- SEGUNDO LIVRO DOS REIS -
Depois de ter falado ao rei Ezequias - a respeito das provocações - do emissário assírio, tendo também rasgado suas vestes, Ezequias também rasga suas vestes, penitenciando-se diante das más notícias. Logo em seguida, manda uma mensagem ao profeta Isaias; por intermédio do mordomo do palácio.
A preocupação de Ezequias era grande e sua aflição maior ainda. Porém, logo que recebeu a notícia, o profeta tranquiliza os nervos do rei. Isaias manda - através do mordomo mor - uma mensagem animadora. Assim, disse Isaias: "Diga ao rei Ezequias, para não assustar-se com as palavras do assírio. O rei assírio, já encontra-se dominado, por um Espírito que ele mesmo atraiu." Segundo a Lei de atração dos semelhantes, por sua ambição, e o pacto que fizera com o "deus" antropomórfico. "Por isso, responderá pela sua própria ambição e pelas blasfêmias, as quais estava em sintonia".
Ao chegarem de volta - diante de seu rei - os emissários assírios, encontraram-no, em uma guerra contra Lebna e o rei da Etiópia. porém - ainda não satisfeito com os resultados - Senaqueribe, manda outros emissários, para novamente ameaçar Ezequias. Desta feita - além de novamente ameaçar - os israelitas e seu rei Ezequias, também blasfemou contra o Deus Único, com palavras ofensivas. Na tentativa de comparar o Deus Verdadeiro, com os demais "deuses" de pedra; de sua crença e das demais nações politeístas.
Então - isolado em seu palácio - Ezequias, elabora uma prece sincera ao Deus Único. (II Reis, 19:15-34)
Ezequias, está deveras apreensivo! porém, demonstra humildade e fé; na prece que pronunciou ao Deus Único. "(...)Senhor! Deus de Israel; sentado sobre Querubins; somente tu és Deus(...)" (II Reis, 19:15)
As notícias chegam com enorme atraso! Isso aumenta mais ainda a ansiedade, causando enorme aflições a todos; em Jerusalém. No entanto - não foi desta vez - que a ambição de Senaqueribe, e seus pagãos, conseguem tomar Jerusalém. Os israelitas ainda retornariam a praticar mais abominações - para finalmente - depois de renderem-se às provocações, seduções e enganações, do "deus" antropomórfico - pai da enganação e da mentira - e depois de venderem suas almas, a este ser diabólico; seriam expulsos de Jerusalém.
A súplica de Ezequias, é como uma prece universal - pelo menos assim vejo - uma visão universal, abriu e terminou a oração do rei. Esta largueza de horizontes - além de ser oportuna - é também uma síntese de situações daqueles tempos. Questões psíquicas e espirituais. Demonstrando o poder de influência do "deus" antropomórfico.
Isaias, desempenha a função - como se fora um oráculo - de todo povo israelita. E, este oráculo, tem como alvo o rei Senaqueribe - representante e escravo - do pai da enganação e da mentira. Porém, Jerusalém, posta-se como uma senhora que não deseja submeter-se a nenhum "senhor" estrangeiro; adorador de falsos deuses.
Mesmo porque, Senaqueribe - como disse seu emissário - aquela nação, não era um "caniço" quebrado; mas, a nação do Senhor. O Senhor é quem planeja as coisas no planeta Terra; sendo os homens, mero executores do Plano Divino. Porém - devido a fraqueza humana - haverá interferências, do "deus" antropomórfico. O livre arbítrio, é o maior legado, do Criador à criatura. Podendo este, usá-la com responsabilidade ou com leviandade e ambição desmedida. Porém, pagará um preço ALTÍSSIMO! Quando utiliza-la em nome de seus desejos brutais e almas deformadas.
Muita Paz.
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