmente, que era muito voluntarioso, e não soubera controlar seus instintos animalizados. Diná, era uma jovem, que nunca houvera saído para além das fronteiras da terra onde sempre morou com sua família.
A filha de Leia, estava deslumbrada com as novidades da terra de Siquém; o modo como se vestiam as mulheres daquele lugar, eram muito diferente; elas usavam vários ornamentos nos cabelos, orelhas, colares no pescoço, além de tinta nos olhos. Outra coisa que encantou Diná, foi a maneira como as mulheres se vestiam naquela terra; vestimentas coloridas, e deixando a mostra, partes do corpo.
Diná apenas, liberou aquilo que predominava em sua personalidade; ou seja, uma jovem em busca de aventuras.
Quando Jacó e seus filhos souberam da "tragédia" que aconteceu com Diná, ficaram indignados; principalmente os irmãos de Diná, que prometeram vingança.
No entanto, o Jovem Siquém muito se arrependeu de sua atitude desastrada; por isso, pediu a Hemor seu pai, para interceder junto a Jacó, pedindo a mão de Diná em casamento.
Quem mais se opôs a esta união, foram os irmãos de Diná, alegando que, além de Siquém ter cometido um ato abominável, era também um incircunciso, e adorador de deuses de pedra. Mesmo tendo Hemor pai de Siquém, sugerido a Jacó, para que seu povo se misturasse com o povo de Siquém, habitando em paz entre eles, não foi o bastante para aplacar a ira dos filhos de Jacó. Estes, usaram da sagacidade para enganar e vingar o mal que o filho de Hemor fizera à Diná.
Dizendo a Hemor que concordavam com sua proposta de paz, os filhos de Jacó, propuseram a Hemor, que todo varão, e principalmente Siquém, deixassem ser circuncidados segundo os costumes da família de Jacó e seu povo.
Hemor concordou com a proposta, e assim foi feito. Todos os varões de Siquém foram circundados. Logo após a circuncisão, os filhos de Jacó e seus comparsas, invadiram o local onde estavam os varões circuncidados, ainda sofrendo as dores, passando a fio de espada todos eles; inclusive Siquém.
Levaram também Diná e saquearam a cidade. Levaram suas ovelhas e todo bovino e tudo mais que encontraram, inclusive as mulheres e seus filhos.
Jacó jamais concordara com a atitude de seus filhos; alegando que, não queria ser mau visto entre os moradores da terra, e entre os Cananeus e Ferezeus, pois sendo em menor número, temia Jacó alguma represália desses povos citados.
Analisando friamente o ocorrido, a males que vem para o bem. Se Jacó tivesse aceitado a proposta de Hemor, em misturar os dois povos, haveria uma assimilação de culturas daquele que fosse mais frágil, e em menor número, como é natural; a atitude de Diná é um exemplo do que estamos falando; isso poderia colocar em risco, a materialização do "Gene Psíquico" do Deus Único, sendo aquele povo politeísta.
Por outro lado, Hemor não era tão bonzinho, quanto queria demonstrar; ora! Jacó era um homem de grande fortuna; e muito dinheiro, sempre estimulou a cobiça dos homens, desde os primórdios da humanidade.
Assim, o tiro saiu pela culatra neste episódio.
Siquém, filho de Hemor, príncipe daquela terra, viu Diná, tomou-a pela força, obrigando a jovem a se deitar com ele.
Porém Siquém, apaixonou-se por Diná; desejando casar-se com ela.
Os filhos de Jacó se revoltam com a atitude de Siquém; preparando para ele e sua gente uma armadilha." (Gênesis, 34-31).
Este jovem chamado Siquém, filho de Hemor, que era um príncipe daquela terra, chamada Siquém. Naturalmente, que era muito voluntarioso, e não soubera controlar seus instintos animalizados. Diná, era uma jovem, que nunca houvera saído para além das fronteiras da terra onde sempre morou com sua família.
A filha de Leia, estava deslumbrada com as novidades da terra de Siquém; o modo como se vestiam as mulheres daquele lugar, eram muito diferente; elas usavam vários ornamentos nos cabelos, orelhas, colares no pescoço, além de tinta nos olhos. Outra coisa que encantou Diná, foi a maneira como as mulheres se vestiam naquela terra; vestimentas coloridas, e deixando a mostra, partes do corpo.
Diná apenas, liberou aquilo que predominava em sua personalidade; ou seja, uma jovem em busca de aventuras.
Quando Jacó e seus filhos souberam da "tragédia" que aconteceu com Diná, ficaram indignados; principalmente os irmãos de Diná, que prometeram vingança.
No entanto, o Jovem Siquém muito se arrependeu de sua atitude desastrada; por isso, pediu a Hemor seu pai, para interceder junto a Jacó, pedindo a mão de Diná em casamento.
Quem mais se opôs a esta união, foram os irmãos de Diná, alegando que, além de Siquém ter cometido um ato abominável, era também um incircunciso, e adorador de deuses de pedra. Mesmo tendo Hemor pai de Siquém, sugerido a Jacó, para que seu povo se misturasse com o povo de Siquém, habitando em paz entre eles, não foi o bastante para aplacar a ira dos filhos de Jacó. Estes, usaram da sagacidade para enganar e vingar o mal que o filho de Hemor fizera à Diná.
Dizendo a Hemor que concordavam com sua proposta de paz, os filhos de Jacó, propuseram a Hemor, que todo varão, e principalmente Siquém, deixassem ser circuncidados segundo os costumes da família de Jacó e seu povo.
Hemor concordou com a proposta, e assim foi feito. Todos os varões de Siquém foram circundados. Logo após a circuncisão, os filhos de Jacó e seus comparsas, invadiram o local onde estavam os varões circuncidados, ainda sofrendo as dores, passando a fio de espada todos eles; inclusive Siquém.
Levaram também Diná e saquearam a cidade. Levaram suas ovelhas e todo bovino e tudo mais que encontraram, inclusive as mulheres e seus filhos.
Jacó jamais concordara com a atitude de seus filhos; alegando que, não queria ser mau visto entre os moradores da terra, e entre os Cananeus e Ferezeus, pois sendo em menor número, temia Jacó alguma represália desses povos citados.
Analisando friamente o ocorrido, a males que vem para o bem. Se Jacó tivesse aceitado a proposta de Hemor, em misturar os dois povos, haveria uma assimilação de culturas daquele que fosse mais frágil, e em menor número, como é natural; a atitude de Diná é um exemplo do que estamos falando; isso poderia colocar em risco, a materialização do "Gene Psíquico" do Deus Único, sendo aquele povo politeísta.
Por outro lado, Hemor não era tão bonzinho, quanto queria demonstrar; ora! Jacó era um homem de grande fortuna; e muito dinheiro, sempre estimulou a cobiça dos homens, desde os primórdios da humanidade.
Assim, o tiro saiu pela culatra neste episódio.
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