segunda-feira, 28 de agosto de 2023

A AÇÃO DO DEUS ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 21)

                                    - GÊNESIS - 

                       

                               Prestes a morrer, Jacó manda chamar José até ele, dizendo ao filho, para não sepultar seu corpo em terras egípcias. Disse também, que os filhos de José nascidos no Egito, pertenciam a ele, Jacó. Significando que estes eram de sua descendência. Nascidos de José e Asenate; filha de Potifera - sumo sacerdote de On - um dos mais importantes daquela localidade. 

                                Pertencendo a Jacó, somente Efraim e Manassés; que seriam continuadores e responsáveis, em espalhar o Gene psíquico do Deus Único. Os outros filhos, pertenceriam a José e sua esposa. Pois não estavam incluídos neste compromisso. (Gênesis, 48:2-10) 

                              Centro da religião solar; era também denominada pelos gregos de Heliópolis. Naturalmente Jacó tinha conhecimento destes Espíritos e seus compromissos. 

                              O próprio José já havia dito que, quando nasceram seus primeiros filhos: "Manasses nasceu no ano da fome; e fê-lo esquecer - mudar a sintonia com o menos bom que havia em seu trabalho - e Efraim, nasce no tempo em que José superou os obstáculos de seu próprio Ego adâmico." 

                              Mesmo porque, José sempre teve o pai da mentira a observar e tentar impedir, todo o seu direcionamento, ao Bem Maior. Quer seja em prol do Deus Único e de sua administração; como governador do Egito. (Gênesis, 41:50-54) 

                              Mas, naquele momento, de intimidade de José com o genitor, o primeiro não conseguiu resistir as investidas do pai da mentira e das abominações. Dirigindo-se a Jacó, semi-desfalecido em seu leito, trazendo até o ancião moribundo, todos os seus filhos. Percebendo que Jacó abençoava Efraim - pondo a mão direita sobre a cabeça do neto - José teve uma atitude de extremo egoísmo e desrespeito, a tudo que seu pai representava, ao desviar a mão direita de Jacó, da cabeça de Efraim, para a cabeça de Manassés. 

                              O que José não percebera - devido aos olhos tapados - pelo interesse desmedido, que Jacó já conhecia a muito tempo, os destinos e compromissos de ambos. Persistindo com a mão direita na cabeça de Efraim, o velho Israel, termina a sua bênção ao filho "menor" de José; com a seguinte e memorável frase: "Eu sei meu filho! Que o menor (Manassés) servirá ao maior (Efraim)." 

                             E a semente de Efraim tornou-se fecunda! Gerando uma multidão de nações. Claro está que, esta "multidão de nações" é referente àqueles grupos - da genealogia de Efraim - que já tinham a consciência do Deus único. 

Continua. 

                               

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