Nem tudo estava bem no reinado de Salomão. Devido as várias alianças comerciais, que o rei fez com os reinos vizinhos, também contraiu matrimônio com as princesas desses reinos aliados. Por isso, cometeu idolatria contra o Deus Único, pois essas novas mulheres que o rei desposou, eram moabitas, amonitas, edomitas, sidônias, e heteias. Adoradoras de "deuses" de pedra; sendo abominável a Lei do Deus Único e verdadeiro.
Outro problema também tirou a paz de Salomão. Um antigo inimigo de Davi, chamado Hadade, da linhagem nobre de Hedom; este homem, fugiu ainda jovem para o Egito, para não ser morto pelo rei Davi, pai de Salomão. Pois bem! Hadade, quando soube da morte de Davi, decide voltar para Israel; para isso, pede autorização ao rei do Egito; pois vivia na corte do Faraó, e havia se casado com a cunhada deste.
Para piorar as coisas para Salomão, um profeta chamado Aías, ao se encontrar com o jovem Jeroboão, que era servo de Salomão, disse que Jeroboão seria rei após Salomão; porém governaria somente dez tribos, entre as doze de Israel. Embora Salomão tenha se curvado a falsos deuses como Astarote, Quemos, e Milcon; por amor a Davi, e a Jerusalém, duas tribos ficará com a casa de Salomão. Então, Jeroboão somente assumiria o trono, após a morte de Salomão, durante o reinado de seu filho, Roboão.
Ao saber da profecia de Aías, o rei perseguiu Jeroboão para o matar; mas Jeroboão consegue fugir para o Egito onde foi protegido pelo rei Sisaque ou Shoshenk I; fundador da XXII dinástia do Egito. Referido no I Livro de Reis, (11:40, 14:25, e Crônicas, 2 , 12:2-29). Este rei invadiu Judá, durante o quinto ano do reinado do rei Roboão, levando com ele grande parte dos tesouros do templo de Salomão.
Com a morte do rei Salomão, seu filho Roboão, estando preste a se tornar rei de Israel, não deu ouvidos aos anciãos, que o aconselharam a ser humilde perante o povo, e se comprometer em seguir os caminhos traçado pelo Deus Único, e obedecer as suas Leis, abolindo e reprimindo todo culto aos deuses de pedra. Roboão preferiu seguir os conselhos de seus amigos, jovens como ele, que não tinham a sabedoria nem a experiência de vida dos mais velhos; estes aconselharam a Roboão ser duro e inflexível com todo povo, para mostrar que era corajoso e forte.
Porém o povo não aceitou o discurso de Roboão, e ele teve que fugir para Jerusalém. Quanto aos Israelitas que habitavam nas cidades de Judá, sobre eles reinou Roboão por 17 anos. Tinha 41 anos quando se tornou rei. Causou um cisma ao se tornar rei, dividindo Israel em dois reinos; reinou Israel meridional, ou seja, as tribos de Judá e Benjamim; passando a se chamar reino de Judá. Quando foi proclamado rei, Roboão foi a Siquem para que as tribos do norte também o consagrassem rei em Israel. Então, os israelitas propuseram ao novo rei que, este revogasse o decreto de Salomão, impondo ao povo pesados impostos. Roboão não concorda com a proposta; houve então a divisão do reino. (I Reis, 12:3-11).
As tribos do norte se rebelaram; e Roboão tenta reprimi-las; para isso, reúne um exército de 180.000 soldados para combater os revoltosos, mas o profeta Semaias o aconselha a não tomar esta atitude; pois tudo já fora determinado pelo Senhor. (I Reis, 12:21-24).
Outro problema também tirou a paz de Salomão. Um antigo inimigo de Davi, chamado Hadade, da linhagem nobre de Hedom; este homem, fugiu ainda jovem para o Egito, para não ser morto pelo rei Davi, pai de Salomão. Pois bem! Hadade, quando soube da morte de Davi, decide voltar para Israel; para isso, pede autorização ao rei do Egito; pois vivia na corte do Faraó, e havia se casado com a cunhada deste.
Para piorar as coisas para Salomão, um profeta chamado Aías, ao se encontrar com o jovem Jeroboão, que era servo de Salomão, disse que Jeroboão seria rei após Salomão; porém governaria somente dez tribos, entre as doze de Israel. Embora Salomão tenha se curvado a falsos deuses como Astarote, Quemos, e Milcon; por amor a Davi, e a Jerusalém, duas tribos ficará com a casa de Salomão. Então, Jeroboão somente assumiria o trono, após a morte de Salomão, durante o reinado de seu filho, Roboão.
Ao saber da profecia de Aías, o rei perseguiu Jeroboão para o matar; mas Jeroboão consegue fugir para o Egito onde foi protegido pelo rei Sisaque ou Shoshenk I; fundador da XXII dinástia do Egito. Referido no I Livro de Reis, (11:40, 14:25, e Crônicas, 2 , 12:2-29). Este rei invadiu Judá, durante o quinto ano do reinado do rei Roboão, levando com ele grande parte dos tesouros do templo de Salomão.
Com a morte do rei Salomão, seu filho Roboão, estando preste a se tornar rei de Israel, não deu ouvidos aos anciãos, que o aconselharam a ser humilde perante o povo, e se comprometer em seguir os caminhos traçado pelo Deus Único, e obedecer as suas Leis, abolindo e reprimindo todo culto aos deuses de pedra. Roboão preferiu seguir os conselhos de seus amigos, jovens como ele, que não tinham a sabedoria nem a experiência de vida dos mais velhos; estes aconselharam a Roboão ser duro e inflexível com todo povo, para mostrar que era corajoso e forte.
Porém o povo não aceitou o discurso de Roboão, e ele teve que fugir para Jerusalém. Quanto aos Israelitas que habitavam nas cidades de Judá, sobre eles reinou Roboão por 17 anos. Tinha 41 anos quando se tornou rei. Causou um cisma ao se tornar rei, dividindo Israel em dois reinos; reinou Israel meridional, ou seja, as tribos de Judá e Benjamim; passando a se chamar reino de Judá. Quando foi proclamado rei, Roboão foi a Siquem para que as tribos do norte também o consagrassem rei em Israel. Então, os israelitas propuseram ao novo rei que, este revogasse o decreto de Salomão, impondo ao povo pesados impostos. Roboão não concorda com a proposta; houve então a divisão do reino. (I Reis, 12:3-11).
As tribos do norte se rebelaram; e Roboão tenta reprimi-las; para isso, reúne um exército de 180.000 soldados para combater os revoltosos, mas o profeta Semaias o aconselha a não tomar esta atitude; pois tudo já fora determinado pelo Senhor. (I Reis, 12:21-24).
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