Continuando a sua fala Jó, analisa agora um aspecto que ainda não fora cogitado por ele, e nem pelos seus amigos. Até então, ambos haviam falado das mazelas do próprio Jó, e da humanidade em geral, com seus defeitos e suas virtudes eventuais. Mas, principalmente, tinham refletido a respeito do Criador, e de suas Leis infalíveis e eternas.
Jó, começa dizendo que, o homem apropria-se das riquezas da terra.
E como faz isso? Segundo Jó, o homem começa a exploração da terra, no lugar onde existem a possibilidade de extração de minerais preciosos. Isso remonta o atávico do homem em sua fase primitiva. É uma herança trazida para o planeta Terra, através da raça Adâmica; representada pelos deportados do planeta Capella.
Sendo que os primatas do nosso orbe, não tinham em sua mente, este tipo de ambição. Assim, logo que, o deportado deparou com este tipo de mineral que, em seu subconsciente estava registrado como "tesouro precioso," e de grande valor; proporcionando ao seu dono, riqueza e poder, tratou de inventar meios para extraí-lo em grande quantidade.
"Na verdade, a prata tem suas minas, e o ouro que se refina, o seu lugar." (Cap.28:1).
E assim, segundo Jó, o homem foi descobrindo e extraindo da terra, não o alimento, mas os metais que lhe garantiram poder e riquezas cada vez maiores. E na mesma medida, todo tipo de torpeza, violência, destruição, sofrimento e morte.
Para conseguir estes tesouros ocultos nas entranhas da terra, o homem não se importa de fazer alianças, com o que de mais trevoso e sombrio, existente no mundo. "Os homens põem termo à escuridão e até aos últimos confins procuram as pedras ocultas nas trevas e na densa escuridade." (v.3).
Em sua louca ambição pelos tesouros escondidos nas rochas mais profundas, o homem começa a escravizar seu semelhante mais fraco e indefeso. O resultado da loucura humana, que toma conta do seu ser, como uma febre que nunca cessa, é a fome e as doenças, resultando na morte de centenas de almas.
"Da terra procede o pão, mas embaixo é revolvida como por fogo." (v.5).
Na sua narrativa, Jó lembra as belezas da natureza, onde estão as maiores riquezas, doadas aos homens pelo Todo Poderoso, para ser usufruído com amor e cuidado, para não faltar ao homem o seu necessário.
"Essa vereda, a ave de rapina a ignora, e jamais a viram os olhos do falcão. Nunca a pisaram as feras majestosas, nem o leãozinho passou por ela." (v.7-8).
Para satisfazer sua ambição em acumular tesouros, o homem atrevidamente, destrói a Obra do Criador. Não se importa em causar prejuízos aos irmãos que dependem das riquezas naturais oferecidas pela terra, de onde tiram o sustento para sua sobrevivência.
"Abrem canais nas pedras, e os seus olhos veem tudo o que há de mais precioso. Tapa os veios de água, e nem uma gota sai deles, a traz à luz o que estava escondido." (v.10-11).
"Tudo quanto desejaram meus olhos não lhes neguei, nem privei o coração de alegria alguma, pois eu me alegrava com todas as minhas fadigas, e isso era a recompensa de todas elas." (Eclesiastes, 2:10).
Jó, começa dizendo que, o homem apropria-se das riquezas da terra.
E como faz isso? Segundo Jó, o homem começa a exploração da terra, no lugar onde existem a possibilidade de extração de minerais preciosos. Isso remonta o atávico do homem em sua fase primitiva. É uma herança trazida para o planeta Terra, através da raça Adâmica; representada pelos deportados do planeta Capella.
Sendo que os primatas do nosso orbe, não tinham em sua mente, este tipo de ambição. Assim, logo que, o deportado deparou com este tipo de mineral que, em seu subconsciente estava registrado como "tesouro precioso," e de grande valor; proporcionando ao seu dono, riqueza e poder, tratou de inventar meios para extraí-lo em grande quantidade.
"Na verdade, a prata tem suas minas, e o ouro que se refina, o seu lugar." (Cap.28:1).
E assim, segundo Jó, o homem foi descobrindo e extraindo da terra, não o alimento, mas os metais que lhe garantiram poder e riquezas cada vez maiores. E na mesma medida, todo tipo de torpeza, violência, destruição, sofrimento e morte.
Para conseguir estes tesouros ocultos nas entranhas da terra, o homem não se importa de fazer alianças, com o que de mais trevoso e sombrio, existente no mundo. "Os homens põem termo à escuridão e até aos últimos confins procuram as pedras ocultas nas trevas e na densa escuridade." (v.3).
Em sua louca ambição pelos tesouros escondidos nas rochas mais profundas, o homem começa a escravizar seu semelhante mais fraco e indefeso. O resultado da loucura humana, que toma conta do seu ser, como uma febre que nunca cessa, é a fome e as doenças, resultando na morte de centenas de almas.
"Da terra procede o pão, mas embaixo é revolvida como por fogo." (v.5).
Na sua narrativa, Jó lembra as belezas da natureza, onde estão as maiores riquezas, doadas aos homens pelo Todo Poderoso, para ser usufruído com amor e cuidado, para não faltar ao homem o seu necessário.
"Essa vereda, a ave de rapina a ignora, e jamais a viram os olhos do falcão. Nunca a pisaram as feras majestosas, nem o leãozinho passou por ela." (v.7-8).
Para satisfazer sua ambição em acumular tesouros, o homem atrevidamente, destrói a Obra do Criador. Não se importa em causar prejuízos aos irmãos que dependem das riquezas naturais oferecidas pela terra, de onde tiram o sustento para sua sobrevivência.
"Abrem canais nas pedras, e os seus olhos veem tudo o que há de mais precioso. Tapa os veios de água, e nem uma gota sai deles, a traz à luz o que estava escondido." (v.10-11).
"Tudo quanto desejaram meus olhos não lhes neguei, nem privei o coração de alegria alguma, pois eu me alegrava com todas as minhas fadigas, e isso era a recompensa de todas elas." (Eclesiastes, 2:10).
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