Salomão pede ao Senhor, uma mente sábia, para reinar por toda Israel, com justiça e discernimento; sabendo distinguir o bem do mal. Então, o Cristo Planetário deu um voto de confiança àquele que enviara, para através de sua autoridade de soberano dos israelitas, protege-los, e discipliná-los; evitando assim, que fossem influenciados por cultos e práticas religiosas abomináveis, contrárias as Leis do Deus Único.
Um dia, Salomão teve a primeira oportunidade de pôr em prática, a sua sabedoria. Vieram até o rei, duas mulheres; ambas eram prostitutas. Elas narraram a Salomão que, ambas tiveram um filho, no mesmo dia e a mesma hora; uma delas, perdeu o filho porque, por descuido, havia deitado sobre ele; e então, a criança morreu sufocada.
Em desespero, esta mãe descuidada, troca seu filho morto, pelo filho da outra mulher, que estava vivo; aproveitando enquanto a outra dormia. Quando a mulher acorda, percebe que, a criança que estava ao seu lado, não é seu filho verdadeiro; e além do mais, estava morto. Percebendo que foi enganada, a mulher recorre ao rei para resolver o problema.
Após ouvir ambas as mulheres, e acusações entre elas, Salomão teve uma brilhante ideia. Manda chamar as duas mulheres, e ordena a um de seus guardas, que divida a criança ao meio com a espada; dando a metade a cada uma delas. Uma das mulheres, aquela que havia roubado a criança, aprova a atitude do rei, mas a outra, a verdadeira mãe, implora de joelhos ao pé do rei que, ele poupe a criança inocente. "Ah! Senhor meu, dai-lhe o menino vivo e por modo nenhum o mateis. Porém a outra dizia: nem meu nem teu; seja dividido. Então disse o rei: Dai à primeira o menino vivo; pois esta é sua verdadeira mãe.
Este julgamento sábio do rei Salomão, ultrapassou as fronteiras de Israel; espalhando a fama do rei pelos quatro cantos. Tendo o reinado de Salomão se tornado próspero, muitos reinos vizinhos queriam fazer acordos comerciais com ele. "Dominava sobre toda região e sobre todos os reis aquém do Eufrates, desde Tifsa até Gaza, e tinha paz por todo derredor." Salomão tornou-se mui famoso pela sabedoria que o Senhor lhe dera. Compôs três mil provérbios; através de sua mediunidade.
Os seus famosos cânticos, chegaram ao número de mil e cinco. Era um ecologista; falou sobre árvores, principalmente do cedro do Líbano, e o hissopo que brota no muro; falou também sobre animais; aves, peixes, répteis. Isso, estimulou a curiosidade de muitos povos; mas também, a inveja e a ambição.
Salomão fez uma importante aliança com Hirão, rei de Tiro; que também foi amigo de Davi. Esta aliança, resultou em uma troca comercial, entre ambos os reis; Hirão forneceria a madeira do Líbano (cedro), e em troca, Salomão forneceria trigo e azeite. Assim foi feito. Então Salomão deu início a construção do templo, para abrigar a Arca da Aliança e o tabernáculo. (Cap.3,4,5,6,7,8,9:1-28).
A curiosidade a respeito da inteligência e sabedoria de Salomão, traz até Israel a rainha de um lugar distante, chamado Sabá. (O reino de Sabá ocupava o sudoeste da península arábica, mas esta rainha, era mais provavelmente a soberana de uma das colônias sabéias existentes na Arábia do norte. O motivo da sua visita, de forte conotação lendária, pode ter sido o estabelecimento de relações comerciais. Sabá é muito mencionada com Dadã, outro povo árabe. (Gn 10,7; 25,3; Ez 38,13), é contada entre as grandes tribos de caravanas (Ez 27,20; Jr 6,20; Jl 4,8; Jó 6,19). Esta nação longínqua, virá prestar homenagem ao Rei futuro (Sl 72,10.15), na Jerusalém nova (Is 45,14; 60,6; cf. Mt 2,1).
A rainha de Sabá, era chamada por vários nomes; dependendo de cada povo que tomou conhecimento de sua existência. Os Etíopes a chamavam de Makeda; os Muçulmanos a denominavam de Balkis ou Bilkis; os Romanos a chamavam de Nicaula. A Torá relata que a rainha de Sabá teria chegado a Israel com muitos presentes a Salomão; queria também testar a sabedoria do famoso monarca. Então ela fez a Salomão, várias perguntas difíceis e intrincadas; tendo o rei, dado respostas a todas elas. A rainha teria ficado maravilhada com a sabedoria de Salomão. Ha relatos de que Salomão teria conquistado e engravidado esta mulher cheia de mistérios.
Um dia, Salomão teve a primeira oportunidade de pôr em prática, a sua sabedoria. Vieram até o rei, duas mulheres; ambas eram prostitutas. Elas narraram a Salomão que, ambas tiveram um filho, no mesmo dia e a mesma hora; uma delas, perdeu o filho porque, por descuido, havia deitado sobre ele; e então, a criança morreu sufocada.
Em desespero, esta mãe descuidada, troca seu filho morto, pelo filho da outra mulher, que estava vivo; aproveitando enquanto a outra dormia. Quando a mulher acorda, percebe que, a criança que estava ao seu lado, não é seu filho verdadeiro; e além do mais, estava morto. Percebendo que foi enganada, a mulher recorre ao rei para resolver o problema.
Após ouvir ambas as mulheres, e acusações entre elas, Salomão teve uma brilhante ideia. Manda chamar as duas mulheres, e ordena a um de seus guardas, que divida a criança ao meio com a espada; dando a metade a cada uma delas. Uma das mulheres, aquela que havia roubado a criança, aprova a atitude do rei, mas a outra, a verdadeira mãe, implora de joelhos ao pé do rei que, ele poupe a criança inocente. "Ah! Senhor meu, dai-lhe o menino vivo e por modo nenhum o mateis. Porém a outra dizia: nem meu nem teu; seja dividido. Então disse o rei: Dai à primeira o menino vivo; pois esta é sua verdadeira mãe.
Este julgamento sábio do rei Salomão, ultrapassou as fronteiras de Israel; espalhando a fama do rei pelos quatro cantos. Tendo o reinado de Salomão se tornado próspero, muitos reinos vizinhos queriam fazer acordos comerciais com ele. "Dominava sobre toda região e sobre todos os reis aquém do Eufrates, desde Tifsa até Gaza, e tinha paz por todo derredor." Salomão tornou-se mui famoso pela sabedoria que o Senhor lhe dera. Compôs três mil provérbios; através de sua mediunidade.
Os seus famosos cânticos, chegaram ao número de mil e cinco. Era um ecologista; falou sobre árvores, principalmente do cedro do Líbano, e o hissopo que brota no muro; falou também sobre animais; aves, peixes, répteis. Isso, estimulou a curiosidade de muitos povos; mas também, a inveja e a ambição.
Salomão fez uma importante aliança com Hirão, rei de Tiro; que também foi amigo de Davi. Esta aliança, resultou em uma troca comercial, entre ambos os reis; Hirão forneceria a madeira do Líbano (cedro), e em troca, Salomão forneceria trigo e azeite. Assim foi feito. Então Salomão deu início a construção do templo, para abrigar a Arca da Aliança e o tabernáculo. (Cap.3,4,5,6,7,8,9:1-28).
A curiosidade a respeito da inteligência e sabedoria de Salomão, traz até Israel a rainha de um lugar distante, chamado Sabá. (O reino de Sabá ocupava o sudoeste da península arábica, mas esta rainha, era mais provavelmente a soberana de uma das colônias sabéias existentes na Arábia do norte. O motivo da sua visita, de forte conotação lendária, pode ter sido o estabelecimento de relações comerciais. Sabá é muito mencionada com Dadã, outro povo árabe. (Gn 10,7; 25,3; Ez 38,13), é contada entre as grandes tribos de caravanas (Ez 27,20; Jr 6,20; Jl 4,8; Jó 6,19). Esta nação longínqua, virá prestar homenagem ao Rei futuro (Sl 72,10.15), na Jerusalém nova (Is 45,14; 60,6; cf. Mt 2,1).
A rainha de Sabá, era chamada por vários nomes; dependendo de cada povo que tomou conhecimento de sua existência. Os Etíopes a chamavam de Makeda; os Muçulmanos a denominavam de Balkis ou Bilkis; os Romanos a chamavam de Nicaula. A Torá relata que a rainha de Sabá teria chegado a Israel com muitos presentes a Salomão; queria também testar a sabedoria do famoso monarca. Então ela fez a Salomão, várias perguntas difíceis e intrincadas; tendo o rei, dado respostas a todas elas. A rainha teria ficado maravilhada com a sabedoria de Salomão. Ha relatos de que Salomão teria conquistado e engravidado esta mulher cheia de mistérios.
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