- GÊNESIS -
Como Isaque já era adulto, Abraão decidiu que ele deveria casar-se - mas não com uma mulher qualquer - e sim, com uma de sua aprovação. Então, ordenou ao servo mais antigo de sua casa e de sua confiança, fosse até onde nascera e fora criado - entre sua parentela - e escolhesse uma mulher para Isaque.
A escolhida foi Rebeca, filha de Batuel, filho de Milca, mulher de Neor, irmão de Abraão. O velho Patriarca, habitava na terra dos Cananeus; e por isso não queria ver seu filho casado com uma das mulheres desse povo idólatra.
A futura mãe de Esaú e Jacó, tinha muitas dúvidas em seu coração. Por isso, as bem-aventuranças do Deus Único - em seus sentimentos - não refletiam firmemente, e o desequilíbrio psíquico-espiritual - alimentado pelo pai da mentira - interferia em seu sistema reprodutivo. A semelhança do que aconteceu com a mãe do seu futuro marido; causando uma esterilidade temporária em Rebeca.
Ao conseguir engravidar, Rebeca gestava gêmeos - Espíritos totalmente diversos em tudo - que até mesmo no ventre da mãe - estavam em disputas. Rebeca, não compreendendo o por que? daquela gestação difícil e incômoda, desejava saber a razão de tudo aquilo.
Até que, em uma noite - fora do corpo durante o sono - um mensageiro do Cristo de Deus, explicou-lhe que de seu ventre, nasceria uma descendência importante; abrindo sintonia para dois povos. Porém, este mensageiro, apresentou uma questão que deve ter deixado a futura mãe curiosa! "O povo mais forte serviria o povo mais fraco."
Um resgate para ambos os povos!
Tanto para o mais forte que deveria fazer tudo para aplacar a soberba, como também o mais fraco, deveria ter a sabedoria, para não aproveitar-se da situação, adquirindo ônus negativo. (Gênesis, 24:2-67)
Continua.
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