quarta-feira, 4 de setembro de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 184)

                      - PRIMEIRO LIVRO DOS MACABEUS - 

                                    JÔNATAS E ALEXANDRE BALAS.  

                          

                                             No ano de cento e sessenta a.C; Alexandre Antioco - apelidado Epifanes - lança-se ao mar e toma posse de um lugar denominado Ptolemaide; onde foi acolhido; iniciando seu reinado. Sabendo dessa ousadia de Alexandre, outro rei - chamado Demétrio - decide organizar um grande e bem equipado exército, para combater Alexandre Antioco. 

                                            Nesse meio tempo, o rei Demétrio provocou a antipatia do rei de Pérgamo e Capadócia. Também, a rivalidade do Faraó egípcio, além da reprovação dos romanos. Então surge Alexandre! Pouco conhecido dos demais soberanos. Foi então que Demétrio, enviou a Jônatas - uma carta propondo acordo - pois temia que este pudesse aliar-se aos seus supostos inimigos. Porque no passado, Demétrio muito prejudicou os Macabeus, em seu movimento de libertação dos pagãos invasores. 

                                         Indo a Jerusalém, Jônatas toma conhecimento do conteúdo da carta de Demétrio. Vendo Jônatas que a proposta do rei não era ruim, começou as providências, para preparar um exército e fabricar armas. Também decide fortificar a cidade com altas muralhas. 

                                        Essa atitude do Macabeu, provocou temor de todos que habitavam a Acrópole. Então, devolveram a Jônatas, todos os reféns que lá encontravam-se; e Jônatas os entregou aos seus respectivos genitores. 

                                       Ninguém sabia muito, a respeito de Alexandre Balas! Somente que este rei declarava-se filho de Antioco Epifanes e herdeiro legítimo, do trono Selêucida. Esse homem, tanto poderia ser tudo o que havia declarado ou até um impostor inteligente e astucioso. Pois, havia ganho a confiança do rei de Pérgamo e apoio naval de Ptolomeu IV denominado Filometor; além do reconhecimento dos romanos. 

                                      Segundo fontes históricas antigas, Alexandre - que era chamado Balas - assemelhava-se muito com Antioco Eupator; fazendo-se passar como filho de Antioco Epifanes. Então - sendo chamado à corte - do rei Átalo II de Pérgamo, este ofertando-lhe um diadema, chama-o de Alexandre e o reconheceu como legítimo herdeiro, do trono Selêucida. 

                                     Depois de uma série de tramoias - bem ao gosto do "deus" antropomórfico - envolvendo alguns reinos, e sendo reconhecido pelo senado romano, Balas foi instrumento utilizado, contra o rei Demétrio, pelos seus inimigos. Porém, estas fontes históricas antigas, não relatam como este personagem, alçou os degraus da subida ao trono real.  

                                    Porém - mediante vantagens oferecidas - os judeus de Jônatas, escolheram o partido vencedor! Olvidando as perseguições que haviam sofrido no passado não muito distante. Mesmo eles não sendo o fiel da balança, também não eram desprezados. Seriam valiosos aliados, devido a posição estratégica, e seus dotes de hábeis guerreiros. (I Macabeus, 10:1-12)

                                  Esta breve trégua, foi planejada pelo "deus" antropomórfico; para que relaxassem a guarda psíquica; e então, ele pudesse agir com maior facilidade, em influenciar e escravizar os seres humanos, como uma peça do jogo de Xadrez.  

Continua.  

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