- I LIVRO JUÍZES -
Gedeão, teve um sério problema com a tribo de Efraim, por não tê-los convidado para combater com ele. (I Juízes, 8:1-3)
Com os trezentos guerreiros e também Gedeão, estavam igualmente esgotados e famintos; quando procurou alimentos e água, para si e para seus guerreiros, ao chegar a uma localidade chamada Sucot. Houve negação de ajuda, pelos habitantes daquele lugar, alegando que Gedeão, deveria dar-lhes algo em troca, antes de receberem auxílio. (I Juízes, 8:4-8)
Assim, foi também, com os demais povos que Gedeão pedira ajuda. Sempre disse que, quando voltasse vitorioso, iria pagar com fúria, a negativa deles. E ainda faltavam em torno de quinze mil homens dos orientais, para que o israelita, alcançasse a vitória final. Mesmo assim, ainda consegue a tão esperada vitória, sobre o numeroso inimigo. Voltando novamente a região de Sucot - onde anteriormente havia passado - Gedeão, toma como reféns, setenta conselheiros - autoridades das leis - e apresentando-os a população, submete-os, bem como, todos os habitantes, a um suplício de morte.
Naturalmente que, não fora o Deus Verdadeiro, quem ordenara tal violência. Atitude, além de violenta, também sanguinária. Como disse Paulo de Tarso em: (Romanos, 7:24)
"(...)Quando quero fazer o bem, o mal está comigo."
Gedeão - apesar de todas as façanhas heroicas - não foi vigilante! Acabando por desviar-se do Deus Único - para dar ouvidos - às diabólicas sugestões do "deus" antropomórfico. Entregando-se às vinganças e rancores; sem nenhuma necessidade. E, para piorar ainda mais a situação moral, usou os despojos dos inimigos - ouro, prata e vestimentas - para fazer uma espécie de "altar". (efod)
Onde, toda Israel prostituiu-se; adorando aquilo que Gedeão, havia construído e cometendo todas as abominações, dos povos politeístas, daquela região. (I Juízes, 8:10-28)
Mediã, ficou sob o domínio dos israelitas, enquanto viveu Gedeão que, casando-se, teve vários filhos e várias mulheres. Uma concubina do israelita, deu-lhe um filho; cujo nome era Abimelec. Depois da morte de Gedeão, novamente os israelitas voltaram a unirem-se, ao "deus" antropomórfico; sob a escravidão, psíquica e moral, deste ser abominável.
Adoraram Baal, sem lembrar-se do pacto com o Deus Único. Quem os havia livrado da opressão de seus vizinhos, e inimigos do Deus Verdadeiro. Pois, estes, eram também escravos, do "deus" antropomórfico e pai da mentira.
E, muito menos, mostraram-se, agradecidos a Jerobaal-Gedeão; a quem deviam a liberdade. (I Juízes, 8:34)
Continua.
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