sexta-feira, 19 de janeiro de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 110)

                                 - SEGUNDO LIVRO DE SAMUEL - 

                    

                                       Davi, recebeu a notícia da morte de Saul e de Jônatas, quando ainda estava em Siceleg; depois da vitória sobre os amalecitas. Um homem com roupas rasgadas e coberto pelo pó, prostrando-se aos pés do futuro rei de Israel, disse-lhe que havia fugido do acampamento israelita e que Saul havia pedido-lhe a lança; pois fora ferido e não queria que os filisteus, o encontrasse com vida. 

                                      Também, recebeu detalhes da morte, da família de Saul. Na sub civilização - em uma furna tenebrosa - o "deus" antropomórfico, pai da enganação, rejubila-se, de seus planos terem dado certo e continuando como esperava. 

                          Porém, na superfície da Terra, havia morte, destruição e muito sofrimento; com lágrimas espessas. Principalmente no coração de Davi e de muitos israelitas. O anúncio da derrota e morte, do rei de Israel, é uma narrativa que assemelhava-se, com os relatos contidos em; (I Samuel, 4) quando Eli, recebe a notícia da morte de seus filhos e captura, da Arca da Aliança. 

                         O amalecita que havia apresentado-se perante Davi em Siceleg, conhecia a residência de Davi e também, a hostilidade de Saul. Considera Davi, como um desertor e vassalo fiel dos filisteus. Pensava o amalecita que, a derrota de Saul e Israel - também a morte do rei e seus filhos - fosse uma boa notícia para Davi. 

                         No entanto, havia calculado mal, achando que Davi iria gostar de toda esta desgraça; pagando seu erro com a morte. Porém, esta fora uma história discutível! Pois o amalecita, traz para Davi, as joias do rei Saul; somente podendo tê-las recolhido se chegara cedo, ao local em que Saul morreu, antes de qualquer um! Inclusive dos filisteus. 

                        O que era realmente verídico, fora o triste final do rei Saul e também, de seus familiares. Incapaz até mesmo de morrer; pede a última esmola! Um golpe de misericórdia. A lança que Saul outrora ameaçava Davi, tentando atravessá-lo contra a parede, o prende à terra. 

                        Davi, e demais companheiros, rasgam suas vestes e choram, por aqueles queridos, que haviam morridos por Israel. Depois, Davi canta uma lamentação pela morte de seus amados. 

"Aí, a flor de Israel! Ferida em tuas alturas! Como caíram os valentes!

Como sofro por ti, Jônatas, meu irmão!

Aí, como te amava! 

Teu amor para mim era mais caro que o amor das mulheres. 

Como caíram os valentes, os raios da guerra pereceram!" 

                        Este fora o canto amargurado do futuro rei de Israel. Aclamado quase por unanimidade; exceto por aqueles que, não lhe perdoaram, por ter permanecido com os filisteus. Os mesmos inimigos, que agora, assolavam Israel. (II Samuel, 1:1-27)  

                        Estava tudo pronto. para que Davi assumisse definitivamente - até quanto vivesse - o trono de Israel. 

                        Isso, era o que esperava o "deus" antropomórfico. Sempre fazendo de tudo, para desviar os israelitas, da fé no Deus Único e Verdadeiro. Desvirtuando-os, e fazendo com que adotassem largamente, as abominações dos povos idólatras. 

Continua. 

         

                         

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