Depois de muito falar, Jó se cala. Então, eis que, outro levanta a sua voz! Não é nenhum dos três amigos do infortunado Jó. Seu nome é Eliu; filho de Baraquel, o buzita, da família de Rão; acendendo sua ira contra Jó, Eliu o acusa de falso honesto. Acusa Jó de querer demonstrar aquilo que jamais praticou.
Diz também que, Jó deseja ser maior que Deus.
Embora Eliu declara ter menor idade que Jó e seus amigos, deseja expor o quer pensa de Jó e também de seus amigos. Justifica seus silêncio até agora, porque teve medo de se pronunciar, por ser o mais novo deles. Mas, diante de tantas palavras ocas pronunciadas até agora, tanto por Jó, quanto pelos seus amigos, alega Eliu que, isto lhe deu coragem para também dar a sua opinião.
"Dizia eu: Fale os dias, e a multidão dos anos ensine a sabedoria." (Cap. 32:7).
Eliu declara que a idade apesar de trazer também a experiência tão necessária e útil ao homem, existe também os dons Divinos recebidos pelo homem, não importando sua idade.
"Na verdade, há um Espírito no homem, e o sopro do Todo Poderoso o faz sábio." (v.8).
Com isto, Eliu justifica o seu direito em também falar. Eliu disse que, todo tempo que estivera calado, ouviu atentamente todos os argumentos de Jó, como também como os de seus amigos. E disse que, não concordava com nenhum deles; pois os amigos de Jó primeiro tentaram o consolo ao amigo em aflição; depois tentaram mostrar-lhe, o que lhe acontecia, era devido a sua vida; vida esta, não tão reta assim.
E também que, depois de muito falar, os seus amigos calaram porque, não tinham mais argumentos. "Jó, os três estão pasmados, não tem mais respostas, faltam-lhes as palavras." (v.15).
Em vista do silêncio de todos, inclusive de Jó, Eliu resolveu falar!
Diz Eliu que, tem muito a dizer. O seu Espírito o obriga a dar o seu testemunho; que talvez ajudaria Jó a aceitar a sua situação. Diz também que, não irá lisonjear ninguém, e muito menos consolar.
"Permiti, pois, que eu fale para desafogar-me; abrirei os lábios e responderei." (v.20).
"Vi ainda todas as opressões que se fazem debaixo do sol; vi as lágrimas dos que foram oprimidos, sem que ninguém os consolasse; vi a violência na mão dos opressores, sem que ninguém consolasse os oprimidos." (Eclesiastes, 4:1).
Diz também que, Jó deseja ser maior que Deus.
Embora Eliu declara ter menor idade que Jó e seus amigos, deseja expor o quer pensa de Jó e também de seus amigos. Justifica seus silêncio até agora, porque teve medo de se pronunciar, por ser o mais novo deles. Mas, diante de tantas palavras ocas pronunciadas até agora, tanto por Jó, quanto pelos seus amigos, alega Eliu que, isto lhe deu coragem para também dar a sua opinião.
"Dizia eu: Fale os dias, e a multidão dos anos ensine a sabedoria." (Cap. 32:7).
Eliu declara que a idade apesar de trazer também a experiência tão necessária e útil ao homem, existe também os dons Divinos recebidos pelo homem, não importando sua idade.
"Na verdade, há um Espírito no homem, e o sopro do Todo Poderoso o faz sábio." (v.8).
Com isto, Eliu justifica o seu direito em também falar. Eliu disse que, todo tempo que estivera calado, ouviu atentamente todos os argumentos de Jó, como também como os de seus amigos. E disse que, não concordava com nenhum deles; pois os amigos de Jó primeiro tentaram o consolo ao amigo em aflição; depois tentaram mostrar-lhe, o que lhe acontecia, era devido a sua vida; vida esta, não tão reta assim.
E também que, depois de muito falar, os seus amigos calaram porque, não tinham mais argumentos. "Jó, os três estão pasmados, não tem mais respostas, faltam-lhes as palavras." (v.15).
Em vista do silêncio de todos, inclusive de Jó, Eliu resolveu falar!
Diz Eliu que, tem muito a dizer. O seu Espírito o obriga a dar o seu testemunho; que talvez ajudaria Jó a aceitar a sua situação. Diz também que, não irá lisonjear ninguém, e muito menos consolar.
"Permiti, pois, que eu fale para desafogar-me; abrirei os lábios e responderei." (v.20).
"Vi ainda todas as opressões que se fazem debaixo do sol; vi as lágrimas dos que foram oprimidos, sem que ninguém os consolasse; vi a violência na mão dos opressores, sem que ninguém consolasse os oprimidos." (Eclesiastes, 4:1).
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