- LIVRO DE JOSUÉ -
Josué filho de Num, assume o comando da Congregação israelita; com as bênçãos do Cristo Galáctico, representante do Deus Único na Terra. Através do mensageiro do Cristo Galáctico, Josué recebeu as devidas instruções, para bem exercer, o importante cargo que acabara de receber.
Lembrando-lhe o venerável Espírito, da conduta e atitudes, que deveriam manter e preservar, daquele momento em diante. Conduzir o povo israelita para a vitória e principalmente, a observância, das Leis e Estatutos do Deus Verdadeiro. Para que fosse garantia de liberdade, prosperidade e evolução psíquica e espiritual, de toda a Congregação.
Mostrando também a Josué, os territórios que fariam parte da nova nação em vias de ser criada. Porque a nação israelita, não seria como as tantas já existentes na terra de Canaã. Pois esta nação - cujo Deus é o Senhor - é bendita; entre todas as demais! Seguidoras e escravas, que eram, do "deus" antropomórfico; pai da mentira e de todas as abominações.
Recomendando também a nobre Entidade espiritual - ao novo Líder - que jamais desviasse das veredas traçadas pelo Deus Único; à toda nação israelita, enquanto Moisés as comandava, em nome do Senhor da vida. Josué - assim como seu antecessor - deveria manter bom ânimo, boa vontade, força de vontade, persistência. Não olvidando da "mansidão e "sagacidade" - qualidades da Pomba e da Serpente - não aquela do mal; mas, aquela energia; denominada pelos Hindus, de "Fogo Serpentino ou Kundalini." Energia circulante na Coluna VERTEBRAL, indo até o Cerebelo.
Algo, que Moisés dominava com maestria; desde quando, fora encarnado em Atlântida. Ou seja, Josué, deveria exercer sua Sensibilidade psíquica e mediúnica, com sabedoria e parcimônia. Sempre de acordo com as Leis do Deus Verdadeiro. Aplicando a Justiça, doa a quem doer sempre. Olho por olho, dente por dente. Não dando margem para que o "deus" antropomórfico, tentasse impedir a posse de Canaã. Coisa que tentaria fazer a todo custo.
Também, não desviaria Josué - nem para a direita e nem para a esquerda - da Lei que Moisés havia-lhe recomendado. E, assim, com prudência, lógica, razão e bom senso; conduzisse a Nação israelita, pelos árduos caminhos da "Porta Estreita" da REDENÇÃO.
Que suas palavras - se direcionadas pela Lei - seriam santificadas e não ocas e mentirosas; como as do pai da mentira.
"(...) Não te mandei eu? Esforça-te e tenha bom ânimo; não pasmes, nem te espantes; porque o Senhor teu Deus é contigo, por onde quer que andares." (Josué, 2-9)
Continua.
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