Sempre que os filhos de Israel abandonava a Lei do Deus Único, o Cristo Planetário, através de seus abnegados auxiliares, inspirava alguém com mediunidade mais apurada, previamente vinda a carne com esta finalidade; para instruir os Israelitas e orientá-los no caminho certo.
A profetiza Débora, foi um desses mensageiros do Cristo Planetário. Ela atendia a todos, debaixo de uma palmeira situada entre Ramá e Betel, na região montanhosa de Efraim; sendo que, os filhos de Israel iam até ela, para ouvi-la. Lembrou a profetiza, aos líderes do povo, dizendo-lhes: "Porventura, o Senhor, Deus de Israel, não deu ordens, dizendo para marchar até o Monte Tabor com dez mil homens?" (Juízes, 4:6).
Porém, o líder Baraque disse, que somente iria se a profetisa acompanhasse os filhos de Israel naquela empreitada. Assim foi feito; Débora tomou a frente da congregação, marchando até o Monte Tabor, indo contra os seus inimigos, os cananeus, chefiados pelo comandante Sísera. O arsenal cananeu, era composto por carros de guerra de última geração; as suas rodas foram adaptadas, lâminas de metal. Segundo o texto de Juízes, eram novecentos carros de guerra. O rei de Canaã, era Jabim. Se não fosse pela fé de Débora e a força de Baraque, não teriam vencido a batalha.
Tudo isso, foi o resultado de nova queda moral dos Israelitas. Abandonaram a pureza da adoração no Deus Único, para se entregarem as abominações dos povos politeístas, após a morte de Eúde; ele foi um dos juízes, que livrou os Israelitas da opressão de Eglom, rei de Moabe, durante dezoito anos. A tática empregada para matar Eglom, está narrada em: (Juízes, 3:18-31).
Eúde, não foi propriamente um sábio; no entanto, apesar de ser portador de uma "deficiência" física, ele era canhoto; em hebraico, o termo "canhoto" significa, fechado, incapacitado. Sendo ou não deficiente, o certo é que, Eúde conseguiu aproximar-se do rei, e cumprir seu propósito.
A profetiza Débora, foi um desses mensageiros do Cristo Planetário. Ela atendia a todos, debaixo de uma palmeira situada entre Ramá e Betel, na região montanhosa de Efraim; sendo que, os filhos de Israel iam até ela, para ouvi-la. Lembrou a profetiza, aos líderes do povo, dizendo-lhes: "Porventura, o Senhor, Deus de Israel, não deu ordens, dizendo para marchar até o Monte Tabor com dez mil homens?" (Juízes, 4:6).
Porém, o líder Baraque disse, que somente iria se a profetisa acompanhasse os filhos de Israel naquela empreitada. Assim foi feito; Débora tomou a frente da congregação, marchando até o Monte Tabor, indo contra os seus inimigos, os cananeus, chefiados pelo comandante Sísera. O arsenal cananeu, era composto por carros de guerra de última geração; as suas rodas foram adaptadas, lâminas de metal. Segundo o texto de Juízes, eram novecentos carros de guerra. O rei de Canaã, era Jabim. Se não fosse pela fé de Débora e a força de Baraque, não teriam vencido a batalha.
Tudo isso, foi o resultado de nova queda moral dos Israelitas. Abandonaram a pureza da adoração no Deus Único, para se entregarem as abominações dos povos politeístas, após a morte de Eúde; ele foi um dos juízes, que livrou os Israelitas da opressão de Eglom, rei de Moabe, durante dezoito anos. A tática empregada para matar Eglom, está narrada em: (Juízes, 3:18-31).
Eúde, não foi propriamente um sábio; no entanto, apesar de ser portador de uma "deficiência" física, ele era canhoto; em hebraico, o termo "canhoto" significa, fechado, incapacitado. Sendo ou não deficiente, o certo é que, Eúde conseguiu aproximar-se do rei, e cumprir seu propósito.
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