quinta-feira, 2 de maio de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 140)

                              - PRIMEIRO LIVRO DOS REIS - 

                  

                                    Depois deste episódio - muito tempo havia passado - e nada havia melhorado. A terrível seca continuava - Jezabel aprontava - introduzindo em Israel, as abominações do famigerado deus de pedra Baal; totalmente inútil. Pois fora feito por mãos humanas. Não se movia, não falava e os passarinhos cantavam e faziam suas necessidades, em cima de sua cabeça de pedra. 

                                 Nesse meio empo - no terceiro ano - Elias recebe novas ordens do Espírito - enviado e mensageiro - do Senhor, para que se apresentasse ao rei Acab, e avisá-lo que mandaria chuva a terra. E assim fez o profeta! Elias sabia do risco que corria, com esta atitude - não pelo rei - mas sim, por Jazebel. Aquela filha de Lilith, tinha muitos motivos, para querer exterminar o profeta. Maior opositor de Baal. 

                    Por sua vez, Elias exige que Abdias - mordomo do palácio - seguidor fiel do Deus Único o seguisse. Inclusive, Abdias havia protegido os profetas do Senhor - enquanto a rainha os matava - Abdias os escondia em cavernas e os alimentava. O rei culpa o profeta pela seca que assolava Israel. Então pensava ele - que matando os profetas - a seca terminasse. Totalmente em sintonia com o "deus" antropomórfico, ele e sua mulher; cuja persona era a de Lilith. Que também perseguia e matava os profetas seguidores, do Deus Único. 

                  Também esta filha de Lilith, estava em plena sintonia, com o "deus" antropomórfico; arqui-inimigo do Cristo Galáctico e opositor de seu programa, para o planeta Terra. 

                  Sendo que o principal objetivo desse ser abjeto - era e sempre foi - acabar com a crença e culto, no Deus Único. Impondo aos homens, um politeísmo criminoso e abominável. Cuja prática e cultos, são acompanhados - inclusive do sacrifício - de seres humanos; uma forma, de também eliminação de opositores. Até mesmo nos tempos atuais, esta ideia está na mente, do "deus" antropomórfico; como seu plano de repaginar determinados cultos - de sua autoria - criados em tempos remotíssimos da Terra. Principalmente os antediluvianos. 

                Tudo isso através de seus escravos - ocupando o comando de postos importantes no mundo - quer seja de organizações ou governos. Com a chamada globalização e possivelmente, um governo mundial. Onde certamente, reencarnaria - um Espírito maligno - de sua inteira confiança, para não dizer, escravo; pois não existe relação de confiança, entre os "Dragões" do mal. 

               Porém, apesar das atitudes de Acab, não existiam indícios de que o rei havia convertido-se totalmente ao culto de Baal. Pois havia dado nomes javistas aos seus filhos. Embora ficou claro, que ele nunca se opusera, às atitudes nefastas de sua mulher. A preocupação principal do rei, era para com seus cavalos; enquanto o povo passava fome. 

              Abdias, sabia que Elias, era um profeta o qual o Espírito do Senhor movia e agitava. Porém, previa a sua morte, devido ao desenrolar dos fatos. O encontro de Elias com o rei, não fora muito amistoso! Tendo Acab - ao ver o profeta - chama-o de "a ruína de Israel". Esta expressão, tem significado - para quem leu os livros anteriores - uma lembrança agourenta: Trata-se de Acã; que roubou algo sagrado, e atraído a destruição do povo. (Js. 7:16-26) 

               A acusação é rebatida pelo profeta; declarando que Acab e sua mulher Jezabel, estes sim! Estavam sendo a destruição de Israel. Pois, ambos permitiram - e inclusive Jezabel - estimulou e introduziu o culto a Baal. Propôs Elias ao rei, que se reunisse - com todo o povo - no monte Carmelo. Onde algo marcante, poria fim ao longo período de estiagem. (I Reis, 18:1-20)

Continua. 

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