terça-feira, 3 de julho de 2018

FÍSICA UNIVERSAL - A PROVAÇÃO DE JESUS - PARTE 44.

CONTINUAÇÃO

A SEGUNDA PROVAÇÃO - o EU vaidoso e personalístico comanda as ações, achando-se diferente e superior as demais pessoas que estiverem na mesma sociedade que ele.
                                   É uma das mais difíceis provações a ser vencidas, pelo Espírito mergulhado neste tipo de provação.
                                   "Lança-se do pináculo do templo." (parte mais alta do templo).
                                   Manifestação das emoções, grandes realizações. Pensa que é o escolhido de Deus; e este o protegerá de todas as suas loucas ideias. Na sua imaginação, é um privilegiado; não percebe que está sendo manipulado por entidade extremamente ligadas a maldade; cujo principal objetivo  é a dominação de mentes e sentimentos. É um grau elevado de fascinação.
                                 O raciocínio fica totalmente a mercê de entidades malignas; de grande poder magnético e profundo conhecedor de psicologia do comportamento e da alma humana.
                                 Levam o indivíduo a perder totalmente a  razão e o bom senso. O egocentrismo começa a tomar proporções alarmantes, cujo objetivo agora é o poder religioso; e a curto prazo o poder econômico e político. Está montada uma organização religiosa profissional; que se estenderá por muitos países.
                                 Quem comanda este tipo de organização é o único detentor de toda "sabedoria" porque em sua loucura, pensa que fala com o próprio Deus. É uma justificativa para satisfazer seus desejos carnais, e se tornar um líder religioso inquestionável.
                                 Logo após a partida do Cristo para as Dimensões inimagináveis para o nosso pobre raciocínio, começaram a surgir as dissidências religiosas; começando com o surgimento da igreja romana, através do imperador Constantino; durante o concílio de Niceia.
                                Surgiram também movimentos filosóficos, cujo misticismo fizeram com que ganhassem milhões de adeptos no ocidente. Eram as falanges do mal, agindo na mente dos homens com o objetivo de confundir, dividir e dominar.
                                Todos estes movimentos místicos prometiam a felicidade instantânea, resolução de todos os problemas  existenciais de maneira bem rápida. Na verdade eram vendedores de ilusão. Incentivando as criaturas a não olhar no espelho da alma, para não sair das ilusões efêmeras.
                               Assim estas criaturas que pertenciam a estes grupos místicos, eram levados à acreditar que possuíam uma proteção especial de entidades espirituais. Então quando desencarnavam, pela Lei de atração dos semelhantes, formavam  o mesmo grupo no Plano Espiritual, retardando sua evolução.
                             Levam para o além, todas suas mazelas; continuando a agir como se ainda estivessem encarnadas. Tentando conseguir no Plano Espiritual, aquilo que não conseguiram realizar quando estavam encarnados na matéria.
                            Então começam a procurar médiuns encarnados e invigilantes, que estiverem em sintonia com estas entidades malignas, para atingir seus objetivos de dominação. Estas organizações continuam na Terra, sob  a influência de entidades desencarnadas para que seus objetivos sejam atingidos.
                           Tudo muito bem organizado e planejado.
                            A separação continua! Porque estas entidades indicam livros específicos através da intuição, para que possam dar continuidade à a sua dominação e fascinação das criaturas encarnadas, conseguindo cada vez mais adeptos.
                           O principal objetivo é incentivar este pensamento "separatista" cada vez mais; e assim cumprir a meta de fazer com que todos cedam a tentação de "atirar-se do pináculo do templo" das verdades e cair no labirinto das paixões materialistas satisfazendo todos os desejos.
                         Uma outra visão destas provações, é a ilusão da magia, dos poderes magnéticos. Pensando que podem dominar espíritos elementais (aqueles que ainda estão em transição entre o animal e a razão).
                         Poderes do ocultismo, que podem trazer para aqueles que se dedicam a estas práticas, bens materiais e prestígio junto aos incautos e invigilantes; que pensam resolver seus problemas, apenas através do dinheiro. (compra de indulgências).
                        Esta classe de seres humanos, está em melhores condições que a anterior porque já possuem o conhecimento intelectual. Assim, tem condições de superar este tipo de provações, promovendo a auto renúncia do "EU" menor. "Não tentarás o Senhor teu Deus." Significando: "Não querer superar o seu "EU" superior; não imporá a ele nada que ele não queira fazer; e nenhum favor especial, que poderá prejudicar sua evolução espiritual." "Renúncia de todas as vaidades; principalmente de querer ser chamado de Pai ou mestre." (A ninguém na Terra chamarás de vosso pai, porque só UM é vosso Pai; aquele está no Céu; nem queira ser chamados de Mestre, porque um só é vosso Mestre; o Cristo." Mateus, 23:9-10). É o Cristo interno que está em todo ser humano; e não apenas em um grupo de privilegiados.
                   Jesus nos deu o maior exemplo de fortaleza contra todo tipo de provações; pregando um IDEAL, e não chefiando nenhum tipo de movimento revestido de paixões puramente humanas.
                   Atendeu aos judeus, mas não os afastou ou renegou Moisés; curou a sírio-fenícia sem condenar seus ídolos; nunca condenou ou arrancou o santuário romano com seus "deuses" de pedra; exemplificando a caridade sem preconceitos, citou a  parábola do bom samaritano de religião diferente da sua, como exemplo de amor e caridade.
                  Renunciou a própria personalidade, para que o Cristo agisse através dELe ("NELE habitou corporalmente toda plenitude da Divindade"). (Colossenses, 2:9).
                  Por isso, foi durante séculos confundido com o próprio Deus; devido ao seu "mergulho das águas da matéria (líquido amniótico). Encarnando como Filho do homem, humilhando-se e obediente a "morte" no madeiro infamante para salvar o que estava perdido.

Continua.
        
                         
                        
                           
                                 
                                
                                   

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