quarta-feira, 22 de novembro de 2023

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 91)

                                   - LIVRO DE SAMUEL - 

             

                              Despedindo-se dos israelitas e de Saul, o profeta - já em idade avançada - lembra a nação israelita, de todos os perigos advindos, da invigilância psíquica e espiritual, a que estavam sujeitos - principalmente o rei - tendo como vizinhos e inimigos, povos adoradores de falsos "deuses". Samuel, terminou seu discurso lembrando também que, aqueles que creem no Deus Único, que havia tirado seus ancestrais, da casa da servidão no Egito, também estaria com toda a Israel, se mantivessem a sintonia com este mesmo Deus; de Abraão, Isaque e Jacó. 

                              Que havia prometido aos seus pais, a Terra de Canaã. E, se eles a haviam conquistado, foi pela misericórdia, desse Deus Verdadeiro. "(...)não sigam ídolos, que não auxiliam e nem libertam, pois são vazios em mortos. Pela honra de seu nome ilustre, o Senhor não rejeitará o seu povo, porque o Senhor se dignou fazer de vocês, o povo escolhido(...)" (Samuel, 12:20-25)  

                              Concluindo, Samuel lembra-lhes, mais uma vez, da importância em renegar veementemente, as investidas, do pai da mentira e de todas as abominações. Para que não aconteça algo ainda pior; a todos eles e ao rei. 

                              Depois de ter enfrentado os perigos da Transjordânia, Sal enfrentou a investida dos Filisteus. Diante desta nova ameaça, Saul convoca três mil homens de Israel, que estavam em Macmas com ele. E, na montanha de Betel, sendo que outros mil, estavam com Jônatas em Gabaá de Benjamim. Assim, Saul, para assegurar seus domínios, adota duas medidas estratégicas; pequenas guarnições estacionadas em locais importantes. 

                            Porém, os Filisteus já conheciam o ferro, ao desembarcarem na Palestina. Adiantando-se aos israelitas neste quesito militar. O que Saul necessitava era de valor, rapidez, prudência e estratégia. Qualidades estas, que faltavam em Jônatas; filho de Saul. Este seria um novo elemento; que entraria de "paraquedas" nos planos do rei. 

                            Também, daria muitas dores de cabeça e noites mal dormidas. Em Israel, a tão esperada e desejada monarquia, não dera muito certo - não totalmente - para todos os israelitas. Infelizmente ou felizmente. Nem para os monarcas em questão, e menos ainda, para o povo. Principalmente, para aqueles que a desejaram ardentemente. 

                            Assim, de Saul, era esperado um pouco mais, que a simples paciência; a prova de sua fé. Porém, fé, estava longe do coração impulsivo e esquizofrênico; do monarca de Israel. Saul, fazia o que achava melhor, para si próprio; e depois, para Israel. Enquanto estava em seu acampamento em Guilgal, próximo ao Jordão, e no espinhaço montanhoso de Benjamim. Era uma posição privilegiada. (839m) 

                          Nessa altura dos acontecimentos, Saul, já estava sob o poder magnético, do "deus" antropomórfico. 

Continua. 

                           

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