- PRIMEIRO LIVRO DOS REIS -
Na construção do templo, Salomão teve que providenciar - além de recursos financeiros - também grande número de trabalhadores. No ano quatrocentos e oitenta, da saída do Egito, no quarto ano do reinado de Salomão, no mês de maio - o segundo mês - inicia-se a construção do templo. (II Cr, 3-4)
Uma obra grandiosa! No quarto ano - no mês de maio - lançou os alicerces do templo, e no décimo primeiro ano, em novembro - o oitavo mês - termina todos os detalhes do projeto.
Tudo isso, está em detalhes, nos capítulos: 6,7,8; no primeiro livro dos reis. Para a construção - tanto do palácio como do templo - Salomão teve que contar, com a ajuda de Hiram; rei de Tiro, (Fenício) que lhe fornecia madeira e Ciprestes. Bem como, todo o ouro de que necessitava e queria; por motivos vários.
Para isso, o rei Salomão deu em troca a Hiram, vinte aldeias, na Galileia. Porém, Hiram não gostou nem um pouco, com que recebera de Salomão! Tendo protestado por isso. Pois Hiram havia mandado a Salomão, quatro mil quilos de ouro puro.
Hiram, não tinha razões para protestos! Pelas aldeias da Galileia, passava uma das mais importantes rotas comerciais. Para os fenícios, isso era de valia, visto que eles eram grandes comerciantes. Mesmo porque, as cidades poderiam ser úteis, como proteção e abastecimentos, para as caravanas.
Talvez Hiram esperasse receber terras agrícolas; pois a Fenícia estava passando por momentos de escassez de alimentos. Salomão, também fez outras melhorias em Jerusalém! Ampliou a antiga muralha da cidade e por isso, a mesma conservou a velha postura de uma praça fortificada. Salomão modernizou o exército, com um grupo de carros - tipo Biga - puxado por dois cavalos.
Nesse meio tempo, o rei Salomão, recebeu a visita da rainha de Sabá. Que veio conhecer o famoso rei sábio e Juiz justo. Provavelmente, não seria somente por isso, que uma rainha de um lugar distante, fosse até Israel, somente para conhecer a fama de Salomão e lhe propor enigmas.
Logicamente que - aliada a curiosidade - havia também, interesses comerciais. Através destes traços legendários, levemos em conta também, os interesses comerciais do próprio rei. Os fenícios não eram os únicos comerciantes daqueles tempos de Salomão. Havendo também caravanas que cruzavam os desertos da África e Oriente Médio.
Por isso, a rainha do pequeno reino de Sabá, não desejava somente conhecer a sabedoria do rei Salomão - como rezava a lenda - e assim, propor-lhe enigmas, de extrema complexidade. Como consta no texto bíblico. Então, Salomão surge como gênio comercial, em sua ânsia e pressa, de construir e pelo desejo desenfreado de luxo. (I Reis, 10:1-29)
Com tantos assédios - de comerciantes, reis e rainhas - ficou muito difícil para Salomão, assim como aconteceu com Davi, manter a fé Javista, em um Deus Único e Verdadeiro. Foi exatamente pelas fraquezas de Salomão - em luxo riquezas - e ainda por luxúria, que o "deus" antropomórfico, pai da mentira e de todas as abominações, começou a escravizar a alma do rei.
Várias mulheres e concubinas, de diferentes culturas e religiões pagãs, sendo que a maioria delas cultuavam seus deuses de pedra, livremente em Israel - em franco desrespeito às Leis de Moisés - juntamente com outras pessoas, que iam até o rei, para negociar e fazer tratados. Até mesmo os próprios israelitas - que também seduzidos - acompanhando estes pagãos, realizavam cultos; a estes "deuses" de pedra; feitos por mãos humanas.
Não podemos olvidar que, o "new paganismo", está crescendo muito! Nos tempos atuais. Haja visto sua presença, em manifestações e festejos; tais como, carnaval por exemplo. É o "deus" antropomórfico, pai da mentira e das enganações agindo, em prol da destruição da família e demais instituições sagradas; neste Final da Transição Planetária.
Continua.
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