quarta-feira, 11 de outubro de 2023

A AÇÃO DO DEUS ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 58)

                                        - DEUTERONÔMIO - 

                        

                             Momento memorável! Aquele que precede a travessia do rio Jordão e consequente entrada na Canaã prometida. Moisés falando inspirado por um Espírito de Escol - enviado do Cristo Galáctico - sendo transmitida a toda congregação israelita - as margens do rio Jordão - as palavras de vida eterna. 

                            Maravilhosas instruções e alertas - e as possíveis consequências - caso não fossem absorvidas, na mente e no coração, por cada membro daquela Congregação, sendo naquela hora, Bendita pelo Senhor. Sim! Novas e maravilhosas premissas, receberiam os israelitas, se colocadas em prática todos os Estatutos e as Leis Universais do Decálogo, anunciados a todos eles.

                            A LEI DO SENHOR É BOA E JUSTA. 

                           Deveriam lembrar, de todas as dificuldades, e também do enfrentamento das mesmas - inclusive e principalmente - aquelas impostas a eles, pelo pai da mentira e de todas as abominações, devido a própria fraqueza; individual ou coletiva da Congregação. Lembrou Moisés - através da voz que o instruía - dos perigos da não vigilância, contra as investidas do "deus" antropomórfico, pai da mentira. 

                          A sedução - principalmente dos homens - daquela Congregação, os quais seriam alvos principais! Visados em seus pontos fracos: O ego adâmico. Alertou também Moisés, que aquele mandamento, que hora pronunciava, não seria fácil de ser praticado. Porém, todos eles estavam cientes do Poder, da Justiça, Bondade e Misericórdia; do Deus Único e Verdadeiro. Mesmo porque, cada um deles, viu com os próprios olhos, as maravilhas acontecidas, diante deles no deserto. 

                        Então, se mesmo depois disso, unissem aos "deuses" de pedra - idealizados pelo pai da mentira e de todas as abominações - praticar suas aberrações, morais e físicas, seriam denunciados, pelo próprio Deus Verdadeiro. E, CERTAMENTE TERIAM A MORTE DO ESPÍRITO. 

                       Continuando, disse ainda mais, a nobre Entidade Espiritual, através do grande médium Moisés: 

"(...) os céus e a Terra, tomo hoje por testemunha contra vós, que tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolham, pois, a vida para que vivas, tu e a tua semente. Amando o Senhor o Deus Único, dando ouvidos à sua voz e te chegando a eLE; pois eLE é a tua vida e a longura de teus dias. Para que fiques na terra que o Senhor jurou aos teus pais, a Abraão, Isaque e Jacó; que lhe havia dado." (Deuteronômio, 30:11-20)  

                        Sendo assim, ficaria a cargo do livre arbítrio e o bom senso ou não, em absorver na mente e no coração. Para depois, colocar em prática, todas aquelas instruções - como bem havia lembrado - a Entidade do Bem. Livre escolha entre a vida ou a morte espiritual. Uma escolha insensata naqueles momentos e naquela época, significaria algumas milhares de eras, na escuridão total; que é a AUSÊNCIA DE DEUS. (Isaias, 59:2)  

Continua. 

     

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