sexta-feira, 24 de maio de 2024

A AÇÃO DO deus ANTROPOMÓRFICO - PAI DA MENTIRA - NO ANTIGO TESTAMENTO. (P - 151)

                                      - SEGUNDO LIVRO DOS REIS - 

                       

                                 

                    Ezequias de Judá - filho de Acaz - tornou-se rei, aos vinte e cinco anos; reinando durante vinte e nove anos em Jerusalém. Sua mãe era Abia, filha de Zacarias. Fez o que o Senhor aprova. Tendo o cuidado de combater as idolatrias que infestavam o seu reino. Tais como: Capelas em lugares altos, postes considerados sagrados - pelos idólatras - e também destruiu a "serpente de bronze"; que Moisés mandara fazer; porque os israelitas ainda continuavam a render-lhe culto e queimando incenso e chamando-a de Noestã. Este símbolo, estava relacionado ao culto à fertilidade. Sua vinculação ao legislador, não é original. 

             A queda de Samaria, causa uma grande comoção em Judá. Nesse tempo ainda reinava Acaz. Seu filho Ezequias tinha cinco anos quando assumiu o trono. Nasceu em "733", e ainda rapaz, quando aconteceu o desastre de Israel. Então - em meio a estas dificuldades - Davi tem um sucessor à altura. 

             Muitas foram as dificuldades e os problemas enfrentados por Ezequias. Dentre eles, podemos citar: Em seu quarto ano de reinado, o rei assírio Salamanasar, atacou Samaria; cercando-as durante três anos e finalmente conquistando-a. 

             Também, no décimo ano - do reinado de Ezequias - Senaqueribe - também rei assírio - atacou as praças fortificadas de Judá, conquistando-as. Não vendo outra alternativa, Ezequias manda uma mensagem ao rei assírio, propondo pagar tributo que o mesmo exigir em troca da paz. Tendo pago, nove mil quilos de prata e novecentos quilos de ouro. 

             Foi necessário que Ezequias destruísse - as portas do santuário e pilares - que Azarias de Judá, havia recoberto de ouro. Entregando tudo ao rei assírio. Em Laquis, o rei assírio mandou uma mensagem ao rei Ezequias, pelos seus comandados: O General-em-chefe; o Prefeito dos eunucos e o Copeiro-mor; indo até Jerusalém, entregar o recado a Ezequias. Ele desejava a rendição incondicional, de todos os israelitas. 

               Laquis, era uma fortificação - a uns quarenta quilômetros - a Leste de Jerusalém, conquistada por Senaqueribe. Tendo sido escolhida como quartel general. Mediante a recusa do rei Ezequias, responde-lhe o Copeiro-mor: "Tu pensas que a estratégia e a valentia militares, são questões de palavras? Em quem confias, para rebelar-se contra mim? Confias nesse caniço quebrado, que é o Egito? Ele cava a mão de quem se apoia nele; atravessando-a. O Faraó é isso, para os que nele confiam". 

            Continuando, o Copeiro-mor ainda disse: "Crês que subi para arrasar esta cidade sem consultar o Senhor? Foi o "Senhor quem disse-me" para subir e devastar a nação israelita". (II Reis, 18:1-25)  

            Esta é a questão! Fora realmente o Senhor - o qual o rei assírio - havia consultado? Será que foi o Deus Verdadeiro, que incentivou o rei assírio a conquistar territórios - para apenas contribuir - com a vaidade e ambição - do rei da Assíria? Ou fora o "deus" antropomórfico - pai da enganação - que se fazendo passar pelo Deus Único, enganou o rei assírio? Penso que a Lei do Retorno - Lei Imutável do Altíssimo, é que permitiu, ao rei assírio cumpri-la. Lembrando da máxima de Jesus: "É necessário que venha o escândalo! Mas, ai daquele, por quem o escândalo venha".

            Este escândalo, é que fora reeducativo; para os israelitas. 

Continua. 

             

                       


                                     

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