terça-feira, 26 de janeiro de 2016

A GÊNESIS -- JACÓ VOLTA PARA CANAÃ -- POSTAGEM -- 45.

"Disse Jacó a Labão: Passarei hoje por todo seu rebanho, separando todos os animais salpicados e malhados, e todos os morenos entre os cordeiros, e malhados entre as cabras.
Pegou Jacó varas verdes de álamo, e de castanheira, e de aveleira, descascando nelas riscas brancas, descobrindo a brancura que nelas havia.
Pôs Jacó estas varas no poço, onde o rebanho bebia água. E os animais concebiam diante das varas, e as ovelhas davam crias listradas, salpicadas e malhadas. Depois, separou este rebanho, do rebanho de Labão." (Gênesis, 30:29-43).
                         
                             Jacó usou de astúcia, para separar o seu rebanho, dos animais de seu sogro. Isso pode parecer uma fantasia por parte de Moisés, quando escreveu este texto. No entanto, o que aconteceu naquela época, é mais comum do que se pensa.
                            O que aconteceu na verdade, foi o magnetismo de Jacó, que é algo comum a todo ser humano, segundo o pesquisador, Franz Mesmer; este magnetismo, estimulado pelo simbolismo das varas de plantas, de álamo e castanheiras, induzia os animais a ter suas crias, segundo a vontade de Jacó.
                            Está claro que os mensageiros do Cristo, também ajudaram Jacó nesta empreitada. O certo é que, o rebanho de Jacó, era geneticamente mais forte e sadio, do que o rebanho de Labão.
                            Assim os fracos eram de Labão, e os fortes de Jacó. Este simbolismo é marcante porque, o rebanho que deveria crescer seria aquele em que o Senhor conduziria. O rebanho mais forte, são os que movidos pela fé no Deus Único, tornam-se no rebanho universal. 
                          

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