- LIVRO NÚMEROS -
Seguindo em frente - mesmo diante das agruras e dificuldades - do deserto. Inseguranças morais e psíquicas; medos, desconfianças e fé fragilizada. Além das constantes provocações do "deus" antropomórfico, pai da mentira; avançaram rumo ao objetivo principal: A Terra Prometida. (Números, 21:10:35)
Caminharam, até chegarem as campinas das terras de Moab e acamparam lá.
Lógico que os Moabitas, não gostaram nada disso. O grande número dos Israelitas causava temor entre os moabitas. Sabendo que aquele povo estrangeiro fizera aos amoreus, Balac filho de Zipor - rei dos moabitas - decide tomar providências para evitar um mal maior.
Tendo enviado mensagem a Balaão - um certo médium que era sempre consultado - pedindo-lhe que amaldiçoasse aquele povo intruso. A saga de Balaão e sua mula "falante" já é conhecida. Este "feiticeiro" ao enfrentar um fenômeno mediúnico - ouvindo vozes - suposto por ele, que fora de seu animal; mas na verdade, era de um Espírito trabalhador do Cristo de Deus, que pronunciava as palavras ouvidas por ele.
Sendo que Balaão, possuía a mediunidade de "Audiência;" ou seja, capacidade de ouvir vozes dos Espíritos. Balaão ouvia as palavras pronunciadas pelo Espírito, julgando ser de sua mula. Porque, a Entidade espiritual presente, fazia com que ele acreditasse, ao responder-lhe as inquirições.
E ao mesmo tempo, o Espírito aconselhava Balaão desistir de seu intento. Ao invés de amaldiçoar os Israelitas, abençoá-los; em nome do Senhor dos exércitos. Logicamente, sendo Balaão crente no Deus Único, tinha também, suas mazelas morais. Porém, sendo supersticioso e místico, tinha também, muito medo.
Sempre que era contratado para fazer determinado trabalho, envolvendo seu mediunismo, deixava-se seduzir pelas provocações do pai da mentira.
No entanto, diante dos Israelitas, o Espírito enviado pelo Cristo Galáctico, isolou o médium; das entidades trevosas que o assolavam - principalmente ao fazer uso de sua mediunidade - retirando-as do campo mental de Balaão. Naturalmente enviadas dos "deus" antropomórfico.
Sem as influências maléficas das entidades trevosas, a mente de Balaão, absorveu as sugestões do Espírito da Luz; enviado do Mestre do Amor. Assim, ao invés de amaldiçoar, Balaão abençoava toda a Congregação Israelita. Legitimando a sua posse de Canaã. (Números, 22:2-41)
Indignado, pelo fato de Balaão ter desobedecido suas ordens, Balac pede-lhe explicações. Nem mesmo Balaão conseguia entender aquela situação!? Ainda mais explicar ao rei a sua atitude. Balaão pede ao rei, que construa sete altares e sacrificar sete bezerros e sete carneiros - cada um em um altar - depois disso daria sua resposta a Balac. Sugestão esta, do mensageiro do Cristo de Deus.
Novamente exercendo a mediunidade, Balaão teve a resposta do Espírito mensageiro do Bem Maior. Balaão confirma ao rei, todos os motivos de sua atitude, em abençoar os Israelitas; que vieram em nome do Senhor dos Exércitos. Sendo que tudo era à vontade e determinação do Senhor. (Números, 23:18-30; 24:2-25)
Porém, como o "deus" antropomórfico, jamais desistiria de sua maléfica intenção, apostando todas as suas fichas no ponto fraco moral, de determinados membros da Congregação israelita. Pois, sabia que estes - não teriam bom ânimo e nem coragem - para evitar suas sugestões trevosas. Então, induziu-os e outros tantos israelitas, a Baal-Peor; em suas ABOMINAÇÕES E PRÁTICAS DIABÓLICAS.
Por isso, a Lei do Retorno, abateu-se sobre os Israelitas. (Números, 24:2-18)
Continua.
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