terça-feira, 16 de maio de 2023

O ARADO.

  E Jesus disse-lhe: Ninguém, que ao pegar no arado e olha para trás é digno para o Reino de Deus. - (Lucas, 9:62)  

                 

                               Este é uma simbologia muito bem apropriada, para que entendamos a conquista do Reino Divino.  

                               Como o próprio Cristo já havia dito: "O Reino de Deus, não vem com aparência mundana" e nem é gratuito. É antes, uma conquista do Espírito, pela vontade, boa vontade, força de vontade e muita persistência; principalmente no atual momento, em que os infernos estão na superfície da Terra. 

                               Não sendo fácil operar um arado - pois o mesmo é pesado - exige sacrifício e força, daquele que utiliza-o na preparação do terreno e logo depois, semear a boa semente, esperando que a mesma germine e dê bons frutos: 10 por 100 e 100 por 1000. 

                               Ninguém, que aspira fazer a vontade do Senhor da vida, irá semear a semente do mal; sabendo do alerta do Mestre, ao referir-se a respeito da "Sinagoga do diabo." Aquele lobo, disfarçado de Cordeiro, presente em templos de pedra, semeando a semente maligna; nos corações desprevenidos - cuja sintonia - não sobe além de uma oitava. 

                              Por isso, a necessidade do neófito, ficar bastante atento, as lições do Divino Cultivador. Sempre com mãos firmes no arado das responsabilidades e na luta edificante diária; evitando os prejuízos, ao terreno do próprio coração. 

                              Meditemos, antes de tomar determinadas atitudes que porventura causa-nos dúvidas; quando a mesma não apresentar qualquer aproveitamento, verdadeiro, bom e útil, para nosso Espírito. Não olvidemos no BRILHO DO SOL DE AMOR, que nos vivifica, a muitos milênios - desde a aurora da razão - e quantas vezes o recusamos? Optando em abandonar o arado, em troca da ociosidade e indiferença. 

                             Meditemos com seriedade e reflitamos no precioso símbolo do Mestre. 

                             AS PROPOSTAS DO ARADO: Renúncia do mundano e satisfação dos sentidos; materialismo e acúmulo de bens, serviço diário, disciplina, aflição e cansaço; não olvidemos que a recompensa chega depois da boa semeadura; a colheita, o alimento no prato; e dispensa guarnecida. 

Muita Paz.  

                              

                               

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