- PRIMEIRO LIVRO DE REIS -
O rei Acab, convoca todo o povo, para ir ao monte Carmelo - onde haveria o julgamento de Deus - tendo como principal personagem o desafiante e único profeta presente, Elias; enviado do Senhor. Que diante de quatrocentos sacerdotes da abominação, denominada Baal, iria provar ao povo presente, quem era realmente, o Deus Único e Verdadeiro.
Sem mais nem menos, o povo teria que escolher, entre a própria ruína, de adorar um falso "deus" ou a redenção, pela escolha do Deus Verdadeiro e Único. Aquele que havia tirado os pais - do povo de Israel - da casa da servidão, no Egito.
No entanto, o pensamento dos israelitas, naquele momento, era que, sempre seria útil, a permanência, de duas divindades. Quando uma falhasse, havia ainda a esperança, da outra obter sucesso, nas variadas necessidades, da maioria daquele povo - que nem sempre - agia dentro da lógica, razão e bom senso. E, também, o que fosse: Verdadeiro, útil e bom.
Elias crítica e - até mesmo zombou - de semelhante falta de bom senso e imaturidade psíquica e espiritual do povo; com um jogo de palavras. Apelando implicitamente para o primeiro mandamento do decálogo. O SENHOR NÃO ADMITE DIANTE DE SI OUTROS "deuses". (Êxodo, 20:1-22)
Querer um dualismo, considerando-o e transformando-o em muletas. Porém, o povo mantém-se calado; sem saber o que responder ao profeta; em sua razão irrefutável. O medo da decisão, também atormentava a cabeça e o coração, daquele povo. O silêncio é fator importante, nesta narrativa, do autor bíblico.
Mesmo porque, o Deus Único e Verdadeiro, dará uma resposta, sem dizer palavra alguma. Contrastando, com tudo aquilo, é a calma do profeta do Senhor da Vida. O enviado do Cristo Galáctico. Que séculos mais tarde - reencarnado como João Batista - dará com água - seu testemunho, da chegada do Messias Salvador, ao planeta Terra.
No entanto, os quatrocentos e cinquenta sacerdotes de Baal, não estavam com a mesma Certeza, Fé e Confiança; do profeta Elias. No fundo de seus corações sabiam que, estavam - em primeiro lugar - mentindo para eles mesmos; e depois, para os seguidores, daquele falso "deus" de pedra, feito por mãos humanas.
Elias, fez sua proposta! Que está descrita, em (I Reis, 18:22-39)
Não necessitando aqui, de detalhar o acontecido. O que todos já conhecem - pelo menos aqueles - que leram a narrativa bíblica. O Deus Verdadeiro, aceitando a oferenda de Elias - com um raio partindo do céu - consome tudo.
Já, com a oferenda a Baal - feita pelos seus sacerdotes - como já era esperado, não aconteceu nada. Mesmo tendo um grande número de sacerdotes, implorando durante todo dia e a noite também. Porém, o profeta do Deus Verdadeiro - não conseguindo controlar - os seus "cinco minutos" de máxima ira; degolou todos os sacerdotes, da abominação, chamada Baal. Atitude que causou a ira, da rainha Jezabel.
Elias foge - diante das ameaças de morte - da famigerada rainha e dos adoradores de Baal. (I Reis, 18:42-46)
"(...)e fez com que todos - pequenos e grandes - ricos e pobres, livres e escravos, fosse-lhes posto um sinal na mão direita ou na testa. Para que ninguém, pudesse comprar ou vender; senão aquele que tivesse o sinal, ou o nome e o número da Besta". (Apocalipse, 13:16-17)
Continua.
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