terça-feira, 20 de fevereiro de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P 126)

                              - PRIMEIRO LIVRO DOS REIS -  

                          

                                       Já no início de seu reinado, Salomão casa-se com a filha de um faraó do Egito. (2 Cr, 1:7-12; Sb, 9) Indo morar na cidade de Davi, até serem concluídas as obras do palácio e do templo.  

                         Segundo os autores bíblicos, Salomão seria dotado de grande sabedoria, perspicácia e bom senso, nos seus julgamentos. Teria ele, pedido ao Senhor, primeiramente a sabedoria e o discernimento, do bem e do mal. Segundo consta, estas não seriam qualidades morais, resultantes da conquista evolutiva? 

                         Sendo assim - tais qualidades morais e intelectuais - já deveriam fazer parte, da evolução psíquica do novo monarca de Israel. Mesmo porque, o Deus Único, não violaria a própria Lei Imutável que estabelecera; transformando um néscio, em um homem inteligente e intuitivo. 

                         Visto que estas qualidades psíquicas morais, são conquistas do Espírito perfeccionista, imortal e de evolução infinita. A sabedoria é a capacidade de lidar com situações, que requerem lógica, razão, verdade e bom senso. E, inclusive, o equilíbrio entre razão e sentimento. Assim, tudo será harmônico. 

                         Poderia o novo rei, ter pedido ao Senhor, a necessária fortaleza moral, para evitar as investidas do mal; sempre direcionado pelo "deus" antropomórfico, pai da enganação. E então, poder reinar e contribuir, para o programa do Cristo Galáctico, elaborado em prol da evolução do planeta - que ele havia construído - para abrigar seu rebanho de ovelhas desgarradas, e seguindo com maior velocidade, no tempo terrestre. 

                         Para isso, Salomão viera - assim como tantos outros - depois dele, que nem sempre cumpriram com os deveres - os quais haviam assumidos - ainda na erraticidade. Mas isso, é outra história. O foco aqui, é em Salomão. 

                         São literárias, a sabedoria, conhecimentos e experiências comprovadas, do novo monarca. No entanto, a narrativa bíblica desse monarca de Israel, assumiu características, um tanto quanto lendárias.

                          Como por exemplo, o seu julgamento - conhecido por todos - das duas mulheres, reivindicando um recém-nascido, que ambas declararam ser a mãe. Então Salomão, sabiamente manda que   cortem a criança ao meio. Pois sabia o rei que, a verdadeira mãe, jamais iria querer o filho morto, somente por um capricho. 

                         Então, a mãe verdadeira, apresentou-se diante do rei, ao abrir mão do próprio filho, para que este não morresse. Com esta atitude, da verdadeira mãe, Salomão soube qual das duas mulheres, era realmente a mãe da criança. 

                         No entanto - este problema - é um tanto quanto, infantil! Porém, Salomão escreveu ou psicografou, alguns dos textos, contidos na bíblia. A narrativa sobre Salomão é maior, entre os dois livros dos Reis. 

                        Infelizmente, nem mesmo Salomão, não conseguiu evitar as provocações e a influência, do "deus" antropomórfico; pai da enganação e de todas as abominações; durante seu reinado. Até que isso não acontecesse, seu reinado teve bastante progresso; principalmente nas questões administrativas. À medida que centralizava-se o governo, aumentava também, sua estrutura administrativa. (I Reis, 3:1-28)

Continua. 

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