Novamente Elifaz levanta a voz, e continua a falar com o seu amigo Jó. Agora o tom de sua fala era diferente; entrando mais profundamente no campo moral. Começou a relatar a sabedoria dos antigos sábios, que tinham tido um aprendizado oral, a partir dos seus próprios pais. Estes sábios não guardaram para si, nenhum destes ensinamentos, antes anunciaram livremente a quem estivesse disposto à ouvi-los; desde que não fosse estranho aos seus rígidos códigos morais.
Segundo estes ensinamentos, a perversidade é um verdadeiro tormento para todos que com ela se vinculam. Não existindo duração permanente para a perversidade, porque o bem e a verdade são soberanas sobre o mal. O mal, somente persevera enquanto abrimos os ouvidos para ele; a efêmera prosperidade que por ventura advir do menos bom, somente assola e horroriza no final de todos aqueles que equivocadamente deram-lhe abrigo na mente e no terreno de seus corações, semeando a má semente.
Assim, o assolador, terá como recompensa a espada, porque não sairá das trevas enquanto não experimentar a saturação no mal. Vagueará no plano espiritual como cegos no vendaval; sempre famintos do conhecimento que possa livrar-lhes do tormento em que se encontram. Na carne, nunca atenderam para a verdade, a razão, e o bom senso.
Cedo conheceram a angustia, e adversidades várias, tais como a desconfiança, intrigas, e traições. Optaram pela insensatez, ao escolherem caminhos obscuros travestidos de ouro e pedras preciosas; achando que as riquezas e o poder, jamais lhes escapariam das mãos. Ofenderam o Criador ao violaram suas Leis eternas; seduziram almas inocentes aproveitando-se da sua pouca experiência de vida. Provocaram desolações e morte; na sua casa mental, habitavam senhores tenebrosos, que os escravizavam com tamanha sutileza, fazendo-os pensar que eram como deuses indestrutíveis.
Assim, não falhará a verdadeira Justiça; aquela que o ades sempre temeu e treme, só de ouvir pronunciar o Divino nome. De nada adiantará tentar se esconder, como fez Caim diante da voz flamejante do Criador! A Terra não será assolada para sempre, por estes "deuses" espantalhos; sempre cairão, pela ação de suas próprias concupiscências. Haverá sempre um monstro maior, engolindo o menor; até que tudo se consume no tempo da separação do joio e do trigo.
Haverá trevas, enquanto persistirem os homens nos excessos, e enquanto se deixarem escravizar-se pela satisfação exagerada de todos os excessos, advindos de suas mentes pantanosas. Continuou Elifaz a falar, após um novo respiro; como que para renovar o ar em seus pulmões.
Alertou para a vaidade que assola os corações desprevenidos; e desprovidos de razão. Tortuosos e desconhecido são os caminhos de um coração vaidoso; assim como uma árvore diante do vendaval, ela desfolhará seus galhos e atirará ao chão, todos os seus frutos. Mesmo com o poderoso carvalho e suas fortes e grossas raízes, não poderá resistir ao poder destrutivo do vendaval da vaidade, arrancando-a pelas raízes e atirando-a no lamaçal.
Ao passar a fúria dos ventos terríveis, vem o sol com seus escaldantes raios, aquecendo a terra. O antes vaidoso carvalho, agora ressequido pelo calor, não consegue erguer-se do chão em que se encontra. Pagou um alto preço ao seguir em companhia dos ímpios, onde somente existe malícia e iniquidades; e estéril são seus corações.
Após pronunciar estas palavras, Elifaz baixa a cabeça com os olhos fechados; como a refletir em tudo que disse.
"Mas segundo a tua dureza e coração impenitente, acumulas contra ti mesmo ira para o dia da ira e da revelação do justo juízo de Deus." (Romanos, 2:5).
Segundo estes ensinamentos, a perversidade é um verdadeiro tormento para todos que com ela se vinculam. Não existindo duração permanente para a perversidade, porque o bem e a verdade são soberanas sobre o mal. O mal, somente persevera enquanto abrimos os ouvidos para ele; a efêmera prosperidade que por ventura advir do menos bom, somente assola e horroriza no final de todos aqueles que equivocadamente deram-lhe abrigo na mente e no terreno de seus corações, semeando a má semente.
Assim, o assolador, terá como recompensa a espada, porque não sairá das trevas enquanto não experimentar a saturação no mal. Vagueará no plano espiritual como cegos no vendaval; sempre famintos do conhecimento que possa livrar-lhes do tormento em que se encontram. Na carne, nunca atenderam para a verdade, a razão, e o bom senso.
Cedo conheceram a angustia, e adversidades várias, tais como a desconfiança, intrigas, e traições. Optaram pela insensatez, ao escolherem caminhos obscuros travestidos de ouro e pedras preciosas; achando que as riquezas e o poder, jamais lhes escapariam das mãos. Ofenderam o Criador ao violaram suas Leis eternas; seduziram almas inocentes aproveitando-se da sua pouca experiência de vida. Provocaram desolações e morte; na sua casa mental, habitavam senhores tenebrosos, que os escravizavam com tamanha sutileza, fazendo-os pensar que eram como deuses indestrutíveis.
Assim, não falhará a verdadeira Justiça; aquela que o ades sempre temeu e treme, só de ouvir pronunciar o Divino nome. De nada adiantará tentar se esconder, como fez Caim diante da voz flamejante do Criador! A Terra não será assolada para sempre, por estes "deuses" espantalhos; sempre cairão, pela ação de suas próprias concupiscências. Haverá sempre um monstro maior, engolindo o menor; até que tudo se consume no tempo da separação do joio e do trigo.
Haverá trevas, enquanto persistirem os homens nos excessos, e enquanto se deixarem escravizar-se pela satisfação exagerada de todos os excessos, advindos de suas mentes pantanosas. Continuou Elifaz a falar, após um novo respiro; como que para renovar o ar em seus pulmões.
Alertou para a vaidade que assola os corações desprevenidos; e desprovidos de razão. Tortuosos e desconhecido são os caminhos de um coração vaidoso; assim como uma árvore diante do vendaval, ela desfolhará seus galhos e atirará ao chão, todos os seus frutos. Mesmo com o poderoso carvalho e suas fortes e grossas raízes, não poderá resistir ao poder destrutivo do vendaval da vaidade, arrancando-a pelas raízes e atirando-a no lamaçal.
Ao passar a fúria dos ventos terríveis, vem o sol com seus escaldantes raios, aquecendo a terra. O antes vaidoso carvalho, agora ressequido pelo calor, não consegue erguer-se do chão em que se encontra. Pagou um alto preço ao seguir em companhia dos ímpios, onde somente existe malícia e iniquidades; e estéril são seus corações.
Após pronunciar estas palavras, Elifaz baixa a cabeça com os olhos fechados; como a refletir em tudo que disse.
"Mas segundo a tua dureza e coração impenitente, acumulas contra ti mesmo ira para o dia da ira e da revelação do justo juízo de Deus." (Romanos, 2:5).
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