segunda-feira, 2 de outubro de 2023

A AÇÃO DO DEUS ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 50)

                                                                - DEUTERONÔMIO - 

                      

                                  Segundo Moisés, não seria tolerado também, aqueles falsos profetas - mensageiros do "deus" antropomórfico - que falavam em seu nome. Quem os ouvir, é sinal de que também estão interessados em suas falsidades. Tirando proveito disso, em benefício próprio. Isso é blasfêmia contra o Deus Verdadeiro. 

                                   Todos que negarem o Deus Único, desrespeitando suas Leis e Estatutos, terão que enfrentar as consequências, na própria pele, da Lei do retorno. Lei Imutável do Altíssimo e Inefável. 

                                    Porque abomináveis e terríveis, são as ações daqueles povos - com raras exceções - que habitavam Canaã, antes da chegada dos Israelitas. Isso vinha de longo tempo. Abraão quase foi enganado por estas abominações, acreditando que fora o Deus Verdadeiro, que havia pedido seu filho Isaque - que era o filho da promessa - em sacrifício. A pergunta  que não quer calar é: "Por que não foi pedido, o sacrifício de Ismael?" Que era o filho da carne?

                                    Por isso, a necessidade de uma preparação prévia, idealizada e coordenada pelo Cristo Galáctico. Sendo que o primeiro passo, foi implantar na mente de seu mensageiro e trabalhador Abraão, o Gene psíquico do Deus Único e misericordioso; para que este fosse espalhado, entre aqueles que já tinham uma tendência para esta crença. Ou seja, os hebreus. 

                                   Porque, entre os demais povos, naquele momento isso seria impossível! Devido ao nível de ignorância e consequente rejeição de suas mentes, totalmente magnetizadas e suas almas escravizadas; pelo "deus" antropomórfico. Cuja imagem mantida em suas mentes, eram a dos "deuses" de pedra. Visto que, até mesmo Paulo de Tarso - séculos mais tarde - teve dificuldades, em explicar esta questão e o Evangelho, aos povos politeístas de seu tempo; denominados pagãos. 

                                   Devoradores de virgens e crianças; oferecidas em rituais macabros e sanguinolentos. Esta era a razão das Leis rígidas, impostas aos Israelitas, ANTES DA CONQUISTA DE CANAÃ. (Deuteronômio, 13:2-18; 14:2-29)

                                   Como além do CARMA existe também o DARMA; foi instituído o ato de REMISSÃO. Que no final de SETE anos, os Israelitas deveriam fazer, perdoando qualquer dívida de um credor. 

                                  Assim, como o Senhor perdoa-lhes as faltas cometidas, deveriam fazer o mesmo com seu semelhante. (Deuteronômio, 15:2-23) 

                                  Esta atitude implicaria - mesmo contra vontade - daqueles mais sovinas, o início da prática sistemática, da "Inteligência Emocional" na mente de toda congregação. Uma espécie de treinamento psíquico-espiritual, aos perigos que teriam que enfrentar, estabelecendo-se na terra da promessa. 

                                  Mesmo depois de conquistada, os povos que lá habitavam - escravos do "deus" antropomórfico - não dariam trégua, impedindo os Israelitas, que tivessem paz. Sempre obedientes ao pai da mentira, tudo fariam para seduzir e depois dominar e escravizá-los. Como sempre fez, o pai da mentira e de todas as abominações, desde que chegou na Terra, banido do planeta Capela - talvez encarnado somente uma vez - na superfície do planeta Terra, para escravizar e oprimir, toda a humanidade.  

                                   Depois de instituir os festejos e comemorações, pela graça da Canaã prometida, foram também expostas as consequências, do abandono ao Deus Verdadeiro - bem como suas Leis e Estatutos - para todos que assim procedessem; mesmo depois de tantos alertas e instruções. 

                                   Todo cuidado é pouco, com as investidas e a sagacidade do "deus" antropomórfico. Tamanha é sua ASTÚCIA e SUTILEZA, que as almas por ele escravizadas, pensam que estão no controle de tudo e em plena liberdade. Sendo na realidade, mortos-vivos. Só que ainda não perceberam! tamanha o grau hipnótico, a que foram submetidos; por forças inimagináveis! Pelos incrédulos de plantão.  

 

Continua.    

                                  

                                         

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