A Casa Mental. Sete Demônios Piores.
Reflexão Filosófico Espiritual Sobre Mateus - 12:43-45.
Toda criatura humana, carrega em si, um templo invisível: A casa da própria mente ou psique. É nesse santuário oculto que, reside os pensamentos, desejos, lembranças e diretrizes, que guiam a alma, ao longo da existência corpórea e espiritual. A mente - como morada invisível do Espírito - pode estar ordenada ou em ruínas, iluminada ou mergulhada em sombras, dependendo da vigilância interior e da qualidade dos sentimentos e ideias, que ali estabelecem-se.
O Cristo - em sua linguagem simbólica e profética - revela-nos uma verdade atemporal; quando um Espírito perturbador, afasta-se de um ser humano - seja por auxílio espiritual, mudança de conduta ou por força da própria vontade regeneradora - este Espírito vaga por regiões desertas que, simbolizam os estados de desequilíbrios e esterilidade psíquica, em busca de repouso, isto é, de ressonância e alimento vibratório, compatível com sua natureza.
Não encontrando, volta à "casa" - que representa a mente - da qual havia sido expulso. E, ao encontrá-la desocupada, varrida e adornada, ou seja, livre de perturbações, mas também sem ocupações elevadas; sem vigilância moral e sem a presença viva de ideais superiores. Então, decide não apenas retornar, mas ainda traz consigo - sete outros Espíritos infelizes - firmando nesse campo mental, uma nova ocupação; mais densa, mais destrutiva, e mais difícil de ser desfeita.
O Cristo alerta-nos, então, que o estado final dessa pessoa é pior do que o primeiro; pois agora - em sua mente desguarnecida - habita uma colônia de forças sombrias, que ali instalaram-se, pela Lei de afinidades vibratórias. A lição é clara! Não basta expulsar o mal! É necessário, a ocupação da mente, com o Bem Maior; através de trabalhos, na Bendita Seara, do Cristo de Deus, como os trabalhadores da última hora.
Continua!
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