domingo, 27 de agosto de 2023

A AÇÃO DO DEUS ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 19)

                                      - GÊNESIS - 

                                 

                              De acordo com as recomendações de José, o faraó segui à risca - segundo a interpretação de seu sonho - feita por José, para o armazenamento do trigo, e evitar a fome no reino, no período de sete anos; provocada pela escassez prolongada de alimentos. 

                              Tendo nomeado José como vice-rei do Egito, o faraó deixou tudo em suas mãos. (Gênesis, 41:38-57) 

                               

                               Como a falta de alimentos era muito grande - pois a seca estendeu-se para além do Egito - até mesmo nas terras onde vivia Jacó, a falta de chuvas também causou fome. Mediante esta situação e sabendo Jacó, que no Egito havia abundância de trigo, mandou que seus filhos - exceto Benjamim o caçula - fossem até aquela terra comprar trigo. 

                              Enquanto isso, o pai da mentira e de todas as abominações, planejava novas artimanhas malignas, contra os homens. 

                              Na Torá - a bíblia hebraica - quando ela refere-se aos irmãos de José, narra  que o arrependimento e a consciência culpada, faz com que seus irmãos decidam ir ao Egito - aproveitando-se da escassez de trigo - para resgatá-lo. Assim, agem realmente como espiões! Tendo alguns deles, entrado clandestinamente, na capital. 

                             Esta é a verdadeira razão, de José tê-los acusado de espiões. Mesmo porque, José já tinha visto tudo; no sonho que teve a respeito dos irmãos. (Gênesis, 42:2-38;43:2-34;44:2-34;45:2-28)

                             Por que José não revelou-se perante seus irmãos, sabendo que estavam consumindo-se em culpa? A mágoa ainda infectava o seu coração; dando brechas às ações tóxicas do pai da mentira e das abominações. Desejando impor aos irmãos um castigo, reteve Simeão como prisioneiro; manietando-o perante os demais irmãos. Mesmo com um misto de dor, revolta e mágoa, José age como um verdadeiro "Chanceler de Ferro." (Gênesis, 42:24) 

                          Tendo narrado os acontecimentos a Jacó e por não terem voltados com Simeão, além de contarem a exigência do Governador, para levar Benjamim na próxima ida ao Egito, os demais filhos de Jacó não conseguem esconder o medo e a preocupação. 

                          Israel concordando com as exigências do Chanceler - nem sequer imaginando que era o próprio filho - autoriza a próxima viagem; e também, levar Benjamim com eles. (Gênesis, 43:2-12) 

                          Em resumo! Após reunirem-se com José, seus irmãos tem uma nova decepção, pelo fato do governador, astuciosamente ainda em sintonia com o mal - tê-los acusado de roubo. Após mandar seus servos colocar na bagagem, do mais novo dos irmãos, objetos de ouro e prata. Todos estes constrangimentos - impostos aos irmãos - por José, foi um ato de vingança; por tudo que haviam feito com ele. 

                         Ainda não conseguira desvincular-se das investidas psíquicas, do "deus" antropomórfico; acatando na mente e no coração, suas sugestões nefastas e contrárias, ao Programa do Cristo Galáctico, para a Terra. 

                        José ainda continuava a sofrer e odiar, ao mesmo tempo. No entanto, o Cristo de Deus, seguia confiando em seu mensageiro; momentaneamente preso às algemas da mágoa, vitimose, orgulho e culpa. Do jeito que o diabo gosta! Para assim escravizar as almas descuidadas e invigilantes. 

                        Somente a humilde súplica de seu irmão Judá - momentaneamente médium psicofônico - de seu guia espiritual, José declara-se fazendo-se reconhecer pelos irmãos. (Gênesis, 44:16-34;45:2-14)  

                        Por hora, o falso "deus" e pai da mentira, havia perdido mais uma batalha. José em prantos, abraça seus irmãos. Ciente de tudo, o rei recomenda que José traga para o Egito, toda a família. E assim, Israel com todos os familiares, servos e pertences, desceram de Canaã para irem definitivamente para o Eito. 

                        Isso mesmo! De Canaã. Para depois de quatro séculos de escravidão, saírem da casa da servidão - peregrinar por 40 anos no deserto - rumo a conquista da Terra Prometida. Que não era outra senão, a mesma que, a quatro séculos atrás saíram indo para o Egito. 

Continua.    

                              

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