- LIVRO DE SAMUEL -
Após ter sido ungido rei de Israel por Samuel, Saul enfrentou um grande problema, que era incursão dos Amonitas, no território chamado Jabes de Galaad. Apesar da população de Jabes tentar a paz com o chefe (Naás) este não aceitou nenhum acordo. Na verdade, a proposta do líder amonita, era inaceitável; ou seja, o olho direito de cada israelita. Sabendo disso, o recente ungido rei de Israel encheu-se de ira. Mandou mensageiros a Jabes, dizendo: "Amanhã, a salvação chegará assim que o sol esquentar". (Samuel, 11:1-9)
O rei convocou soldados para expulsar os amonitas e libertar o povo de Jabes. No total da convocação foram: Trezentos mil soldados de Israel e trinta mil de Judá. Está claro, que estes números foram exagerados. O certo é que, Saul entrando no acampamento amonita - depois de ter dividido suas forças - em três grupos, derrota os invasores.
Após a batalha, todos os israelitas queriam a morte dos derrotados; porém, disse o rei! A população enfurecida: Que aquele dia, não era de morte, e sim de vida. Pois, segundo Saul, Deus havia entregado os inimigos em suas mãos. Convida todo povo, para irem até uma região denominada Gilga; e então, inaugurar a monarquia logo após sua coroação, como rei de Israel. Depois da coroação do rei, Samuel faz seu discurso de despedida, como juiz e profeta de Israel. Como era de costume - desde os tempos de Moisés - antes da despedida de um líder, falar relembrando todos os aspectos positivos e negativos, desde que o povo israelita, havia saído do Egito e chegado na Terra Prometida.
Era normal, fazer uma recordação de benefícios, apontar os pecados, convidando à penitência. Alertando para novas e possíveis quedas e prometendo as bênçãos se, assim fossem merecedores. Então, diante do mediunismo daqueles que lá estavam para este testemunho, houve também, as manifestações da teofania. O povo responde; em momentânea surpresa, confessando seus erros e apelando para a misericórdia Divina.
O profeta, não olvidou-se em dizer que, tudo faz parte de um ciclo. Quando a maioria do povo, estiver em sintonia com o Deus Único - na abundância e na escassez - teriam paz e progresso. Somente assim, poderiam manter-se fora do alcance, das investidas do "deus" antropomórfico, pai da mentira.
Naturalmente, que este ser, não iria parar com seus planos de dominação, de todo o planeta Terra. Para tal, já estava planejando escravizar o primeiro rei de Israel, através de seu Ego adâmico. O qual o pai da mentira, já havia identificado quais eram, as principais fraquezas, do recém coroado rei de Israel.
Vaidade, orgulho, prepotência, sede de poder; e uma boa dose de esquizofrenia; a qual, iria manifestar-se ao longo do tempo. Principalmente, quando o pastor de ovelhas Davi, fora escolhido pelo Senhor, para sucedê-lo no trono de Israel.
Continua.
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