quarta-feira, 8 de maio de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 142)

                                - PRIMEIRO LIVRO DOS REIS - 

                          

                                Após ter degolado todos os sacerdotes de Baal, Elias disse ao rei Acab, para comer e beber, pois uma tempestade iria cair sobre Israel e que ele deveria precaver-se. (I Reis, 18:39-46)  

                               Elias sai correndo, indo até a entrada de Jezrael. Quando Jezabel fica sabendo da morte dos sacerdotes de Baal, promete matar Elias imediatamente. Prevendo isso, o profetado Deus Único, foge para o monte Horeb. 

                               O profeta - então ameaçado de morte - inicia uma peregrinação forçada, de retorno - obrigado que fora - ao passado. Cometera um desatino, agora pagava um alto preço por isso. Assim - como o profeta - Israel também volta as origens. Tudo iniciara-se com o ódio da rainha - adoradora de Baal - e escrava do pai da enganação; que viera a Israel, para acabar com o culto ao Deus Único; a mando do seu senhor, o "deus" antropomórfico. 

                             Porém, ela não contava com a resistência da rocha, chamada Elias; verdadeira pedra em seu "sapato". Elias deixa ambos os reinos - do norte e do sul - sua fuga remete a uma peregrinação. Não é exatamente a autoridade da rainha, que obrigou o profeta a exilar-se. Mas, a força da Fé; que ele professava, no Deus Único e Verdadeiro. 

                            Elias fugiu - até que um mensageiro do Cristo Galáctico - faz com que o profeta compreenda, a razão de sua marcha. Antes disso, o desânimo moral e o cansaço físico, quase o vencera. Até que um novo alimento - diferente a mais valioso - até mesmo mais potente, que aquele garantidor, de suas energias físicas. 

                           O novo e milagroso alimento, o retorna, às experiências do primeiro Israel? São as seguintes - as etapas - de sua viagem ou peregrinação? Cidade, deserto, montanha, e a presença do Espírito; enviado do Cristo de Deus. Não olvidemos que - no monte Tabor - Elias, esteve com Jesus e Moisés - tendo como testemunhas oculares: Pedro, João e Tiago. Também Moisés, havia peregrinado ao monte Horeb. 

                         Em seu itinerário o profeta - destruidor de falsos deuses - testou os limites de sua experiência. Assim a morte muda de face: Perseguição, tédio, fome e pânico, ao sentir o mistério. No alto do Horeb, termina a existência de Elias na Terra. Aquele que fugira - para preservar a existência - na matéria bruta, sentiu o cansaço de uma dura existência; e não menos dura, foi a luta que empreendera - contra trevas expeças - que assolava o povo israelita. 

                          Assim sua caminhada houvera tido - metaforicamente falando - na expressão da entidade espiritual enviada, poderia dar a ideia de um empreendimento superior, às forças do profeta. Síntese de sua missão? A pergunta daquele que Elias imaginava ser o Senhor - que na verdade era um de seus mensageiros - convida Elias a tomar consciência, de suas responsabilidades; assumidas ainda na erraticidade, e desabafar confiante. 

                          Elias, não se opõe à pluralidade de altares e nem de locais; desde que sejam para o culto ao Deus Único e Verdadeiro. Jamais a abominação, chamada Baal e seus similares. (I Reis, 19:1-15)

 "Vi o Cordeiro que estava no monte Sião e com ele, cento e quarenta e quatro mil; que traziam seu nome e o nome do Pai, gravado na fronte". (Apocalipse, 14:1-2) 

Continua. 

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