- ÊXODO -
Seguindo em frente com as recomendações do Senhor a Moisés, temos agora a questão das primícias. Não olvidemos, que todas as leis menores aplicadas pelo legislador, parte importante na reeducação do povo Israelita e por conseguinte, a futura materialização do GNE Psíquico do Deus Verdadeiro, no Filho do homem - Jesus Cristo - com Maria e José.
Sem o qual, não seria possível, à vinda do Cristo Galáctico a este vale de misérias e salvar aqueles que estariam perdidos.
Recomendou também, o Senhor a Moisés, a importância do agradecimento pela Terra da Promessa. Tanto a nível coletivo quanto a nível evolutivo individual de cada um dos israelitas. Pois, é sabido que existe também, " a terra prometida" que cada ser humano terá que conquistar - bem como a oferta das primícias - como forma de agradecimento ao Senhor da vida.
Tudo isso, fortaleceu a necessária base no Deus Verdadeiro, evitando a sintonia com o pai da mentira e das abominações. E, COMO NÃO PODERIA DEICHAR DE SER LEMBRADO, A FRATERNIDADE COM OS MAIS NECESSITADOS E ESTRANGEIROS. (Levítico, 23:9-25)
Como aquele povo era também de dura cerviz (cabeça dura) foi necessário que a Lei de Justiça - Lei de Talião - reeducasse os mais recalcitrantes. Principalmente aqueles crimes contra a vida humana e de animais; sem necessidade de sacrifícios destes últimos. Todos os infratores pagariam: OLHO POR OLHO, DENTE POR DENTE.
Caso contrário, o pai da mentira, dominaria toda a Congregação. (Levítico, 24:10-23)
No entanto, as leis mais duras - na reeducação daquele povo - foram as que proibiram, determinantemente e definitivamente, as práticas da idolatria. Sendo do conhecimento geral, os povos habitantes em Canaã, na sua maioria, escravos do "deus" antropomórfico. Que fazia-se representar, por seis Espíritos malignos, abaixo hierarquicamente daquele que comandava as ações degradantes e as abominações indescritíveis; de variados "deuses" de pedra e auxiliado por uma classe sacerdotal reencarnada, que diligenciava e aplicava suas leis e práticas abomináveis.
Dentre as quais o sacrifício de criaturas humanas. Principalmente de recém-nascidos e virgens. (Levítico, 26:2-46)
Em contrapartida às leis disciplinadoras, havia também os votos particulares, acompanhados da prudente avaliação dos interessados; mediante verificação, para evitar-se possíveis enganos. Incentivados e provocados, pelo pai da mentira; que não deixava passar nenhuma oportunidade em atacar o ponto fraco, de cada um dos israelitas.
Não desperdiçando oportunidades, em desmoralizar Moisés, perante toda a Congregação.
Todo os votos particulares, devido as leis - na forma de ofertas - cuja finalidade era também, o aprimoramento do sentimento e a razão; que deveriam estar equilibrados, em benefícios dos mais necessitados.
Como permaneceram vários séculos escravizados, desenvolveram um sentimento de revolta e ao mesmo tempo, de grande desconfiança e insegurança; de uns para com os outros; sendo comum nas provas e expiações. (Levítico, 27:2-27)
Para as questões das coisas consagradas, não haveria regras e sim, o exercício - não tão somente da vontade - mas principalmente da boa vontade, força de vontade e persistir; em ter a consciência, que tudo que for consagrado ao Senhor, será SANTÍSSIMA.
Dessa forma aprimorar-se-ia, a fé, lealdade e confiança; no Deus Único e Verdadeiro. Aquele que havia tirado o povo israelita, da casa da servidão no Egito. Cumprindo a promessa feita ao Patriarca Abraão; na conquista da Terra da Promessa. (Levítico, 27:28-34)
Continua.
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