AS VIRTUDES E OS VÍCIOS. (continuação).
899- Sendo a vida material apenas um estágio temporário nesse mundo e devendo o futuro constituir objeto da nossa principal preocupação, será útil nos esforcemos por adquirir conhecimento científico?
Sim. Porque adquirindo conhecimentos estaremos aptos à ajudar nossos semelhantes; isso ajuda na evolução do Espírito na sua jornada rumo as dimensões superiores.
Todo conhecimento é útil e ajuda o Espírito no seu aperfeiçoamento moral e intelectual. Para atingir seu aperfeiçoamento, seu aprendizado é infinito.
900- Aquele que incessantemente acumula bens materiais, sem fazer o bem a quem quer que seja, achará justificativa, que valha, na circunstância de acumular com a desculpa de maior soma deixar aos seus herdeiros?
Adquiriu compromisso com a má consciência.
901- Dois avarentos; um deles nega a si mesmo o necessário e morre na miséria sobre o seu tesouro, o segundo é avarento só para os outros, sendo generoso para ele próprio; enquanto recua diante o menor sacrifício para prestar um serviço ou fazer algo útil, não encontra dificuldade para satisfazer os seus gostos e a suas paixões.
Quando alguém pede-lhe um favor, nunca está pronto para atender o pedido; imagine, porém, realizar fantasia e terá sempre o bastante para isso. Qual o mais culpado e qual o que se achará em pior situação no mundo dos Espíritos?
Aquele que vive para o gozo, pois é mais egoísta que o avarento; que morreu na miséria tendo condições para viver com conforto. Esse já recebeu parte de sua punição.
902- Será reprovável que cobicemos a riqueza, quando temos vontade de fazer o bem?
É um sentimento puro se for sincero. Esse sentimento está ocultando algum interesse pessoal? É para fazer o bem a si mesmo? E não aqueles que são carentes de ajuda?
903- Será culpado o homem por estudar os defeitos alheios?
Se for somente para criticar e divulgar, será culpado de uma grave atitude; pois estará faltando com a caridade. Se esse estudo for para tentar evitar um comportamento que poderia levar a erros, pode ter algum proveito.
O que importa é fazer uma análise em nossa consciência para saber se o defeito que estamos analisando nas pessoas, existe em nós ou não. Quando a resposta é positiva, temos primeiro corrigir o defeito em nós.
Somente assim podemos orientar com segurança, aquele que tiver um menor progresso moral. A nossa segurança estará visível em nossas atitudes retas, e quando não aplicar em nós a máxima de Jesus: "Vê o argueiro no olho do seu vizinho e não vê a trave no seu olho."
Continua.
899- Sendo a vida material apenas um estágio temporário nesse mundo e devendo o futuro constituir objeto da nossa principal preocupação, será útil nos esforcemos por adquirir conhecimento científico?
Sim. Porque adquirindo conhecimentos estaremos aptos à ajudar nossos semelhantes; isso ajuda na evolução do Espírito na sua jornada rumo as dimensões superiores.
Todo conhecimento é útil e ajuda o Espírito no seu aperfeiçoamento moral e intelectual. Para atingir seu aperfeiçoamento, seu aprendizado é infinito.
900- Aquele que incessantemente acumula bens materiais, sem fazer o bem a quem quer que seja, achará justificativa, que valha, na circunstância de acumular com a desculpa de maior soma deixar aos seus herdeiros?
Adquiriu compromisso com a má consciência.
901- Dois avarentos; um deles nega a si mesmo o necessário e morre na miséria sobre o seu tesouro, o segundo é avarento só para os outros, sendo generoso para ele próprio; enquanto recua diante o menor sacrifício para prestar um serviço ou fazer algo útil, não encontra dificuldade para satisfazer os seus gostos e a suas paixões.
Quando alguém pede-lhe um favor, nunca está pronto para atender o pedido; imagine, porém, realizar fantasia e terá sempre o bastante para isso. Qual o mais culpado e qual o que se achará em pior situação no mundo dos Espíritos?
Aquele que vive para o gozo, pois é mais egoísta que o avarento; que morreu na miséria tendo condições para viver com conforto. Esse já recebeu parte de sua punição.
902- Será reprovável que cobicemos a riqueza, quando temos vontade de fazer o bem?
É um sentimento puro se for sincero. Esse sentimento está ocultando algum interesse pessoal? É para fazer o bem a si mesmo? E não aqueles que são carentes de ajuda?
903- Será culpado o homem por estudar os defeitos alheios?
Se for somente para criticar e divulgar, será culpado de uma grave atitude; pois estará faltando com a caridade. Se esse estudo for para tentar evitar um comportamento que poderia levar a erros, pode ter algum proveito.
O que importa é fazer uma análise em nossa consciência para saber se o defeito que estamos analisando nas pessoas, existe em nós ou não. Quando a resposta é positiva, temos primeiro corrigir o defeito em nós.
Somente assim podemos orientar com segurança, aquele que tiver um menor progresso moral. A nossa segurança estará visível em nossas atitudes retas, e quando não aplicar em nós a máxima de Jesus: "Vê o argueiro no olho do seu vizinho e não vê a trave no seu olho."
Continua.
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