segunda-feira, 18 de abril de 2016

REIS -- LIVRO I -- POSTAGEM 6.

                                Já no final do reinado de Jeroboão, seu filho mais velho adoeceu; então o rei recomenda  sua esposa, para ir até onde estava o profeta Aías, para saber o que fazer para salvar a vida do filho moribundo. De antemão, o profeta já sabia que a mulher do rei viria ter com ele, e também o motivo da visita. Embora estando cego, devido a idade avançada, Aías percebeu quando a esposa de Jeroboão se aproximou dele para lhe falar. Antes que a mulher pronunciasse uma única palavra, o profeta através de sua mediunidade, fala tudo que um Espírito da ceara do Cristo lhe transmite, através da psicofonia (mediunidade que permite aos Espíritos falar através de um médium), que, por ter Jeroboão se afastado do Senhor, não dando ouvidos aos seus mensageiros, permitindo e instigando o povo a praticar abominações contrárias as Leis do Deus Único, teria que responder por seus atos. 
                                Sendo a Lei de Causa e Efeito, imutável e justa, todos que pecarem contra a Lei de Deus, terão que ressarcir seus débitos, através de uma nova reencarnação, em um novo corpo de carne, fornecido através da genética, pelo pai, com um espermatozoide, e pela mãe, com um óvulo.
                                 Pelos seus pecados, Jeroboão, como qualquer um que, infligindo a Lei Divina, teria que resgatar seus débitos em uma nova vida. Iria colher na nova vida na matéria, tudo que havia semeado na anterior. Seja bom ou mau. A semeadura é livre; porém, a colheita é obrigatória. Quando a mulher de Jeroboão chegou a sua casa, encontrou seu filho morto. Aías, tinha dito a mulher que, a doença do seu filho, era uma benção do Senhor; pois o mesmo estava cumprindo bem o resgate de suas faltas. Quando morreu o rei, seu filho Nadabe reinou em seu lugar.
                                 As profecias de Aías, a respeito de Israel, também se cumpririam, quando disse que, os súditos de Jeroboão seriam espalhados para além do Eufrates.
                                 Também as coisas em Judá não estavam nada boas para Roboão. Tendo a sede desse reino localizada em Jerusalém, cidade consagrada ao Deus Único por Davi, estava sendo desrespeitada por tudo que era abominável as Leis do Senhor. Chegaram mesmo ao atrevimento de, promover o que era chamado de "Havia na terra prostitutos cultuais; fizeram todas as coisas abomináveis, que eram costumes de povos pagãos, e que o Senhor expulsara de diante dos filhos de Israel." (Cap. 14:22-24).
                                 No quinto ano do reinado de Roboão, Sisaque, Faraó do Egito, saqueia o templo de Salomão levando todas suas riquezas. Roboão as substituiu por peças de bronze. "Houve guerra entre Roboão e Jeroboão todos os seus dias. Roboão ao morrer foi sepultado com seus pais na cidade de Davi. Naamá era o nome de sua mãe, amonita; e Abias, filho de Roboão, reinou em seu lugar.
                                 Era muito comum os reis de Israel casar com mulheres que cultuavam deuses de pedra; por isso, era grande a influência religiosa junto aos filhos. Foi o que aconteceu com Roboão, pois sua mãe era amonita; naturalmente que cultuava deuses pagãos. Este povo habitava uma área a leste do rio Jordão, de Gileade e do mar morto, atual Jordânia. A principal cidade foi Rabá ou Rabá Amon, localidade da moderna cidade de Amã, capital da Jordânia.
                                De  acordo com a Gênesis, (19:37), tanto Amon quanto Moabe, nasceram da relação incestuosa entre Lot e suas duas filhas, ao fugirem da destruição de Sodoma e Gomorra. Os amonitas e os israelitas, sempre foram antagonistas mútuos. Durante o êxodo, os amonitas proibiram os filhos de Israel passar por suas terras.
                                
                                

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