quinta-feira, 19 de abril de 2018

FÍSICA UNIVERSAL -- PARTE 31.

GENEALOGIA DE JESUS (CONTINUAÇÃO).
               
                      Na genealogia do evangelista Mateus, vemos que ele iniciou sua narrativa, com o Patriarca Abraão. A Centelha Divina estava com Abraão; segundo o Evangelista.
                      De certa forma, ele não estava errado. Porque, foi exatamente na mente de Abraão, que o Cristo Planetário semeou o GENE psíquico do Deus Único; para que assim esta "semente" desse frutos e no futuro; se materializasse com Maria e José, recebendo o Salvador, o Messias prometido.
                      Esta Semente Divina percorreu várias gerações; até que todo povo judeu, se conscientizou na crença do Deus  Único e Verdadeiro; Soberanamente Bom e Justo, Criador de todos os seres e de todas as coisas. Onipresente e Onisciente (que tudo sabe e conhece).
                     Então, Abraão simbolicamente é o pai da multidão;  ou pai da matéria, que se multiplica através dos elementos contidos na "Tabela Periódica."
                     Onde dá início a evolução a partir do mineral, com todas as suas fazes; no vegetal com todas as suas fases; e no animal com todas as suas fases; até atingir o hominal, com razão e sentimento primitivo.
                     Depois temos David; sendo o significado do seu nome,  o "bem amado." 
                     Com David temos a simbologia do início da evolução das emoções; ainda vinculada a satisfação dos sentidos (materialismo). Nesta fase, o que se denomina  "amor;" é muito vinculado ao egoísmo e o sentimento de posse. (amor próprio) É um sentimentalismo exagerado.
                   Devemos lembrar  que, David foi pastor de ovelhas durante muito tempo. Nesta fase de sua vida, ele pode desenvolver sua sensibilidade para a música. Mesmo sendo seu instrumento musical, rudimentar (cítara) contribuiu para o desenvolvimento de sua mediunidade.
                  David compôs os Salmos, inspirado por um mensageiro do Cristo Planetário, para louvar a glória de YAHWEH.
                  Talvez David, tenha sido o primeiro "musicoterapêutico do mundo; visto que, somente ele conseguia acalmar os "surtos" psicóticos do rei Saul, quando este era atormentado pelos Espíritos das trevas.
                 Continuando sua jornada, o GENE psíquico do Deus Único, estagia em um período muito crítico para o povo hebreu,  durante o cativeiro da Babilônia. O significado de "Babel" é confusão.
                Nesta fase, o povo encontra a dúvida, a inquietação, o medo, insegurança. A hesitação do seu intelecto, devido os fatores citados, o choque de culturas. Babilônia era uma civilização baseada no "Zoroastrismo." Abominação para os judeus, cuja crença no Deus Único, estava adormecida no fundo de sua mente e de seu coração.
                Este esquecimento por parte dos israelitas, foi o que os levaram a serem escravos, de um povo mais poderoso e organizado. 
                Este período foi benéfico para os judeus, porque somente assim, concluíram que violaram todas as Leis do Deus Único; que foi transmitida a eles por Moisés.
                Então finalmente perceberam que, ao se vincularem a "deuses" de pedra, também se vincularam ao materialismo e a satisfação dos sentidos. Praticando atos abomináveis e blasfemando contra YAHWEH.
                 Percebendo que tudo na vida é ilusório e passageiro.

Continua.
                 
                     

Nenhum comentário:

Postar um comentário

O CRISTO CÓSMICO E OS DRAGÕES DA MALDADE.

                                                       Uma leitura Filosófico-doutrinária. 1. Introdução: O Cosmos e a Hierarquia Moral dos ...