Jeroboão tinha ambições; edificou Siquem, na região montanhosa de Efraim, passando a morar nesse lugar. Porém, temia que todo Israel apoiasse Roboão. Então, tomou a iniciativa de mandar fazer dois bezerros de ouro; pondo um em Betel e o outro em Dã. Mais uma vez, Espíritos contrários ao culto do Deus Único, encontraram em Jeroboão, a sintonia que necessitavam, na tentativa de iludir o povo israelita. Além disso, Jeroboão mandou construir "santuários" em lugares altos; fez uma festa no oitavo mês, no dia décimo quinto do mês, semelhante a festa que se fazia em Judá, oferecendo sacrifícios no altar, a deuses profanos.
Também ofereceu sacrifícios aos bezerros, dizendo que aqueles foram os deuses que libertara Israel do Egito. Não satisfeito com tamanha abominação, nomeou sacerdotes para servir a estes falsos deuses; verdadeiras abominações perante o Deus Único. Assim, Jeroboão infligiu severamente o decálogo dado a Moisés, pelo Cristo Planetário.
Pela sua Misericórdia, o Cristo de Deus envia de Judá a Betel, um profeta, cujo nome não é revelado pelos textos do Livro Reis. Este homem de Deus, como era chamado, tendo queimado incenso, disse que aquela abominação era um grande pecado contra o Deus Único e verdadeiro. No mesmo tempo que amaldiçoava aquela abominação, disse também que, tudo aquilo iria ruir.
Pela mediunidade de efeito físico, o homem de Deus, auxiliado por Espíritos da Falange do bem, concretizou o que havia dito, pois todo o altar desabou, virando pó. Diante disso, Jeroboão pede ao profeta que interceda por ele junto ao Senhor. Mesmo diante de tantas evidências, Jeroboão ainda tenta comprar os favores do profeta, oferecendo-lhe muitos presentes; o que é recusado pelo misterioso homem. (Cap. 13:1-9).
Segundo o texto do I Livro de Reis, este misterioso homem, que dizia ser enviado do Senhor, também teve seus momentos de fraqueza. Vivia em Betel, um velho profeta, que também não tem o seu nome citado no texto do mesmo livro, que ficando curioso ao saber do seu feito perante o rei, foi logo procurar a misteriosa figura. Tendo encontrado aquele que alegava ser homem de Deus, o velho profeta o convida a ir com ele a sua casa para que possa alimentar-se e conversar.
A proposta do velho não foi aceita pelo profeta que veio de Judá, dizendo que o Senhor lhe ordenara não comer nada, até lhe ser ordenado. Talvez, devido a exageros daqueles que escreveram o livro de Reis, ou devido a erros de traduções, a história pode ter sido outra. Pode ser que, o jejum fosse de alimentar-se de carne; pois sabemos que naqueles tempos remotos, a proteína animal, era muito mais indigesta que a atual. Pode ser que, aquele homem, devido a sua condição mediúnica, sendo médium de Espíritos mais evoluídos, teria que fazer determinados jejuns, durante um certo tempo.
Mas, sendo profeta, o velho homem de Betel, não possuía determinadas virtudes, que caracterizam um verdadeiro Profeta do Senhor. Digo isso porque, o velho segundo o texto, mentiu, ao dizer para o outro profeta que, um anjo do Senhor mandara dizer ao homem de Judá, que ele já poderia se alimentar do que preferisse. Então, aceitando o convite do velho, o acompanhou até sua casa.
Estando os dois homens a mesa, comendo e bebendo água, eis que, pela mediunidade do velho, veio uma mensagem de um Espírito que servia ao Cristo Planetário e disse: "Não guardaste o mandamento do Senhor te mandara, por isso, o teu cadáver não entrará na sepultura de seus pais." (Cap. 13:21-22).
Este profeta, ao ir pelo caminho, foi morto por um leão; que curiosamente não o devorou, nem o esquartejou, permanecendo ao lado do corpo. Ao encontrar o corpo do homem que viera de Judá, o velho que o hospedara, levou seu corpo e deu-lhe uma sepultura. Tendo chorado por ele.
Os leitores talvez estranhe a postura e a mentalidade das pessoas daqueles tempos remotos; porém temos que levar em conta, a evolução psicológica e espiritual daquelas almas que eram como crianças, que ainda não sabem andar com as próprias pernas. Espíritos necessitados do Amor do Cristo; mas também de muita disciplina para sua reeducação. Não devemos estranhar suas atitudes e personalidade variável; pois viviam mais pelos sentidos extremamente materialistas; diríamos que viviam quase que exclusivamente pelas sensações corporais. Mesmo em pleno século XXI, temos atitudes violentas que nada deixam a desejar, àqueles tempos remotos. A tecnologia foi desenvolvida enormemente; porém, a moral e a ética, não acompanharam esta evolução.
Depois de todos estes acontecimentos , o rei Jeroboão não se intimidou com o aviso, e nem com o feito do homem que viera de Judá para o alertar. O rei continuou com o culto a entidades estranhas e abomináveis; cometendo pecado e violando as Leis do Deus Único. "Isso se constituiu em pecado à casa de Jeroboão, para destruí-la e extingui-la da terra." (Cap. 13:33-34).
Também ofereceu sacrifícios aos bezerros, dizendo que aqueles foram os deuses que libertara Israel do Egito. Não satisfeito com tamanha abominação, nomeou sacerdotes para servir a estes falsos deuses; verdadeiras abominações perante o Deus Único. Assim, Jeroboão infligiu severamente o decálogo dado a Moisés, pelo Cristo Planetário.
Pela sua Misericórdia, o Cristo de Deus envia de Judá a Betel, um profeta, cujo nome não é revelado pelos textos do Livro Reis. Este homem de Deus, como era chamado, tendo queimado incenso, disse que aquela abominação era um grande pecado contra o Deus Único e verdadeiro. No mesmo tempo que amaldiçoava aquela abominação, disse também que, tudo aquilo iria ruir.
Pela mediunidade de efeito físico, o homem de Deus, auxiliado por Espíritos da Falange do bem, concretizou o que havia dito, pois todo o altar desabou, virando pó. Diante disso, Jeroboão pede ao profeta que interceda por ele junto ao Senhor. Mesmo diante de tantas evidências, Jeroboão ainda tenta comprar os favores do profeta, oferecendo-lhe muitos presentes; o que é recusado pelo misterioso homem. (Cap. 13:1-9).
Segundo o texto do I Livro de Reis, este misterioso homem, que dizia ser enviado do Senhor, também teve seus momentos de fraqueza. Vivia em Betel, um velho profeta, que também não tem o seu nome citado no texto do mesmo livro, que ficando curioso ao saber do seu feito perante o rei, foi logo procurar a misteriosa figura. Tendo encontrado aquele que alegava ser homem de Deus, o velho profeta o convida a ir com ele a sua casa para que possa alimentar-se e conversar.
A proposta do velho não foi aceita pelo profeta que veio de Judá, dizendo que o Senhor lhe ordenara não comer nada, até lhe ser ordenado. Talvez, devido a exageros daqueles que escreveram o livro de Reis, ou devido a erros de traduções, a história pode ter sido outra. Pode ser que, o jejum fosse de alimentar-se de carne; pois sabemos que naqueles tempos remotos, a proteína animal, era muito mais indigesta que a atual. Pode ser que, aquele homem, devido a sua condição mediúnica, sendo médium de Espíritos mais evoluídos, teria que fazer determinados jejuns, durante um certo tempo.
Mas, sendo profeta, o velho homem de Betel, não possuía determinadas virtudes, que caracterizam um verdadeiro Profeta do Senhor. Digo isso porque, o velho segundo o texto, mentiu, ao dizer para o outro profeta que, um anjo do Senhor mandara dizer ao homem de Judá, que ele já poderia se alimentar do que preferisse. Então, aceitando o convite do velho, o acompanhou até sua casa.
Estando os dois homens a mesa, comendo e bebendo água, eis que, pela mediunidade do velho, veio uma mensagem de um Espírito que servia ao Cristo Planetário e disse: "Não guardaste o mandamento do Senhor te mandara, por isso, o teu cadáver não entrará na sepultura de seus pais." (Cap. 13:21-22).
Este profeta, ao ir pelo caminho, foi morto por um leão; que curiosamente não o devorou, nem o esquartejou, permanecendo ao lado do corpo. Ao encontrar o corpo do homem que viera de Judá, o velho que o hospedara, levou seu corpo e deu-lhe uma sepultura. Tendo chorado por ele.
Os leitores talvez estranhe a postura e a mentalidade das pessoas daqueles tempos remotos; porém temos que levar em conta, a evolução psicológica e espiritual daquelas almas que eram como crianças, que ainda não sabem andar com as próprias pernas. Espíritos necessitados do Amor do Cristo; mas também de muita disciplina para sua reeducação. Não devemos estranhar suas atitudes e personalidade variável; pois viviam mais pelos sentidos extremamente materialistas; diríamos que viviam quase que exclusivamente pelas sensações corporais. Mesmo em pleno século XXI, temos atitudes violentas que nada deixam a desejar, àqueles tempos remotos. A tecnologia foi desenvolvida enormemente; porém, a moral e a ética, não acompanharam esta evolução.
Depois de todos estes acontecimentos , o rei Jeroboão não se intimidou com o aviso, e nem com o feito do homem que viera de Judá para o alertar. O rei continuou com o culto a entidades estranhas e abomináveis; cometendo pecado e violando as Leis do Deus Único. "Isso se constituiu em pecado à casa de Jeroboão, para destruí-la e extingui-la da terra." (Cap. 13:33-34).
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