O MASSACRE DOS INOCENTES. (Mateus, 2:16-18).
16- Herodes, vendo-se iludido pelos magos, ficou irado, e mandou matar os meninos em Belém e em todo o seu termo, de dois anos para baixo, conforme o tempo que tinha com precisão indagado dos magos.
17- Então cumpriu-se o que foi dito pelo profeta Jeremias:
18- "Ouviu-se um clamor em Ramá, choro e grande lamento; Raquel chorando seus filhos, e não querendo ser consolada porque eles se foram."
Herodes ficou com muito ódio, por ter sido enganado pelos magos, que sabiam de sua cobiça assassina. E então determinou que fossem mortas, toda criança de dois anos para baixo. Não somente em Belém, e em todos os territórios que circundavam a cidade. Foram mortas, em torno de 20 (vinte) ´crianças até dois anos de idade.
Este rei já havia assassinado seu genro, seus filhos Alexandre e Aristóbulo; sua esposa Mariana, e outro filho Antipar. Sendo este, morto no anfiteatro de Jericó.
Segundo relatos da espiritualidade maior, estas crianças que foram mortas pelo rei, seriam em vidas passadas, aqueles 20 (vinte) soldados que a mando do profeta Elias (futura reencarnação de João Batista que também morreu pela espada), mataram os 450 sacerdotes de Baal. (Reis, 18:40; 19:1).
Elias, que era João Batista reencarnado, resgatou seu débito perante a Lei de Causa e Efeito, ao ser degolado a mando de Herodes. Portanto, morreu na idade adulta. Aqueles homens, que sob suas ordens no passado distantes, degolaram os 450 sacerdotes, morreram na infância. Estavam obedecendo ordens; portanto os seus compromissos tinham menor gravidade perante a Lei de Deus. Por isso o sofrimento daquelas crianças foi menor.
A frase de Jeremias: "...Raquel chorando seus filhos..." (Jeremias, 31:15), é apenas um simbolismo; lembrando Raquel mãe de José e de Benjamim, quando lamentava os israelitas, séculos depois ficaram prisioneiros de Nabucodonosor, em Ramá ao norte de Jerusalém.
Este fato não teve relação com a morte dos infantes. Sendo apenas figura de retórica.
A morte dos pequeninos, simbolicamente representa a fragilidade espiritual do ser humano, em sua vivência na matéria. É a total falta de equilíbrio entre razão e sentimento.
Então, a criatura humana vincula-se ao amor "próprio;" animalesco e irracional. Mata-se por "amor", e comete todo o tipo de iniquidades por um sentimentalismo equivocado, egoísta, prepotente, invejoso. E também pelo medo de perder seu poder temporal.
Existem vários fatores na vida material das criaturas, que as levam a cometer grandes erros, em nome de uma estabilidade material e uma felicidade efêmera e ilusória. A pessoa mente para ela mesma. É como seguir o coelho branco da Alice do pais das maravilhas.
Existe também as ilusões do intelectualismo. Fala-se muito, mas pratica-se quase ou nada do que falou. Exemplo: O intelectualismo das ciências humanas na época atual.
Temos também como exemplo, o intelectualismo religioso, muito comum nas organizações religiosas profissionais. Falam muito do Evangelho! Mas seus dirigente na maioria das vezes, não praticam aquilo que pregaram em seus templos.
Os centros espiritas, também não estão isentos do dogmatismo religioso. Existem muitos médiuns sendo iludidos por Espíritos das trevas, a realizar e falar coisas totalmente contrarias aos ensinamentos de Jesus.
Disputam cargos de importância na diretoria dos Centros Espíritas, provocando desunião entre os demais integrantes do grupo espírita. Introduzem estudos de temas, totalmente contrários aos ensinamentos contidos no Evangelho de Amor.
Não seguem os princípios da Doutrina dos Espíritos, cujo lema é: Deus, Cristo, Caridade. E cuja base é o Evangelho de Amor. É claro que não são todos os centros espíritas que se deixam dominar pelos desenganos; como também, não são todas as igrejas do ramo cristão, que também estão sob o jugo do mal.
Felizmente ainda encontramos cristãos verdadeiros, em todas as ramificações do tronco judaico-cristão. Jesus protege a todos que seguem seus passos. Todas as religiões são boas para os seus seguidores.
No entanto, todos nós seres humanos, temos que aprender à agir de acordo com os princípios do bem; para que sejamos éticos e íntegros. Para alcançarmos isto, temos que reeducar nossos sentimentos.
Não pensar somente em nós próprios, mas também naqueles que tem menos do que nós. Seja na questão material ou moral. Quando alguém nos procura pedindo ajuda, é porque foi encaminhada até nós por Deus.
Faremos por esta pessoa, aquilo que estiver ao nosso alcance; e não o que ela exigir que façamos. Aquele que faz o que pode, está fazendo o máximo.
A simbologia de Herodes, representa o materialismo e a sede de poder dos homens insensatos e criminosos. É o mergulho em tudo que é irracional e a satisfação dos sentidos.
A fuga para o Egito, é o isolamento! A meditação pela prece, o recolhimento dentro de si mesmo, para se fortalecer e assim enfrentar todos os problemas existenciais, com segurança e paz. Evitando a ansiedade, as inseguranças e medos.
Os infantes que morreram pela espada naquela noite sombria, simbolicamente falando, são os massacrados pelo egoísmo, vaidade, intolerância, impaciência, depressão, fobias, intelectualismo, materialismo, ambição desenfreada e pelo espiritualismo mal orientado e místico.
Continua.
16- Herodes, vendo-se iludido pelos magos, ficou irado, e mandou matar os meninos em Belém e em todo o seu termo, de dois anos para baixo, conforme o tempo que tinha com precisão indagado dos magos.
17- Então cumpriu-se o que foi dito pelo profeta Jeremias:
18- "Ouviu-se um clamor em Ramá, choro e grande lamento; Raquel chorando seus filhos, e não querendo ser consolada porque eles se foram."
Herodes ficou com muito ódio, por ter sido enganado pelos magos, que sabiam de sua cobiça assassina. E então determinou que fossem mortas, toda criança de dois anos para baixo. Não somente em Belém, e em todos os territórios que circundavam a cidade. Foram mortas, em torno de 20 (vinte) ´crianças até dois anos de idade.
Este rei já havia assassinado seu genro, seus filhos Alexandre e Aristóbulo; sua esposa Mariana, e outro filho Antipar. Sendo este, morto no anfiteatro de Jericó.
Segundo relatos da espiritualidade maior, estas crianças que foram mortas pelo rei, seriam em vidas passadas, aqueles 20 (vinte) soldados que a mando do profeta Elias (futura reencarnação de João Batista que também morreu pela espada), mataram os 450 sacerdotes de Baal. (Reis, 18:40; 19:1).
Elias, que era João Batista reencarnado, resgatou seu débito perante a Lei de Causa e Efeito, ao ser degolado a mando de Herodes. Portanto, morreu na idade adulta. Aqueles homens, que sob suas ordens no passado distantes, degolaram os 450 sacerdotes, morreram na infância. Estavam obedecendo ordens; portanto os seus compromissos tinham menor gravidade perante a Lei de Deus. Por isso o sofrimento daquelas crianças foi menor.
A frase de Jeremias: "...Raquel chorando seus filhos..." (Jeremias, 31:15), é apenas um simbolismo; lembrando Raquel mãe de José e de Benjamim, quando lamentava os israelitas, séculos depois ficaram prisioneiros de Nabucodonosor, em Ramá ao norte de Jerusalém.
Este fato não teve relação com a morte dos infantes. Sendo apenas figura de retórica.
A morte dos pequeninos, simbolicamente representa a fragilidade espiritual do ser humano, em sua vivência na matéria. É a total falta de equilíbrio entre razão e sentimento.
Então, a criatura humana vincula-se ao amor "próprio;" animalesco e irracional. Mata-se por "amor", e comete todo o tipo de iniquidades por um sentimentalismo equivocado, egoísta, prepotente, invejoso. E também pelo medo de perder seu poder temporal.
Existem vários fatores na vida material das criaturas, que as levam a cometer grandes erros, em nome de uma estabilidade material e uma felicidade efêmera e ilusória. A pessoa mente para ela mesma. É como seguir o coelho branco da Alice do pais das maravilhas.
Existe também as ilusões do intelectualismo. Fala-se muito, mas pratica-se quase ou nada do que falou. Exemplo: O intelectualismo das ciências humanas na época atual.
Temos também como exemplo, o intelectualismo religioso, muito comum nas organizações religiosas profissionais. Falam muito do Evangelho! Mas seus dirigente na maioria das vezes, não praticam aquilo que pregaram em seus templos.
Os centros espiritas, também não estão isentos do dogmatismo religioso. Existem muitos médiuns sendo iludidos por Espíritos das trevas, a realizar e falar coisas totalmente contrarias aos ensinamentos de Jesus.
Disputam cargos de importância na diretoria dos Centros Espíritas, provocando desunião entre os demais integrantes do grupo espírita. Introduzem estudos de temas, totalmente contrários aos ensinamentos contidos no Evangelho de Amor.
Não seguem os princípios da Doutrina dos Espíritos, cujo lema é: Deus, Cristo, Caridade. E cuja base é o Evangelho de Amor. É claro que não são todos os centros espíritas que se deixam dominar pelos desenganos; como também, não são todas as igrejas do ramo cristão, que também estão sob o jugo do mal.
Felizmente ainda encontramos cristãos verdadeiros, em todas as ramificações do tronco judaico-cristão. Jesus protege a todos que seguem seus passos. Todas as religiões são boas para os seus seguidores.
No entanto, todos nós seres humanos, temos que aprender à agir de acordo com os princípios do bem; para que sejamos éticos e íntegros. Para alcançarmos isto, temos que reeducar nossos sentimentos.
Não pensar somente em nós próprios, mas também naqueles que tem menos do que nós. Seja na questão material ou moral. Quando alguém nos procura pedindo ajuda, é porque foi encaminhada até nós por Deus.
Faremos por esta pessoa, aquilo que estiver ao nosso alcance; e não o que ela exigir que façamos. Aquele que faz o que pode, está fazendo o máximo.
A simbologia de Herodes, representa o materialismo e a sede de poder dos homens insensatos e criminosos. É o mergulho em tudo que é irracional e a satisfação dos sentidos.
A fuga para o Egito, é o isolamento! A meditação pela prece, o recolhimento dentro de si mesmo, para se fortalecer e assim enfrentar todos os problemas existenciais, com segurança e paz. Evitando a ansiedade, as inseguranças e medos.
Os infantes que morreram pela espada naquela noite sombria, simbolicamente falando, são os massacrados pelo egoísmo, vaidade, intolerância, impaciência, depressão, fobias, intelectualismo, materialismo, ambição desenfreada e pelo espiritualismo mal orientado e místico.
Continua.
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