- NÚMEROS -
De todas as tribos Israelitas, que atravessariam o rio Jordão - duas delas - recusaram-se em atravessá-lo.
Como ambas, eram criadoras de gado bovino, perceberam que antes do Jordão, as terras de Gileade e Jaezer, eram vastas e boas de pastagem, para o gado. Mediante isso, propuseram a Moisés, conceder-lhes tais terras; sem a necessidade de - junto com familiares e o próprio gado - ir além do rio.
Tal atitude acendeu a ira de Moisés; que via em tal atitude, uma tentativa separatista. Está claro que - não era outra coisa - uma tentativa sútil, do pai da mentira, em tentar provocar divisão entre o povo Israelita, antes mesmo de chagarem do outro lado do rio. Este era seu objetivo principal.
Como todos que mereceram estar juntos àquela Congregação, tinham também uma missão a cumprir. Para então, quitar compromissos perante a Lei do Criador. Ao recusarem a Canaã prometida, pensando nos próprios interesses, recuavam também dos compromissos, assumidos ainda na erraticidade. Rebeldia imperdoável! Àqueles que pediram nova oportunidade de redimirem-se.
Segundo a Lei do Retorno, não atravessando o Jordão, continuariam vagando no deserto, os varões de vinte anos para cima. Estes não poderiam ver Canaã. Até que se cumprisse o carma; através da citada Lei. Ficaram livre deste resgate, Caleb e Josué; pois estes perseveraram em seguir o Deus Verdadeiro. Vencendo as provocações do "deus" antropomórfico. (Números, 32:1-15)
Mediante este fato tão aterrador e irreversível, os filhos de Rubem, e os filhos de Gade; fizeram uma contra proposta a Moisés. Deixariam para trás - antes do Jordão - seus familiares e seus animais, bem como seus pertences. Indo atravessar o rio, somente eles e seus homens de combate e pelejariam junto a Congregação. E depois de cumprir o combinado - se assim concordasse Moisés - retornando aquém do rio, tomariam posse da terra, a qual almejavam. E assim foi feito. (Números, 32:15-42)
Embora tenham cumprido o trato com Moisés, mesmo assim persistiu o sentimento separatista. Porém implicitamente e geograficamente - visto que o Jordão era um marco divisório - entre as tribos de Rúben e de Gade - e a meia tribo de Manassés.
Adiantando a questão, vemos no livro de Josué, um desconforto, causado por um altar de pedras; mais alto que o normal - daqueles construídos pela Congregação - para holocaustos e sacrifícios. Fato que desagradou os demais israelitas; que já encontravam-se do outro lado do rio. Mediante isso, enviaram uma comitiva, para junto daqueles que encontravam-se antes do Jordão, para apurar tal abominação.
Caso contrário, marchariam de volta até destruírem aqueles que consideravam separados e abomináveis perante o Senhor e a sua Lei. (Josué, 22:11-20)
Nesse interim o "deus" antropomórfico; já estava a postos, para mais diabruras. Com toda sua "comitiva" trevosa, sabendo que os mensageiros da Luz, encontravam-se juntos - tanto as três tribos - quanto aos que foram ao encontro delas; com objetivo de tirar satisfações.
Inspirados pelos mensageiros do Senhor - o Cristo Galáctico - ambos os líderes, das tribos que não atravessaram o Jordão, explicaram em detalhes, o motivo daquela construção fora da normalidade; recomendada pelos Levitas e segundo o estabelecido por Moisés. Relataram que, naquela construção, não haveria holocaustos e nem sacrifícios de sangue; nem fogueira para queima-los, e de cheiro suave ao Senhor.
Pois aquele local, seria um marco de fé e confiança no Deus Único e Verdadeiro. Seria também, a esperança de todos eles, no Deus Verdadeiro. Deram o nome de altar de Ede. Como testemunho que Deus é Fiel. (Josué, 22:21-34)
Continua.
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