Davi estava foragido no deserto, e muito necessitado de água e alimentos. Então, mandou mensageiros até um homem chamado Nabal, que tinha muitas posses; sendo pois muito rico. Davi pede a este homem provisões para ele e seus homens; o que foi negado por Nabal, alegando não ser ele responsável por Davi, e muito menos obrigado a alimentá-lo, e a seus homens.
Não tendo gostado da resposta de Nabal, Davi enfurecido, marcha contra o local onde residia Nabal e sua gente. Porém, Abigail esposa de Nabal, reuniu uma grande quantidade de provisões, colocou tudo em alguns camelos, partindo ao encontro de Davi. Ao encontrar o jovem guerreiro, Abigail se prostrou em terra, pedindo ao jovem que a ouvisse. A mulher de Nabal, depois de muita bajulação e lágrimas, conseguiu convencer Davi, apelando para a vaidade do mesmo.
Se foi bajulação ou sinceridade da mulher, não se pode saber. O certo é que, Abigail convenceu Davi não atacar a casa de Nabal e aceitar as provisões que havia trazido. Talvez por estar se sentindo muito solitário, Davi manda mensageiros a casa de Abigail, agora uma viúva, pedindo-a em casamento. Isso também porque, Saul tinha dado sua filha Mical, mulher de Davi, a Palti, filho de Laís, seu aliado. Abigail prontamente aceitou o pedido de casamento feito por Davi, dizendo que seria para ele como uma "serva das servas" dele; e coisa e tal!
Novamente os traiçoeiros Zifeus (moradores do deserto de zife), disseram a Saul, que Davi se encontrava no outeiro de Áquila. Mais uma vez reuniu o rei, milhares de homens partindo ao encalço de Davi. Tendo Saul acampado com seus homens, os espiões de Davi o avisaram onde se encontrava o rei e seu exército. Quando chegou no local do acampamento, Davi encontra todos adormecidos. Saul dormia ao lado de uma bilha d'água, e uma lança fincada na terra. Também estava próximo ao rei, Abner, seu fiel lugar tenente.
Estava junto a Davi, seu companheiro Abisai; que ao ver a lança ao lado do rei adormecido, diz a Davi que, aquela era uma grande oportunidade para acabar de uma vez por todas com a vida de Saul. No entanto, alega Davi que, ninguém tinha o direito de matar o "ungido do Senhor;" e não seria pela vontade dele Davi, que isso aconteceria. Depois disso, partiram furtivamente do local; levando a bilha e a lança do rei.
Quando amanheceu, Davi de longa distância, grita para Abner, mostrando-lhe a bilha com água e a lança de Saul, dizendo que não matara Saul porque não era um assassino, e nem seria capaz de tirar a vida daquele quem o Senhor ungiu. Saul ficou perplexo com a atitude de Davi; a ponto de referir-se a ele como "meu filho," no diálogo que os dois mantiveram por um longo tempo.
Nesse interim, Davi pergunta a Saul, qual o verdadeiro motivo para aquela obstinada perseguição? Dis Davi: "Por que me persegues o meu senhor assim seu servo? Que fiz eu? E que maldade se acha nas minhas mãos.?"
Então, depois de muita troca de palavras, e "mea culpa" de ambos os lados, cada um vai para seu lugar, com a certeza que nada ficara definido de vez. Davi procura outro local seguro para refugiar-se, e Saul retorna para casa; com uma sensação de rancor, frustração e com a alma "vazia." (Cap. 25, 26:1-25).
Não tendo gostado da resposta de Nabal, Davi enfurecido, marcha contra o local onde residia Nabal e sua gente. Porém, Abigail esposa de Nabal, reuniu uma grande quantidade de provisões, colocou tudo em alguns camelos, partindo ao encontro de Davi. Ao encontrar o jovem guerreiro, Abigail se prostrou em terra, pedindo ao jovem que a ouvisse. A mulher de Nabal, depois de muita bajulação e lágrimas, conseguiu convencer Davi, apelando para a vaidade do mesmo.
Se foi bajulação ou sinceridade da mulher, não se pode saber. O certo é que, Abigail convenceu Davi não atacar a casa de Nabal e aceitar as provisões que havia trazido. Talvez por estar se sentindo muito solitário, Davi manda mensageiros a casa de Abigail, agora uma viúva, pedindo-a em casamento. Isso também porque, Saul tinha dado sua filha Mical, mulher de Davi, a Palti, filho de Laís, seu aliado. Abigail prontamente aceitou o pedido de casamento feito por Davi, dizendo que seria para ele como uma "serva das servas" dele; e coisa e tal!
Novamente os traiçoeiros Zifeus (moradores do deserto de zife), disseram a Saul, que Davi se encontrava no outeiro de Áquila. Mais uma vez reuniu o rei, milhares de homens partindo ao encalço de Davi. Tendo Saul acampado com seus homens, os espiões de Davi o avisaram onde se encontrava o rei e seu exército. Quando chegou no local do acampamento, Davi encontra todos adormecidos. Saul dormia ao lado de uma bilha d'água, e uma lança fincada na terra. Também estava próximo ao rei, Abner, seu fiel lugar tenente.
Estava junto a Davi, seu companheiro Abisai; que ao ver a lança ao lado do rei adormecido, diz a Davi que, aquela era uma grande oportunidade para acabar de uma vez por todas com a vida de Saul. No entanto, alega Davi que, ninguém tinha o direito de matar o "ungido do Senhor;" e não seria pela vontade dele Davi, que isso aconteceria. Depois disso, partiram furtivamente do local; levando a bilha e a lança do rei.
Quando amanheceu, Davi de longa distância, grita para Abner, mostrando-lhe a bilha com água e a lança de Saul, dizendo que não matara Saul porque não era um assassino, e nem seria capaz de tirar a vida daquele quem o Senhor ungiu. Saul ficou perplexo com a atitude de Davi; a ponto de referir-se a ele como "meu filho," no diálogo que os dois mantiveram por um longo tempo.
Nesse interim, Davi pergunta a Saul, qual o verdadeiro motivo para aquela obstinada perseguição? Dis Davi: "Por que me persegues o meu senhor assim seu servo? Que fiz eu? E que maldade se acha nas minhas mãos.?"
Então, depois de muita troca de palavras, e "mea culpa" de ambos os lados, cada um vai para seu lugar, com a certeza que nada ficara definido de vez. Davi procura outro local seguro para refugiar-se, e Saul retorna para casa; com uma sensação de rancor, frustração e com a alma "vazia." (Cap. 25, 26:1-25).
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