sábado, 12 de março de 2022

TRABALHADORES.

"Procura apresentar-te a Deus aprovado como obreiro que não tem o que envergonhar-se." (II Timóteo, 2;15) 

                       Mediante a jornada do homem na Terra, este tem idealizado várias maneiras de apresentar-se diante do Criador. Porém, a criatura humana tem esquecido de algo muito importante, quando deixa o vaso físico a caminho do mundo maior. Não faz a devida desvinculação com o mundo material, como se pudesse levar daqui seus bens materiais. Mesmo que em seu íntimo deseje apresentar-se como se santo fora, olvidou de preparar-se adequadamente para isso, ao priorizar os desejos materialistas. 

                       Assim sendo, sua consciência - guardiã da Lei de Deus - sente-se preza à culpa, impede-lhe de ajuntar-se aos verdadeiros obreiros da seara Divina. Sendo o mundo o local onde resgatamos compromissos perante a Lei Divina, tanto a enxada como os títulos acadêmicos, deveriam caminhar de mãos dadas como ensinou e exemplificou o Mestre Jesus. É  uma interdependência que jamais deveria ser negligenciada e nem considerado humilhantes as atividades profissionais denominadas de braçais. 

                       Qualquer atividade destinada a manutenção das famílias, sejam elas advindas de cátedras ou do trabalho humilde, fazem parte de diferentes degraus da hierarquia cooperativa, promotoras da evolução infinita. Os caminhos edificantes não fazem distinção nenhuma porque são para todos. Em determinados locais os braços removem a terra; e em outros  - nos hospitais por exemplo - são tipos de remoções diferentes; porém o objetivo é o mesmo. Manutenção e evolução da espécie humana. Sendo o Espírito o fundamento vivo do serviço manifestado. 

                       Mesmo sendo classificado cada atividade profissional em atividades diversificadas, o campo é um somente. Assim sendo, não deveria haver títulos honoríficos e cátedras; e sim a realidade e reconhecimento que, cada um está fazendo o que pode para que todos vivam e caminhem em perfeita harmonia, rumo a redenção. Cujo prêmio é 

 o Reino de Deus. Lembrando de Paulo, todo esforço façamos, para apresentarmo-nos diante do altar do Senhor como OBREIRO APROVADO. 

Muita Paz.

                       

                       

                          

 

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