quarta-feira, 27 de abril de 2016

JUIZES -- LIVRO I -- POSTAGEM -- 13.

                                   Então o rei Benadabe da Síria, tendo reunido um poderoso exército, mandou uma mensagem a Acabe, rei de Israel, dizendo que, tudo que havia em Israel seria dele; até mesmo Acabe e sua casa, lhe pertenceria. Respondeu-lhe Acabe: "Conforme a tua palavra ó rei meu senhor, teu sou eu, e tudo que tenho." (Cap. 20:1-4).
                                   Depois de mandar esta mensagem a Benadabe, Acabe vai consultar os anciãos de Israel para tomar conselhos. Os anciãos aconselham o rei a não ceder as exigências do inimigo; no entanto, Acabe manda dizer ao sírio que, não cederia territórios, e nem mais pagaria nada mais em ouro ou prata. Nesse ínterim, chega até o rei Acabe para lhe falar, um homem de Deus; no texto não especifica qual o nome do profeta, que foi procurar Acabe.
                                  Disse o profeta ao rei, que vinha em nome do Senhor dos exércitos, para dizer ao rei, que reunisse todos os jovens príncipes de todas as províncias de Israel. Ao total, eram duzentos e vinte homens. Disse também o profeta, que Acabe reunisse sete mil homens do povo, e fosse em direção ao acampamento do rei da Síria. O sírio Benadabe estava tão convicto da vitória que, permanecia em sua tenda, o tempo todo bebendo com seus aliados.
                                   Partiu então Acabe contra os sírios, pegando-os de surpresa, não tiveram tempo de se reorganizar; e assim, foram derrotados pelos israelitas que estimulados pela fé do profeta, que lhes incutira no coração, a certeza da vitória. Naqueles tempos de fé vacilante, pouco discernimento e disciplina moral, muito valia o magnetismo pessoal, de alguém com uma fé segura e firme no Deus Único. Embora tenham conseguido uma grande vitória, a guerra ainda não terminara; pois o enviado do Senhor disse que Benadabe ainda não estava totalmente vencido, e voltaria no prazo de um ano.
                                  Voltou Benadabe a reunir um grande exército contra Israel. Era tão grande o exército sírio que, diante dos israelitas, estes mais pareciam um pequeno grupo. Ficaram assim, ambos os exércitos, um diante do outro, durante sete dias. Embora superior em número, os sírios talvez estivessem receosos de atacar os israelitas; não queriam sofrer uma nova derrota humilhante. E então, no sétimo dia, começou a batalha. Novamente prevaleceu a força da fé no Deus Único, entre os israelitas; e assim saíram mais uma vez, vencedores perante o inimigo. (Cap. 20:6-30).
                                   

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