terça-feira, 3 de outubro de 2023

A AÇÃO DO DEUS ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 51)

                                                            - DEUTERONÔMIO - 

                         

                             Fato interessante a ser notado, foi a fala de Moisés, sobre a "eleição e os deveres de um rei". Algo que viria acontecer somente nos tempos do profeta Samuel. (I Samuel, 8:1) 

                             Já prevendo a exigência dos Israelitas em ser governados por um rei - à semelhança de seus vizinhos idólatras - que mesmo na época, Samuel tenha tentado desencorajar tal desejo nos Israelitas, por motivos óbvios. Era tudo que o "deus" antropomórfico desejava para dominá-los - através de todas as concupiscências - que certamente envolveria uma monarquia absolutista. 

                            Mesmo com todo o cuidado em alertar o povo Israelita - na observância dos deveres de um monarca - O absolutismo, ganância, prepotência, violação dos mandamentos e estatutos do Deus Único, ficara evidente em todos os reis de Israel. Embora escolhidos, sempre sob a indicação e orientação de um profeta, aqueles indicados para tão grande responsabilidade, não conseguiram manter a longo prazo, uma conduta e postura, segundo as Leis do Deus Verdadeiro. (Deuteronômio, 17:14-20) 

                            A classe sacerdotal, também não ficou de fora na manutenção de privilégios - que tornaram-se milenares - influenciando e impactando a vida social do ocidente e demais locais no planeta. 

                           A intenção era - através destas medidas - proporcionar maior confiança àquele povo recém saído, de um longo período, de escravidão no Egito. Ao contrário daqueles povos de Canaã; onde nenhum deles haviam sofrido tal provação - pelo menos por tão longo - e contínuo período. Mal sabiam que isso iria repetir-se por mais vezes no futuro. 

                           A história repetiria, mesmo com toda a assistência do Cristo Galáctico. Preferiram a vinculação com a antiga serpente do mal que tudo fez e iria fazer no futuro distante em toda a Terra. 

                           Porém, o que o "deus" antropomórfico mais temia, foi também anunciado por Moisés, em sua fala aos Israelitas. Começou com Moisés anunciando acerca dos limites e das testemunhas. Afirmou o legislador que, para que a justiça fosse completa, não bastaria apenas UMA TESTEMUNHA. Haveria que ter, pelo menos, TRÊS TESTEMUNHAS, para que fizesse justiça, em nome do Senhor. (Deuteronômio, 19:14-21) 

                            Depois de anunciar outros tantos deveres e estatutos a serem cumpridos, como complemento de toda uma espécie de "Carta Magna" direitos civis de homens e mulheres. Fala também, sobre algo que faria estremecer o "deus" antropomórfico. 

                            Foi quando Moisés anunciou - a vinda entre os Israelitas - de um GRANDE PROFETA. Este dirá as palavras, ditas pelo Deus Único; POIS SÃO UNIDOS. Não desviando nunca deste objetivo Divino, para qual veio entre os homens. De sua boca, sairão apenas as palavras de VIDA ETERNA. Nunca dirá a palavra que o Senhor não houver pronunciado. 

                            Continua. 

                            

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